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  • Novas regras do CMN facilitam captação e ampliam possibilidades para fintechs de crédito

    Novas regras do CMN facilitam captação e ampliam possibilidades para fintechs de crédito

    As novas regras para fintechs de crédito aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) modernizam as operações financeiras no Brasil. Elas impactam diretamente as Sociedades de Crédito Direto (SCDs) e as Sociedades de Empréstimo entre Pessoas (SEPs), trazendo mais segurança jurídica, liquidez e flexibilidade para o setor.

    Neste artigo, você vai entender as novidades regulatórias, como elas afetam as operações dessas instituições e quais oportunidades surgem para empresas e empreendedores no mercado financeiro.

    O que mudou para as fintechs de crédito?

    As resoluções publicadas pelo CMN tornam mais claros os instrumentos que as fintechs podem utilizar para captar recursos e conceder crédito. Entre os principais avanços estão:

    • Autorização expressa para que as SCDs emitam Certificados de Cédula de Crédito Bancário (CCCBs), que permitem a venda agrupada de várias CCBs de uma só vez.
    • Reforço do papel das fintechs como custodiante das operações, mesmo após a venda dos créditos, mantendo sua participação em programas federais como Pronampe e FGI.
    • Ampliação das possibilidades para SEPs financiarem produtos e serviços, permitindo que o crédito seja destinado diretamente a fornecedores, beneficiando também pequenas e médias empresas.

    Essas mudanças reforçam o compromisso do Banco Central em estimular a inclusão financeira e dar mais dinamismo ao mercado de crédito.

    O que são CCB e CCCB — e por que são relevantes?

    A Cédula de Crédito Bancário (CCB) já era utilizada como título representativo de um empréstimo concedido. No entanto, a falta de clareza regulatória desestimulava seu uso pelas fintechs.

    Com as novas regras, além de confirmar que as fintechs podem operar com CCBs, o CMN criou os CCCBs, que empacotam múltiplas CCBs em um só certificado. Isso facilita:

    • Venda de créditos para fundos de investimento e securitizadoras.
    • Geração de liquidez sem sair completamente do risco da operação.
    • Transparência e segurança jurídica para todas as partes envolvidas.

    Essa inovação fortalece a atuação das fintechs no mercado e amplia as alternativas de financiamento para negócios.

    Benefícios para SEPs e pequenas empresas

    As SEPs também ganham mais flexibilidade com as mudanças. Elas poderão financiar não apenas consumidores finais, mas também fornecedores de produtos e serviços diretamente. Isso cria novas possibilidades de crédito para o varejo e para pequenas e médias empresas, que passam a ter acesso a mais opções para impulsionar suas vendas e operações.

    As novas regras fortalecem o ecossistema das fintechs e oferecem novas soluções de crédito para empresas. Para empresários, gestores financeiros e contadores, compreender essas mudanças é fundamental para identificar oportunidades, negociar melhores condições e aproveitar linhas de crédito mais vantajosas.

    ContabilizaíBank é uma empresa de contabilidade especializada em atividades financeiras, como SecuritizadorasFactorings ESC.

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  • Notas Comerciais crescem 41% e se consolidam como alternativa de crédito

    Notas Comerciais crescem 41% e se consolidam como alternativa de crédito

    A emissão de Notas Comerciais no Brasil avançou 41% no primeiro semestre de 2025, somando R$ 10,7 bilhões, de acordo com a ANBIMA. O resultado mostra como as empresas têm buscado alternativas mais rápidas e menos burocráticas para captar recursos em um cenário de crédito bancário restrito e juros ainda elevados.

    Essa tendência reforça o protagonismo do instrumento no mercado de capitais e sinaliza um ambiente favorável para sua expansão nos próximos meses, especialmente com a nova regulação da CVM que entrará em vigor em 2026. Entenda a seguir o que explica esse movimento e quais oportunidades ele pode oferecer para o seu negócio.

    O que são Notas Comerciais e por que estão em alta?

    As Notas Comerciais são títulos de dívida de curto prazo, emitidos por empresas para captar recursos diretamente com investidores. Podem ser utilizadas por sociedades anônimas, limitadas e até cooperativas, justamente por serem mais flexíveis que outras opções como debêntures, CRIs ou CRAs.

    Em 2025, essa flexibilidade e agilidade fizeram diferença para muitas companhias que precisavam acessar crédito de forma rápida e eficiente, principalmente para lidar com dívidas pontuais ou financiar operações estratégicas sem depender do tradicional financiamento bancário. Além disso, os custos de estruturação mais baixos em relação a outras modalidades também ajudaram a impulsionar sua adoção.

