Ilustração flat em fundo escuro com prédio e documentos à esquerda, certificado em destaque azul (#1800ad) ao centro e investidor com gráfico de crescimento à direita, representando debêntures e remuneração no mercado de capitais.

Debêntures em securitizadoras, remuneração ao investidor, DDL, CARF, Lei 14.905/2024 e estruturação defensiva

A análise desenvolvida ao longo deste artigo é sobre a possibilidade de remuneração de debêntures emitidas por securitizadora, quando a companhia opera com desconto de títulos em patamares elevados e pretende remunerar o investidor com juros relevantes. O foco central é definir em que condições a remuneração pode ser dedutível para fins de IRPJ e CSLL, quando surge o risco de distribuição disfarçada de lucros e como estruturar uma debênture auditável pela Receita Federal e defensável perante o CARF.

Premissa de trabalho. Partiu-se da hipótese econômica de securitizadora que adquire ou desconta títulos com retorno aproximado de 8% ao mês e busca remunerar seu funding, por meio de debêntures, em patamar inferior. Ao longo da análise, o benchmark defensável foi construído até aproximadamente 4% ao mês, a partir de dados públicos de mercado, jurisprudência e critérios de substância econômica.

1. Síntese executiva

Conclusão central. A liberdade contratual para pactuar juros entre pessoas jurídicas foi reforçada pela Lei 14.905/2024, mas isso não elimina o controle fiscal. Para fins tributários, a pergunta decisiva não é se a taxa é alta, e sim se o instrumento conserva natureza de dívida ou se, na prática, reproduz a lógica de capital próprio e distribuição de resultados.

  • Até cerca de 4% ao mês há espaço argumentativo defensável, desde que o instrumento seja inequivocamente de dívida.
  • O risco fiscal cresce quando a debênture tem vencimento indefinido, pagamento discricionário, remuneração dependente do lucro ou ausência de exigibilidade real.
  • A jurisprudência administrativa é menos sensível ao número da taxa e muito mais sensível à substância econômica do negócio.
  • A tese vencedora em contencioso deve combinar três pilares: benchmark de mercado, desenho contratual de dívida e prova do fluxo financeiro real.

2. Quadro fático e econômico da operação

Em operações de securitização e desconto de recebíveis, o spread entre ativo e passivo é inerente ao modelo de negócio. Uma carteira adquirida com deságio elevado ou com taxa interna de retorno elevada não invalida, por si só, um custo de captação igualmente alto. O ponto problemático não é a existência do spread, mas a eventual utilização da debênture como canal para transferência de resultado ao sócio, com redução artificial da base de IRPJ e CSLL.

Sob esse prisma, a análise precisa separar três camadas. A primeira é econômica: existe, no mundo real, crédito empresarial de alto risco com remuneração ao investidor muito superior ao crédito corporativo tradicional. A segunda é jurídica: a Lei das S.A. admite a emissão de debêntures, inclusive com juros, prêmios e outras vantagens. A terceira é tributária: nem toda debênture societariamente válida produz, automaticamente, juros dedutíveis.

3. Fundamentos legais relevantes

3.1 Lei 6.404/1976. A disciplina societária das debêntures parte da ideia de que o debenturista é credor da companhia. Esse dado é fundamental porque fornece a matriz jurídica do instrumento. A remuneração por juros, fixos ou variáveis, é admitida, assim como outras vantagens previstas na escritura de emissão.

3.2 CTN e substância econômica. A leitura tributária contemporânea exige atenção à materialidade do negócio. Em operações entre partes ligadas, a análise da substância econômica e da verdadeira função do instrumento ganha ainda mais relevo. O ponto não é invalidar o negócio por existir, mas enquadrá-lo tributariamente segundo aquilo que ele efetivamente produz.

3.3 RIR e distribuição disfarçada de lucros. O racional do art. 464 do regulamento do imposto de renda é coibir negócios com parte ligada em condições de favorecimento. Isso permite à fiscalização glosar importâncias deduzidas quando o negócio, embora formalmente legítimo, se afasta do que terceiros independentes aceitariam.

