Biometria digital azul integrada a gráfico de queda com logotipo do INSS e fundo institucional, representando a retração dos empréstimos consignados após as novas regras de desbloqueio e biometria.

Queda nos empréstimos consignados: o que está acontecendo com o crédito do INSS?

O mercado de empréstimo consignado vive um momento de forte retração. Após a exigência de biometria pelo aplicativo Meu INSS, o volume de novas contratações caiu para menos da metade. A medida, que tinha como objetivo proteger aposentados e pensionistas, acabou impactando também o trabalho dos correspondentes bancários em todo o país.

Por que o empréstimo consignado caiu tanto em 2025?

Desde o início do ano, novas regras foram implementadas para reforçar a segurança nas operações com beneficiários do INSS. Agora, o desbloqueio do empréstimo consignado só pode ser feito com a biometria facial ou digital do aposentado dentro do aplicativo oficial.

Essa mudança alterou totalmente o fluxo das contratações. Segundo dados divulgados pelo Jornal Nacional, o valor total de novos contratos caiu de R$ 8,5 bilhões para menos de R$ 4 bilhões a partir de maio de 2025.

Medida de proteção que virou barreira para o crédito

A intenção do governo era evitar fraudes e garantir mais segurança nas operações. No entanto, na prática, a biometria obrigatória acabou dificultando o acesso ao crédito para quem mais precisa.

Muitos aposentados enfrentam dificuldades tecnológicas, não possuem smartphones compatíveis ou têm problemas para validar sua biometria. Com isso, milhares de operações ficaram travadas, prejudicando tanto os consumidores quanto os correspondentes que atuam nesse segmento.

O impacto para o correspondente bancário

A queda nas contratações afeta diretamente o faturamento dos correspondentes bancários, que dependem do volume de operações para manter seus resultados.

Alguns profissionais já relatam perdas expressivas e buscam alternativas para se adaptar ao novo cenário.

Como os correspondentes estão reagindo

  • Diversificação de produtos: incluir crédito pessoal, FGTS, portabilidade e outros serviços.
  • Automação e tecnologia: investir em sistemas integrados para otimizar tempo e produtividade.
  • Educação financeira: orientar clientes sobre as novas regras e o uso seguro do aplicativo Meu INSS.

Se você é correspondente, talvez também esteja sentindo essa mudança. É hora de repensar processos e buscar novas oportunidades no mercado financeiro.

O sistema Dataprev e os desafios técnicos

Outro ponto levantado por especialistas é que o sistema da Dataprev ainda enfrenta instabilidades, dificultando o desbloqueio automático e travando o fluxo de liberações. Essas falhas contribuem para o atraso nas operações e aumentam o tempo de espera dos clientes.

Dica: acompanhar atualizações oficiais do portal Meu INSS pode ajudar a orientar clientes de forma segura e atualizada.

O futuro do consignado exige adaptação

O empréstimo consignado continua sendo uma das linhas de crédito mais acessíveis e seguras do país. Mas diante das novas regras, o sucesso no setor depende de inovação, orientação ao cliente e uso inteligente da tecnologia.

Se você é correspondente bancário e quer continuar crescendo, invista em automação e diversificação de produtos financeiros, o futuro do crédito é digital, mas também é humano.

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