    O que explica o crescimento das emissões neste ano?

    O aumento expressivo das emissões resulta da combinação de fatores econômicos e regulatórios. O cenário de juros elevados e restrição do crédito bancário levou as empresas a buscar opções mais baratas. Ao mesmo tempo, mudanças recentes nas regras do CMN para CRIs e CRAs acabaram direcionando parte do mercado para as Notas Comerciais, por serem mais práticas de estruturar.

    Também houve um efeito positivo das leis de 2021 e da Resolução CVM 160/2022, que deram maior segurança jurídica às operações e ajudaram a consolidar o instrumento no mercado. Esse amadurecimento fez com que empresas de diferentes setores, como máquinas, agro e imobiliário, passassem a emitir notas com mais confiança.

    O novo regime FÁCIL da CVM promete ampliar ainda mais o mercado

    A partir de 2026, entra em vigor o regime FÁCIL da CVM, criado para facilitar o acesso das pequenas e médias empresas ao mercado de capitais. Com menos burocracia para registro e oferta pública, espera-se um aumento no número de emissores e uma democratização ainda maior do instrumento. Esse movimento deve também estimular a adoção de práticas de governança e transparência, tornando as empresas mais atrativas para investidores.

    Cuidados ao emitir Notas Comerciais

    Apesar das vantagens, a emissão de Notas Comerciais exige atenção. É essencial que a operação seja bem estruturada, com garantias adequadas e alinhada às regras vigentes. Contar com uma assessoria contábil especializada é indispensável para evitar riscos e assegurar que a captação ocorra com eficiência e segurança para todos os envolvidos.

    As Notas Comerciais já se firmaram como uma solução estratégica para empresas de todos os portes que desejam diversificar suas fontes de financiamento e ganhar agilidade para crescer. Com o novo ambiente regulatório, a tendência é que essa alternativa se torne ainda mais acessível.

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  • Tecnologia e customização estão mudando a relação com os bancos

    Tecnologia e customização estão mudando a relação com os bancos

    O avanço da tecnologia e customização em bancos tem transformado radicalmente a forma como bancos interagem com clientes e empresas. Em um cenário cada vez mais competitivo, a experiência do cliente deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser central na estratégia das instituições financeiras. Estudos recentes da Febraban apontam a personalização e a inovação como as prioridades mais relevantes para os bancos brasileiros nos próximos anos, alinhando-se a uma tendência global que já redefine as regras do mercado.

    Inteligência artificial como motor da personalização

    A inteligência artificial (IA) já é uma peça-chave para entregar experiências mais personalizadas e eficientes. A nova geração da assistente virtual do Bradesco, por exemplo, já utiliza IA generativa para atender mais de 24 milhões de correntistas, com respostas mais naturais e precisas. Essa tecnologia também é usada para criar novas soluções de crédito, aprimorar modelos de risco e prevenir fraudes com maior eficácia.

    A IA não atua só no atendimento direto ao cliente. Ela também oferece suporte estratégico para identificar padrões de consumo, prever necessidades e desenhar produtos sob medida para empresas de diferentes tamanhos e segmentos. Segundo a McKinsey, bancos que utilizam IA para personalizar suas ofertas já registram aumento de até 30% na receita de determinados produtos financeiros.

    A combinação entre canais digitais e físicos

    Apesar do avanço das soluções digitais, as agências físicas ainda têm papel relevante. O que muda é a forma como são utilizadas. As instituições têm deslocado sua força presencial para atender clientes de alta renda e empresas com demandas mais complexas, enquanto plataformas digitais e correspondentes bancários ampliam o alcance junto a públicos antes pouco atendidos.

    Para as empresas, esse novo cenário abre oportunidades inéditas para acessar soluções financeiras mais estratégicas, com linhas de crédito, produtos e serviços moldados às suas necessidades. Entre os benefícios que essas inovações trazem para a gestão financeira empresarial, destacam-se:

    • Acesso a linhas de crédito mais adequadas ao perfil da empresa.
    • Otimização do fluxo de caixa por meio de soluções digitais integradas.
    • Redução de custos operacionais com serviços automatizados.
    • Atendimento mais ágil e personalizado, mesmo para empresas de pequeno porte.

    Em um mercado financeiro cada vez mais digitalizado e competitivo, acompanhar as tendências de tecnologia e customização tornou-se essencial para que as empresas se mantenham competitivas. Adotar uma postura proativa diante dessas inovações garante não apenas a sustentabilidade do negócio, mas também abre novas oportunidades de crescimento em um cenário cada vez mais personalizado e desafiador.