3.4 Lei 14.905/2024. A nova lei reforça a liberdade de pactuação no plano civil e comercial. Em outras palavras, a taxa pode ser livremente contratada entre pessoas jurídicas. Mas essa liberdade não converte automaticamente qualquer pagamento em despesa dedutível. O juízo tributário continua submetido à natureza do pagamento.

3.5 CPC/IFRS. A primazia da essência sobre a forma, muito presente nos pronunciamentos contábeis, não substitui a lei tributária, mas ajuda a identificar se o suposto passivo é, de fato, obrigação exigível ou se se aproxima de instrumento patrimonial.

4. O art. 464/99 (leitura atualizada pelo Decreto nº 9.580/2018 ) e a lógica da DDL

No contexto deste trabalho, o art. 464/99  (leitura atualizada pelo Decreto nº 9.580/2018 ) foi utilizado como ponto de partida para o exame de distribuição disfarçada de lucros. A chave do dispositivo é a existência de negócio com pessoa ligada em condições mais vantajosas do que aquelas que prevaleceriam no mercado. Em operações com debêntures, isso normalmente é invocado quando a taxa, a forma de pagamento, a ausência de vencimento ou a subordinação excessiva revelam que o instrumento não seria aceito por terceiro independente naqueles termos.

A regra, portanto, não proíbe a emissão de debêntures para parte relacionada. Ela exige que a companhia seja capaz de demonstrar que: a) precisava de funding; b) recebeu efetivamente recursos; c) assumiu obrigação real de pagar; d) a remuneração está dentro de uma lógica de mercado; e) o instrumento não foi desenhado para drenar o lucro antes da tributação.

5. Jurisprudência administrativa: a partir de conteúdos de fiscalização disponíveis em pesquisas públicas

O material disponível em pesquisas públicas descreve um caso em que a autuação decorreu da imputada distribuição disfarçada de lucros, com fundamento no art. 464, VI, combinado com o art. 467, V, do antigo RIR/99. Nesse material, o ponto central não foi a ilicitude da emissão em si, mas a qualificação da remuneração paga aos debenturistas.

Segundo o texto examinado, a fiscalização e o voto vencedor identificaram um conjunto de características que aproximavam o instrumento mais de capital próprio do que de dívida: debêntures perpétuas, remuneração exclusivamente atrelada à participação nos lucros, pagamento controlado pela diretoria e risco econômico semelhante ao do sócio.

O material destaca formulações decisivas para a tese tributária. Em essência, concluiu-se que a remuneração não tinha natureza de juros, mas de dividendos, porque o investidor participava do sucesso da companhia em moldes próximos ao acionista. Também se enfatizou que a primazia da essência sobre a forma autorizava requalificar a contabilização, afastando o tratamento de passivo financeiro.

Há ainda um ponto estratégico muito importante no material: o relator registra que sequer seria necessário recorrer à presunção do art. 464, porque a natureza patrimonial dos pagamentos já permitiria tratá-los como dividendos. Isso mostra que, em casos extremos, a requalificação pode prescindir da comparação de taxa de mercado, bastando demonstrar a descaracterização da dívida.

Em síntese, a lição jurisprudencial é clara. O CARF não se satisfaz com a etiqueta ‘debênture’. Ele observa se há prazo, se existe obrigação firme de pagamento, se a remuneração independe do lucro e se o investidor suporta risco de credor ou risco de sócio.

6. Benchmark de mercado: plataformas, crédito privado e operações estruturadas

Para delimitar um patamar defensável, foi realizada uma busca por referências públicas de mercado em plataformas reguladas, operações estruturadas e materiais institucionais acessíveis. A função desses dados não é provar identidade perfeita entre operações, mas demonstrar plausibilidade econômica para remuneração elevada em crédito empresarial.

