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  • O que é fomento mercantil e como funciona?

    O que é fomento mercantil e como funciona?

    Entender o que é fomento mercantil é essencial para empresas que buscam melhorar o fluxo de caixa e para empresários interessados em atuar no mercado de crédito. Também conhecido como factoring, o fomento mercantil permite antecipar recebíveis, gerar liquidez e transformar vendas a prazo em capital imediato.

    Neste artigo, você vai entender como funciona o fomento mercantil, quais são suas principais vantagens, quais riscos exigem atenção e por que essa operação continua relevante no cenário financeiro brasileiro.

    O que é fomento mercantil?

    O fomento mercantil é uma operação financeira em que uma empresa especializada adquire créditos ou recebíveis de outra empresa, normalmente originados de vendas a prazo. Esses recebíveis podem incluir duplicatas, boletos, cheques e outros títulos representativos de valores a receber.

    Na prática, a empresa cliente vende esses créditos com desconto e recebe os recursos antecipadamente. Com isso, melhora seu fluxo de caixa e reduz o tempo de espera pelo pagamento original.

    Por esse motivo, o fomento mercantil se tornou uma alternativa importante para pequenas e médias empresas que precisam de liquidez com mais agilidade.

    Como funciona o fomento mercantil na prática

    Para entender o que é fomento mercantil, também vale observar o fluxo da operação. O processo costuma seguir etapas relativamente simples, mas exige análise de crédito e validação adequada dos recebíveis envolvidos.

    • a empresa realiza vendas a prazo para seus clientes;
    • esses recebíveis passam a compor sua carteira de valores a receber;
    • a empresa negocia esses créditos com uma factoring;
    • a factoring compra os recebíveis com desconto;
    • a empresa recebe os recursos de forma antecipada;
    • no vencimento, a factoring recebe o pagamento dos sacados.

    Esse modelo permite que a empresa antecipe seu capital sem recorrer a um empréstimo bancário tradicional.

    Exemplo de fomento mercantil

    Imagine que uma loja venda um produto por R$ 1.000, com prazo de 30 dias para pagamento. Em vez de esperar esse período, a empresa pode negociar esse recebível com uma factoring.

    Se a factoring adquirir esse crédito por R$ 950, a loja recebe esse valor imediatamente. Depois, no vencimento, a factoring recebe os R$ 1.000 do sacado. A diferença entre o valor pago e o valor recebido compõe o resultado da operação.

    Quais são as vantagens do fomento mercantil?

    O fomento mercantil oferece vantagens relevantes tanto para empresas que precisam antecipar capital quanto para empresários que desejam investir no setor. Esse modelo combina agilidade financeira, rotatividade de capital e potencial de escala.

    • melhora o fluxo de caixa da empresa cliente;
    • reduz a dependência de crédito bancário tradicional;
    • permite acesso mais rápido aos recursos;
    • oferece processos menos burocráticos;
    • cria oportunidades de rentabilidade para a factoring;
    • possibilita diversificação de serviços financeiros;
    • favorece a expansão da base de clientes;
    • apresenta alta rotatividade do capital investido;
    • acompanha a demanda crescente por crédito alternativo.

    Esses fatores ajudam a explicar por que o segmento continua atraindo atenção no mercado financeiro.

    Quais são os principais desafios e riscos?

    Apesar das vantagens, o fomento mercantil também exige atenção aos riscos da operação. Como a factoring depende do recebimento dos créditos adquiridos, a análise da carteira precisa ser criteriosa.

    • inadimplência dos sacados;
    • necessidade de análise de crédito eficiente;
    • pressão competitiva sobre margens;
    • mudanças regulatórias e legais;
    • impactos de oscilações econômicas;
    • necessidade de boa gestão do portfólio.

    Por isso, empresas que atuam nesse setor precisam combinar agilidade comercial com controle rigoroso de risco.

    Qual é o papel da tecnologia no fomento mercantil?

    A tecnologia tem ampliado a eficiência das operações de fomento mercantil. Com sistemas de automação, análise de crédito e acompanhamento em tempo real, a factoring consegue operar com mais controle, velocidade e segurança.

    • automatização de tarefas operacionais;
    • redução de erros manuais;
    • análises de crédito mais ágeis;
    • acompanhamento em tempo real das operações;
    • gestão mais eficiente da carteira de recebíveis;
    • maior escalabilidade do negócio.

    Esse avanço tecnológico se tornou um diferencial importante para empresas que buscam crescer com mais precisão e menos burocracia.

    Fomento mercantil é a mesma coisa que empréstimo?

    Não. Embora ambos envolvam capital, o fomento mercantil não funciona como um empréstimo tradicional. Em vez de contrair uma nova dívida, a empresa antecipa valores que já tem a receber por meio da venda de seus créditos.

    Essa diferença é importante porque muda a natureza da operação e o impacto financeiro para a empresa cliente.

    Por que o fomento mercantil atrai investidores?

    O setor chama atenção por combinar demanda recorrente por liquidez, retorno em ciclos curtos e possibilidade de expansão da carteira. Além disso, o ingresso nesse mercado costuma exigir investimento menor do que outras operações mais complexas do sistema financeiro.

