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  • Novas regras para balanços contábeis para S.As

    Novas regras para balanços contábeis para S.As

    A Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) publicou, no Diário Oficial do Estado, uma decisão que tem o objetivo de facilitar a divulgação de balanços e demonstrações financeiras para Sociedades Limitadas, Cooperativas e Sociedades Anônimas.

    Entre as mudanças está a simplificação da publicação de balanços contábeis nos veículos de grande circulação. Ela será uma versão simplificada, desde que traga um link ou QR Code para a versão completa.

    Outra novidade é que a publicação das demonstrações financeiras no Diário Oficial do Estado ou União deixará de ser obrigatória e passará a ser opcional.

    A decisão prevê também que a publicação poderá ser feita na Central de Balanços (CB) do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). E vai depender do porte ou tipo jurídico da empresa.

    Por isso, algumas companhias de menor porte podem até ser dispensadas da publicação. Mas isso desde que optem pelo arquivamento do documento de aprovação do Balanço Anual e das Demonstrações Financeiras, com a devida declaração de não se tratar de empresas grandes.

    A Jucesp diz que as novidades beneficiam todas as empresas, principalmente as de menor porte. Essas são isentas do balanço.

    Regras para sociedades anônimas

    No caso das Sociedades Anônimas, a publicação do balanço e das demonstrações financeiras de companhias cuja receita bruta anual seja superior a R$ 78 milhões, é obrigatória.

    Essa publicação obrigatoriamente acontecerá em jornal de grande circulação na região da sede da sociedade, em sua versão impressa ou digital.

    A publicação deve se dar de forma resumida, com divulgação simultânea da íntegra dos documentos na página do mesmo jornal na internet.

    Vale lembrar : há a certificação digital da autenticidade dos documentos mantidos na página própria, emitida por autoridade certificadora credenciada, no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras (ICP-Brasil).  

    Mas as empresas devem indicar link ou imagem de QR-Code, na versão resumida publicada no jornal impresso, que permita o acesso à íntegra da publicação site do veículo.

    Já as empresas de capital fechado com receita bruta anual de até R$ 78 milhões poderão realizar as publicações exigidas pela lei federal 6.404/76, de forma eletrônica.

    Essa publicação acontece na Central de Balanços (CB) do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) e no sítio eletrônico da companhia.

    A apresentação do recibo da publicação no Sped deve indicar um link ou QR Code da íntegra da publicação no site da sociedade.

    Se a empresa não tiver site próprio, deverá efetuar as publicações na forma acima mencionada e poderá disponibilizar a íntegra dos documentos no site Jucesp.

    Contabilizaí Bank é uma empresa de contabilidade especilizada em atividades financeiras, como SecuritizadorasFactorings ESC.

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  • Resumo das rotinas e procedimentos de uma S.A

    Resumo das rotinas e procedimentos de uma S.A

    Você tem dúvida sobre os procedimentos de uma Sociedade Anônima? Confira as principais rotinas a serem adotadas

    Para Sociedade Anônima de capital fechado

    Dentre as rotinas e procedimentos a serem adotadas no âmbito de uma Sociedade Anônima (S.A.) de capital fechado, destacam-se as seguintes:

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  • Vantagens da securitização com novo marco regulatório

    Vantagens da securitização com novo marco regulatório

    Em primeiro lugar, o novo marco regulatório foi aprovado pelo Senado, em 06/07/22 e contém importantes alterações de regras tributárias para as securitizadoras.

    Então, a nova regra fez a exclusão da denominação dos tipos de securitizadoras reguladas por lei, como as imobiliárias, agronegócios e financeiras, para incluir a denominação única de securitizadoras. Com isso, as securitizadoras de ativos empresariais, que não possuíam lei própria, passaram a coexistir na mesma legislação.

    Mas, com essa mudança, todas as regras tributárias que são aplicadas às securitizadoras reguladas por lei própria, passam a ser válidas também para a de ativos empresariais. E as regras tributárias são:

    1.   Obrigatoriedade de enquadramento no Lucro Real;

    2.   Tributação do PIS/COFINS no sistema cumulativo à razão de 4,65%, semelhante aos bancos.

    Vantagens após as novas regras

    Além disso, essa tributação do PIS (Programa de Integração Social )/COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) no sistema cumulativo à razão de 4,65% é uma das principais vantagens das securitizadoras. Já que, dessa forma a carga tributária pode variar de 7% a 24% sobre a receita bruta.