As referências mais úteis levantadas na conversa foram as seguintes, a partir de materiais públicos de divulgação:

Empresa / PlataformaInstrumentoTaxa divulgadaTrecho de divulgaçãoLeitura técnica
SMU / Super OpaNotas comerciais2,20% a.m.“Juros pré-fixados: 2,20% ao mês”Comparável forte de dívida privada com taxa mensal explícita
SMU / Grupo MudaNotas comerciais2,25% a.m.“Juros: 2,25% a.m.”Confirmação de faixa alta em plataforma pública
Bloxs / Lady DriverOferta estruturada2,00% a.m.“Remuneração fixa: 2,00% ao mês”Bom comparável de dívida/estrutura híbrida
Captable / CRA AgtechCRA2,00% a.m.“retorno de 2% a.m. com pagamento mensal”Aproximação útil com securitização
NexoosP2P / plataformaaté 60% a.a.“retornos de até 60% ao ano”Teto agregado equivalente a ~3,9% a.m.

A leitura consolidada desses materiais permite construir duas conclusões importantes. A primeira é que há mercado público observável para remuneração mensal na casa de 2% a 2,25% ao mês em instrumentos de dívida privada ofertados a investidores. A segunda é que, considerando retornos agregados anunciados por plataformas como a Nexoos, existe um teto empírico próximo de 4% ao mês em crédito empresarial de alto risco.

Também foram identificadas referências públicas em estruturas mais sofisticadas, como FIDC subordinado ou mezanino e securitizações com retenção de risco. Nesses casos, a remuneração aparece usualmente em CDI mais spread anual ou em componentes residuais. Tais estruturas ajudam a provar que o mercado admite funding caro e risco elevado, mas, por terem natureza mais híbrida, servem melhor como reforço econômico do que como comparável direto de debênture com juros fixos.

7. Por que 4% ao mês foi adotado como limite defensável

Ao longo de toda pesquisa e construção do artigo, foram utilizadas diversas conversas com empresários do segmento de securitização, mesmo estes realizando operações com diversas segmentações e diversos tipos de investidores, como tambem se haveria interferência da região em que se estabelecem no Brasil. Sendo assim, o ponto de partida e a dúvida prática seria em percentuais praticados em até 5% ao mês e ou, para um patamar mais prudente. A razão é simples. Nas fontes públicas mais confiáveis, a evidência direta ficou concentrada abaixo de 2,25% ao mês em ofertas individualizadas, com indicação agregada de até 60% ao ano, o que corresponde aproximadamente a 3,9% ao mês em juros compostos. Assim, 4% ao mês passou a representar a fronteira mais defensável entre mercado observável e extrapolação argumentativa.

Esse ponto é metodologicamente importante. Em contencioso, não é necessário provar que existam dezenas de emissões idênticas à taxa exata da companhia. O que se exige é demonstrar coerência econômica. O intervalo de 2% a 2,25% ao mês em plataformas abertas, somado ao teto empírico de quase 4% ao mês em crédito empresarial de risco, permite sustentar que o mercado leva até esse patamar. Acima disso, a defesa se tornaria mais dependente de prova privada e comparáveis específicos.

8. Lei 14.905/2024: o que mudou e o que não mudou

A nova lei reforça a liberdade de pactuação de juros no plano civil. Em linguagem simples, ela ajuda a afastar debates sobre suposta usura ou abusividade abstrata em contratos empresariais. Para este estudo é relevante, porque impede que a discussão tributária seja contaminada por um falso problema de validade civil da taxa.

Por outro lado, a lei não alterou a lógica da dedutibilidade fiscal. A Receita Federal e o CARF continuam autorizados a examinar se o pagamento tem natureza de juros de dívida ou de distribuição de resultados travestida de encargo financeiro. Portanto, a Lei 14.905/2024 fortalece a etapa da validade contratual, mas não neutraliza o teste de substância.

A consequência prática é a seguinte: a empresa pode pactuar 4% ao mês, mas deve estar preparada para provar por que essa taxa é compatível com o risco do funding e por que o instrumento, como um todo, mantém natureza de dívida.