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  • STF reconhece legalidade da tomada de bens sem ordem judicial

    STF reconhece legalidade da tomada de bens sem ordem judicial

    Uma decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) trouxe mais segurança jurídica para empresas que vendem a prazo ou financiam bens com garantia em alienação fiduciária. O tribunal reconheceu a legalidade da tomada de bens sem necessidade de ordem judicial, em caso de inadimplência, desde que prevista em contrato.

    Essa mudança afeta diretamente empresários e gestores financeiros, pois agiliza a recuperação de ativos em caso de não pagamento, além de reduzir os custos judiciais e dar mais previsibilidade ao processo. No entanto, para aplicar corretamente essa possibilidade, é fundamental entender como funciona a decisão do STF e quais cuidados a sua empresa deve ter

    O que decidiu o STF?

    O STF validou a possibilidade de credores tomarem bens de devedores inadimplentes sem depender da Justiça, quando o contrato prevê a alienação fiduciária. Nesse tipo de contrato, o bem permanece como propriedade do credor até que a dívida seja quitada integralmente, mesmo que o bem esteja em posse do devedor.

    Essa decisão reafirma que o procedimento extrajudicial, previsto na Lei nº 9.514/1997, não fere os direitos constitucionais do devedor, desde que cumpridos os prazos e notificações legais. Isso significa que o bem pode ser apreendido diretamente pelo credor, sem necessidade de entrar com uma ação judicial para isso.

    Como funciona a tomada de bens?

    Nos contratos com alienação fiduciária, o credor tem a posse indireta do bem como garantia. Se houver inadimplência, o credor deve notificar formalmente o devedor sobre a dívida e conceder um prazo para regularização. Caso a dívida não seja paga, é possível solicitar a apreensão do bem junto ao cartório competente, tornando o processo mais rápido e menos custoso que uma ação judicial tradicional.

    É importante lembrar que o devedor ainda pode recorrer à Justiça para contestar a dívida ou os procedimentos adotados, mas isso não impede a apreensão imediata do bem. Por isso, é essencial que todos os passos legais sejam seguidos corretamente para evitar questionamentos futuros.

    Por que as empresas devem se preparar?

    Para empresas que trabalham com financiamentos ou vendas a prazo, a decisão do STF oferece uma forma mais eficiente de lidar com a inadimplência. A possibilidade de recuperar bens de forma extrajudicial reduz perdas financeiras, dá mais previsibilidade ao fluxo de caixa e reforça a segurança jurídica das operações.

    No entanto, é fundamental garantir que os contratos estejam bem redigidos, com cláusulas claras sobre a alienação fiduciária, além de manter um procedimento interno bem definido para notificações e registro dos documentos.

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  • A trajetória inspiradora da Canal Securitizadora e suas fundadoras

    A trajetória inspiradora da Canal Securitizadora e suas fundadoras

    Na ContabilizaíBank, temos como missão não apenas ajudar empresas a manterem sua contabilidade em dia, mas também a sonharem grande e alcançarem novos patamares. Por isso, adoramos acompanhar histórias como a da Canal Securitizadora, que mostram como visão estratégica, coragem e dedicação transformam negócios.

    Recentemente, a Capital Aberto publicou uma matéria destacando a trajetória das sócias fundadoras da Canal Securitizadora, Thaís e Camila, e como elas construíram uma empresa de referência no mercado de capitais. Para nós, da ContabilizaíBank, que somos especialistas em Securitizadoras e entendemos de perto os desafios desse segmento, é gratificante ver histórias como essa ganhando espaço e mostrando a força da securitização.

    Neste artigo, contamos um pouco dessa trajetória que evidencia como a securitização pode abrir novas possibilidades para as empresas prosperarem.

    A Canal Securitizadora: inovação no mercado de crédito

    Fundada por duas profissionais visionárias, Thaís e Camila, a Canal Securitizadora surgiu com o propósito de democratizar o acesso ao mercado de capitais para pequenas e médias empresas. Em um segmento historicamente dominado por grandes corporações, elas identificaram uma oportunidade para oferecer soluções inteligentes e acessíveis para empresas que querem crescer sem depender exclusivamente de bancos.

    A Canal Securitizadora é especializada em estruturar operações de securitização, ajudando negócios a transformar recebíveis em capital imediato para financiar seu crescimento. Mais do que uma empresa de soluções financeiras, elas se posicionam como parceiras estratégicas para o desenvolvimento econômico e para a inclusão de novos players no mercado de capitais.