    Se comparadas com as securitizadoras, as factorings apresentam uma desvantagem já que apresentam essa carga tributária entre 29% e 35%.

    Como migrar para uma securitizadora?

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  • Sistemas de tecnologia: confira dicas para securitizadora

    Sistemas de tecnologia: confira dicas para securitizadora

    É muito comum que securitizadoras e até mesmo empresas de factoring fiquem em dúvida na hora de escolher sistemas de tecnologia que facilitem suas rotinas. Para ajudar nesta tarefa, selecionamos sites que oferecem soluções completas nesta área. Confira:

    Como escolher sistemas de tecnologia?

    Antes de conhecer as melhores opções de softwares para securitizadoras, é importante compreender o que levar em consideração antes de escolher a versão que mais adapta ao seu negócio. Além de compreender as necessidades da sua empresa e a verba disponível para este investimento, vale a pena pesar os seguintes pontos:

    • Eficiência, economia e controle
    • Confiabilidade dos indicadores e dados
    • Praticidade e facilidade de customização
    • Identificação de falhas
    • Funcionamento estratégico
    • Suporte técnico

    3 sistemas de tecnologia para securitizadoras

    1.Decisão sistemas

    Especialista no desenvolvimento de softwares para os segmentos de Factoring, Empresa Simples de Crédito, Securitização, FIDC, Cobrança Extrajudicial e Assinatura Digital, essa empresa oferece soluções que otimizam processos e agilizam a gestão de empresas do setor.

    O DISECURIT é uma ferramenta que facilita a gestão da securitizadora e melhorar a produtividade da equipe. Com consultoria especializada e instalação em nuvem, ela garante segurança e agilidade nos processos.

    2.Msys

    Com mais de 20 anos de mercado, a MySis também trabalha com soluções especiais para empresas de securitização.

    Entre elas o SIFAC, um sistema de informação para gestão completa de Factoring, FIDC, Securitização e ESC. Criado com arquitetura e técnicas que proporcionam um uso mais racional dos recursos do ambiente computacional (servidor, estação, rede, internet, banco de dados, etc), ele permite uma excelente experiência para o usuário.

    Algumas de suas principais funções são:

    • Operações de compra de recebíveis
    • Gestão de debêntures (securitização)
    • Controle Financeiro (contas a pagar/receber)
    • Recompra de títulos
    • Prorrogação de títulos
    • Abatimento de títulos
    • Análise de cedentes e sacados
    • Monitoramento antifraude
    • Documentos digitais
    • E-mail com valor

    3. Smart Securities

    A Smart Securities também oferece softwares que trazem praticidade para a gestão das rotinas das securitizadoras.

    A ferramenta é composta pelo módulo ERP SmartSecurities, que pode ser turbinada com os módulos opcionais a sua escolha:

    • Home-Securities – um site exclusivo para fornecer a seus clientes, onde será possível lançar operações e consultar títulos.
    • Cobrança inteligente –  processo inteligente de cobrança.
    • Confirmação de títulos –  importação e rastreamento diário de Notas Fiscais, evitando fraudes e riscos.

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  • Afinal, o que é uma holding familiar?

    Afinal, o que é uma holding familiar?

    Uma holding familiar é basicamente uma empresa que gerencia os negócios e os ativos de uma família. Normalmente sua composição inclui um conjunto de empresas sob o controle da mesma família, com o objetivo de centralizar a administração de seus empreendimentos, patrimônio e investimentos.

    Além disso, a holding familiar também pode ser uma estrutura única que detém em seu capital social os bens imóveis, veículos, fazendas e diversos investimentos do fundador da empresa, ou seja, do instituidor.

    Quais as vantagens da holding familiar?

    A holding familiar oferece diversas vantagens, como a proteção do patrimônio da família, a facilitação da gestão e sucessão dos negócios, a redução da carga tributária e, em alguns casos, até mesmo o aumento da rentabilidade dos investimentos.