9. O teste decisivo: dívida real versus equity disfarçado

A melhor forma de traduzir o problema para fins práticos é por meio do teste binário que permeou toda a conversa. Se o papel se comporta como dívida, seus pagamentos tendem a ser tratados como juros. Se o papel se comporta como capital próprio, seus pagamentos tendem a ser requalificados como dividendos ou vantagem patrimonial ao sócio.

CritérioDívida realEquity disfarçado
Prazo de vencimentoDefinido e exigívelIndefinido, perpétuo ou irrisório
RemuneraçãoJuros fixos ou indexadosDependente do lucro ou do resultado
PagamentoObrigatório e periódicoDiscricionário ou subordinado ao caixa/lucro
Risco econômico do investidorRisco de credorRisco semelhante ao do sócio
Consequência tributáriaJuros potencialmente dedutíveisRisco de requalificação como dividendo / DDL

O grande mérito desse quadro é mostrar que a taxa não aparece como critério autônomo. Ela é relevante, mas inserida em um conjunto mais amplo. O investidor pode receber remuneração alta e, ainda assim, a operação permanecer no campo da dívida, desde que o contrato e a execução reflitam exigibilidade, prazo, fluxo e risco de credor.

10. Estrutura recomendada de debênture auditável pela Receita

A partir do padrão jurisprudencial e do benchmark de mercado levantado, a debênture defensável precisa ser desenhada com disciplina de financiamento. Isso significa que o contrato não pode dar sinais de que o investidor só receberá se o negócio prosperar ou se a administração assim desejar.

  • Prazo certo de vencimento, com cronograma verificável de pagamento.
  • Remuneração por juros fixos ou indexados, sem amarração ao lucro do exercício.
  • Periodicidade objetiva de pagamento, sem faculdade genérica de diferimento pela diretoria.
  • Eventos de default claros, inclusive vencimento antecipado em caso de inadimplemento.
  • Se houver garantias, descrição precisa e operacionalizável; se não houver, justificativa do prêmio de risco.
  • Comprovação de entrada dos recursos e da utilização do funding na atividade da companhia.
  • Covenants financeiros e operacionais compatíveis com um instrumento de dívida.

Uma estrutura com essas características não torna a autuação impossível, mas muda radicalmente a posição defensiva. Em vez de discutir um instrumento híbrido com forte feição patrimonial, a companhia passa a discutir uma captação onerosa de alto risco, cuja taxa pode ser explicada por elementos econômicos verificáveis.

11. Defesa em auto de infração: linha argumentativa sugerida

Em eventual impugnação administrativa, a defesa deve evitar o erro de centrar a controvérsia apenas na taxa. O ataque principal da fiscalização tende a ser a descaracterização da dívida. A resposta, portanto, deve seguir uma ordem lógica.

  • Primeiro, demonstrar a validade societária da debênture e a efetiva entrada de recursos.
  • Segundo, provar que o instrumento possui substância de dívida: prazo, juros, exigibilidade, default e fluxo financeiro.
  • Terceiro, apresentar benchmark de mercado para mostrar que remuneração elevada é compatível com crédito empresarial de risco.
  • Quarto, distinguir o caso concreto dos precedentes de requalificação patrimonial julgados pelo CARF.
  • Quinto, sustentar que, mesmo em operação com parte relacionada, não houve condição de favorecimento incompatível com a realidade econômica.

Essa linha argumentativa tem duas vantagens. Ela reduz a dependência de um debate meramente abstrato sobre juros altos e obriga a fiscalização a enfrentar o conjunto probatório da operação. Além disso, ela acomoda bem a Lei 14.905/2024: a liberdade de pactuação entra como dado complementar, não como único fundamento.