    Um caminho trilhado com coragem

    Em sua entrevista à Capital Aberto, Thaís e Camila contam como foi desafiante empreender em um segmento tão complexo e técnico como o de securitização. A combinação da bagagem profissional das duas, com experiências complementares no mercado financeiro e jurídico, permitiu que a empresa nascesse com bases sólidas, mas isso não diminuiu os obstáculos naturais de qualquer empreendedor.

    Ao longo do caminho, elas precisaram superar resistências do mercado, construir credibilidade e educar clientes sobre como as operações estruturadas poderiam beneficiar seus negócios. Hoje, a Canal Securitizadora é referência no setor, sendo reconhecida pelo impacto positivo que gera junto aos seus clientes.

    Inspiração para quem quer mais

    Histórias como a da Canal Securitizadora mostram que é possível sonhar grande. Elas são prova viva de que planejamento, resiliência e boas parcerias fazem toda a diferença para quem quer tirar um projeto do papel e levá-lo ao sucesso.

    Aqui na ContabilizaíBank, somos especialistas e atendemos securitizadoras em todo o Brasil. Conhecemos a fundo as particularidades contábeis, fiscais e regulatórias desse mercado, e ajudamos empresas como a sua a se organizarem, crescerem e conquistarem cada vez mais espaço no mercado de capitais.

    Se você também sonha em ver sua securitizadora prosperar, ou quer entender como preparar o seu negócio para dar o próximo passo, fale conosco e conte com um parceiro que entende do seu segmento!

    Para saber mais sobre a trajetória inspiradora da Canal Securitizadora e suas fundadoras, leia a matéria completa no site da Capital Aberto. E para conhecer mais sobre a Canal Securitizadora, acesse o site.

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  • Como a tokenização revolucionou o FIDC de R$ 100 milhões da Catálise

    Como a tokenização revolucionou o FIDC de R$ 100 milhões da Catálise

    A inovação financeira segue avançando no Brasil, e um marco importante acaba de ser registrado: a Catálise estruturou um FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) utilizando ativos tokenizados, no valor expressivo de R$ 100 milhões. A operação, inédita no país, é um sinal claro de que a tokenização de ativos não é mais uma promessa distante, é uma realidade com enorme potencial de transformação para o mercado financeiro e contábil.

    FIDC tokenizado: o que é e por que é um divisor de águas

    O FIDC é um fundo que capta recursos com investidores para comprar direitos creditórios, como duplicatas, cheques e recebíveis. É uma estrutura tradicionalmente usada para dar liquidez a empresas, principalmente no varejo e no setor industrial.

    Com a tokenização, esses direitos são convertidos em ativos digitais registrados em blockchain, o que aumenta a transparência, reduz os custos e melhora a governança do processo.

    Entenda o caso Catálise + AmFi

    A gestora Catálise, em parceria com a fintech AmFi, estruturou um FIDC que reúne debêntures tokenizadas lastreadas em duplicatas mercantis de pequenas e médias empresas do Sul do Brasil.

    A emissão ocorreu de forma 100% digital, utilizando contratos inteligentes e blockchain para garantir rastreabilidade, integridade e automatização dos pagamentos.

    Benefícios da tokenização nos FIDCs

    Os benefícios de um FIDC tokenizado vão além da redução de custos e incluem uma série de vantagens competitivas para empresas, investidores e gestores:

    • Redução de custos operacionais e de intermediação
    • Mais segurança e transparência, graças à tecnologia blockchain
    • Liquidez aprimorada, com possibilidade de negociação fracionada dos tokens
    • Acesso democratizado ao mercado de capitais, inclusive para pequenos investidores
    • Automação de processos via smart contracts

    Oportunidades e desafios no cenário regulatório

    O avanço da tokenização exige uma estrutura regulatória sólida. A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e o Banco Central vêm sinalizando apoio à inovação, mas com requisitos rígidos de compliance e governança.

    As empresas interessadas em emitir ativos tokenizados devem se atentar a:

    • Estrutura contábil e fiscal adaptada
    • Custódia digital dos tokens
    • Auditoria e transparência da operação
    • Educação financeira dos investidores

    Um novo caminho para o futuro dos investimentos no Brasil

    A tokenização de FIDCs representa um salto importante na forma como investimentos podem ser estruturados no país. O caso da Catálise mostra que é possível unir inovação, segurança e eficiência em operações antes consideradas complexas e restritas a grandes instituições.

    À medida que o mercado amadurece e a regulamentação evolui, é provável que vejamos mais iniciativas como essa, abrindo espaço para novos modelos de financiamento e acesso mais amplo ao mercado de capitais.

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