    Por exemplo, obtenção de renda por meio da holding é um benefício econônico possível. De maneira simples, isso acontece quando essa mesma renda é da pessoa física do instituidor, ela está sujeita à alíquota máxima de Imposto de Renda (IRPF) de até 27,5%. 

    Por outro lado, se essa renda for da holding, ela entra como faturamento. Se a empresa estiver enquadrada no regime tributário do lucro presumido, pode ser tributada a uma alíquota efetiva de aproximadamente 11,33% (somando IRPJ, CSLL, PIS e COFINS), inclusive com a possibilidade de um adicional de imposto de renda para pessoa jurídica.

    Além disso, a criação de uma holding familiar pode garantir a continuidade dos negócios da família ao longo de várias gerações. Isso porque permite que os membros da família mantenham o controle sobre suas empresas e patrimônio.

    Vale também destacar que a constituição de uma holding familiar requer planejamento e aconselhamento jurídico e contábil especializado como o da Contabilizei. Dessa maneira, dá para garantir que a empresa esteja correta e, a partir daí, os objetivos da família surgem de maneira eficiente e segura. Quer saber mais? Fale conosco!

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  • Holding familiar como instrumento de planejamento sucessório

    Holding familiar como instrumento de planejamento sucessório

    Abordar o planejamento sucessório ainda pode gerar desconforto para muitos empresários e famílias no Brasil devido à relutância em lidar com a morte de um patriarca ou matriarca. No entanto, a perda de um ente querido é um momento delicado para toda a família, e deixar a discussão sobre sucessão para esse período torna as coisas ainda mais complicadas.

    Pensando em evitar problemas em situações como essa, cada vez mais pessoas entendem a necessidade e as vantagens de realizar um planejamento antecipado para a sucessão.

    Isso permite o planejamento da administração e continuidade do patrimônio familiar e organização de tudo enquanto os membros estão vivos.

    Basicamente existem diversas maneiras de realizar um planejamento sucessório, sendo a criação de uma holding familiar uma opção interessante para aqueles que desejam evitar conflitos futuros e burocracia excessiva durante a divisão dos bens.

    O que é uma holding familiar?

    Uma holding familiar é uma sociedade cujo propósito é organizar e controlar os bens de membros de uma mesma família, que passam a ser efetivamente propriedade da pessoa jurídica.

    Ao criar uma holding familiar, há a transferência dos bens do patriarca e da matriarca da família para o capital social da sociedade recém-criada.

    Dessa forma, a pessoa jurídica se torna a proprietária do patrimônio familiar, enquanto os herdeiros se tornam titulares de cotas ou ações representativas do capital social da holding, através de doações feitas pelos patriarcas.

    E essa doação em vida tem o objetivo de evitar que a divisão dos bens familiares entre os herdeiros ocorra apenas após a morte dos antecessores, o que pode ser bastante problemático.

    Holding familiar e planejamento sucessório

    De uma maneira simples, essa doação de cotas ou ações normalmente se relaciona com a estipulação de usufruto vitalício em favor dos doadores.

    Eles também podem ter o papel de administradores da sociedade, mantendo assim o controle sobre os bens familiares e a gestão da empresa. 

    Mas as doações aos herdeiros também podem incluir cláusulas de reversão, incomunicabilidade, impenhorabilidade e inalienabilidade.

    Ações com o objetivo de preservar o patrimônio familiar e protegê-lo contra interferências externas.

    Portanto, a criação de uma holding familiar se mostra como uma ferramenta eficaz para a preservação e sucessão do patrimônio familiar ao longo das gerações.

    Se seu objetivo é a proteção dos bens familiares e a criação de regras de governança e sucessão, essa é a melhor opção.

    Isso porque permite que critérios para a assunção de cargos pelos herdeiros, diretrizes para a administração da empresa e regulamentos internos sejam definidos ainda em vida.

    E é justamente por isso que a constituição de holdings familiares como instrumento de planejamento sucessório está ganhando cada vez mais espaço, especialmente entre as empresas familiares brasileiras.

    Tem dúvidas sobre o assunto e gostaria de falar com um especialista da Contabilizaí? Estamos à disposição!

    ContabilizaíBank é uma empresa de contabilidade especilizada em atividades financeiras, como SecuritizadorasFactorings, ESC. e Holdings

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