12. Três cenários de risco

CenárioRiscoCaracterísticasTendência
Cenário 1BaixoPrazo definido, juros fixos até ~4% a.m., pagamento obrigatório, sem vínculo com lucroEstrutura fortemente defensável
Cenário 2MédioPrazo definido, juros altos, mas benchmark documental incompleto ou fluxo pouco robustoDefesa possível, porém com maior incerteza
Cenário 3AltoPerpetuidade, remuneração ligada ao lucro, discricionariedade da diretoria, investidor-sócioRisco elevado de requalificação e glosa

A utilidade desses cenários é operacional. Eles permitem que a empresa avalie, antes do litígio, onde sua operação se encontra. Se a estrutura atual estiver próxima do cenário 3, a melhor decisão talvez não seja apenas defender, mas redesenhar o instrumento para operações futuras. Se estiver próxima do cenário 1, a defesa pode ser montada com confiança considerável.

13. Estrutura probatória recomendada

Um parecer de qualidade não deve se limitar a afirmações abstratas. Por isso, o dossiê ideal deve reunir provas externas e internas. As provas externas servem ao benchmark; as internas, à substância da dívida.

  • Provas externas: páginas e PDFs de divulgação com taxa, instrumento e contexto; memória de cálculo do teto agregado de mercado; materiais de securitização e crédito estruturado.
  • Provas internas: escritura de emissão, ata societária, comprovantes de ingresso dos recursos, extratos de pagamento, controles do fluxo da carteira, planilha de spread e racional econômico.
  • Provas de comparabilidade: explicação do risco da carteira, concentração, inadimplência esperada, garantias ou ausência delas, estrutura de subordinação e prazo médio dos ativos.

Na prática, o que mais convence em fiscalização não é um print isolado, mas a combinação entre comparável externo e execução interna coerente. Uma taxa de 4% ao mês pode parecer agressiva; mas, se a companhia demonstra que capta para ativos de risco elevado, recebe recursos reais, paga juros efetivos e impõe vencimento objetivo, a narrativa fiscal muda.

14. Conclusões finais

Primeira conclusão. Há espaço técnico para sustentar remuneração de debêntures em patamar elevado, especialmente até aproximadamente 4% ao mês, desde que o benchmark seja corretamente apresentado como mercado ampliado de crédito empresarial de alto risco.

Segunda conclusão. A Lei 14.905/2024 ajuda a neutralizar a objeção civil à taxa, mas não elimina o controle fiscal. O eixo da disputa tributária permanece sendo a natureza do pagamento.

Terceira conclusão. A jurisprudência administrativa é severa com instrumentos que, embora chamados de debêntures, funcionam economicamente como participação patrimonial. Remuneração dependente do lucro, prazo inexistente e pagamento discricionário são sinais clássicos de requalificação.

Quarta conclusão. A defesa mais forte combina benchmark de mercado, desenho contratual de dívida e prova de execução financeira. O argumento isolado de que a securitizadora desconta títulos a 8% ao mês não basta, mas contribui para demonstrar que o negócio comporta custo de funding muito acima do crédito corporativo padrão.

Quinta conclusão. Para operações futuras, a recomendação é estruturar a debênture dentro do cenário 1 descrito neste parecer. Para operações já realizadas, a estratégia deve ser mapear a distância em relação a esse cenário e reforçar o dossiê probatório nas frentes de comparabilidade e substância.

Juros altos podem ser defendidos; juros sem dívida real, não. Até aproximadamente 4% ao mês existe base empírica e argumentativa para sustentar coerência econômica. A partir daí, o sucesso da tese depende essencialmente de a companhia mostrar que o papel é de credor, e não de sócio. Recomendação é que em possíeveis indagações, deve-se reunir, os documentos internos da operação, os materiais de benchmark de mercado e a modelagem contratual revisada em um único dossiê. Se a companhia precisar enfrentar auto de infração, a defesa deve ser construída sobre a substância da dívida e a lógica econômica do funding, distinguindo cuidadosamente o caso concreto a ser enfrentado, dos precedentes já existentes em fontes públicas com empresas que já foram fiscalizadas e que tiveram como conclusos a identificação de equity disfarçado.

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