    Para empresários que desejam diversificar a atuação no mercado de crédito, essa pode ser uma alternativa estratégica de negócio.

    Leia também: Deságio o que é: como calcular e importância

    Para acompanhar informações institucionais sobre o setor, vale consultar a ANFAC.

    Conclusão

    Agora que você entendeu o que é fomento mercantil, fica mais fácil perceber por que essa operação se tornou tão importante para empresas que precisam de liquidez e para empresários que desejam atuar no mercado de crédito. O modelo combina agilidade, potencial de rentabilidade e apoio direto à saúde financeira das empresas.

    Se você quer aprofundar seu conhecimento sobre factoring, antecipação de recebíveis e soluções financeiras para empresas, continue acompanhando o blog e descubra novas estratégias para crescer com mais eficiência.

    Contabilizaí Bank é uma empresa de contabilidade especilizada em atividades financeiras, como SecuritizadorasFactorings ESC.

    Continue lendo >>: O que é fomento mercantil e como funciona?
  • Papel do cedente na factoring: entenda

    Papel do cedente na factoring: entenda

    Entender o papel do cedente na factoring é essencial para empresas que buscam liquidez com mais agilidade por meio da antecipação de recebíveis. Nesse tipo de operação, o cedente ocupa uma posição estratégica, porque fornece os títulos, apresenta a documentação e contribui diretamente para a segurança de todo o processo.

    Neste artigo, você vai entender quem é o cedente, quais são suas responsabilidades, como ele influencia a análise da factoring e quais boas práticas ajudam a tornar a operação mais segura e eficiente.

    Quem é o cedente em uma operação de factoring?

    O cedente é a empresa ou a pessoa que transfere seus direitos creditórios para uma empresa de factoring. Em geral, esses créditos são representados por duplicatas, cheques ou outros títulos vinculados a operações comerciais.

    Ao ceder esses recebíveis, o cedente recebe antecipadamente parte do valor dos títulos, já com o desconto dos custos da operação. Esse mecanismo ajuda a melhorar o fluxo de caixa e oferece mais liquidez para o negócio.

    Qual a diferença entre cedente e sacado?

    Essa distinção é importante para evitar confusões dentro da operação de factoring.

    • Cedente: é quem possui o direito de receber o valor do título e decide antecipá-lo;
    • Sacado: é quem deve pagar o título, ou seja, o devedor original da obrigação.

    Enquanto o sacado é responsável pelo pagamento, o cedente atua como a parte que transfere esse crédito para a factoring.

    Qual é o papel do cedente na factoring?

    O papel do cedente na factoring vai muito além da simples cessão de títulos. Ele participa ativamente da construção de uma operação segura, transparente e eficiente. Quanto mais organizadas estiverem as informações fornecidas, maior tende a ser a confiança da factoring na operação.

    Entre as principais atribuições do cedente, destacam-se:

    Veracidade das informações dos títulos

    O cedente precisa garantir que os títulos apresentados sejam legítimos, correspondam a transações comerciais reais e estejam livres de restrições, disputas judiciais ou qualquer outro impedimento.

    Essa verificação é uma etapa essencial, porque a factoring depende da autenticidade dos recebíveis para aprovar a operação com segurança.

    Regularidade fiscal e contábil

    Outro ponto importante é manter a empresa em conformidade fiscal e contábil. Quando o cedente apresenta uma estrutura organizada e demonstrações transparentes, ele transmite mais confiança para a factoring.

    • facilita a análise da operação;
    • reduz questionamentos futuros;
    • fortalece a credibilidade da empresa;
    • contribui para negociações mais seguras.

    Validação dos títulos cedidos

    O cedente também deve apresentar documentos que comprovem a origem e a validade dos créditos. Esse cuidado ajuda a demonstrar que os títulos resultam de operações legítimas e devidamente registradas.

    • notas fiscais;
    • contratos;
    • comprovantes de entrega de mercadorias;
    • registros comerciais;
    • documentos complementares exigidos pela operação.

    Assinatura de contratos

    A formalização da cessão ocorre por meio de contrato. O cedente deve analisar atentamente as cláusulas, entender suas responsabilidades e cumprir todas as condições acordadas. Essa etapa é indispensável para garantir segurança jurídica à operação.

    Colaboração na análise de crédito

    Durante a análise de crédito, o cedente precisa fornecer informações claras, atualizadas e completas sobre seus clientes, histórico de pagamentos, valores e prazos envolvidos. Esse apoio ajuda a factoring a avaliar o risco da operação com mais precisão.

    Quanto mais transparente for esse processo, maior tende a ser a agilidade na liberação dos recursos.

    Por que o cedente é tão importante na antecipação de recebíveis?

    O cedente ocupa uma posição central porque a qualidade da operação depende, em grande parte, das informações e dos documentos que ele apresenta. Quando o cedente atua com responsabilidade, ele reduz riscos, fortalece a confiança entre as partes e torna a antecipação de recebíveis mais eficiente.

    Na prática, a atuação do cedente impacta diretamente:

    • a segurança jurídica da operação;
    • a velocidade da análise e aprovação;
    • a qualidade dos títulos cedidos;
    • as condições de negociação;
    • o relacionamento de longo prazo com a factoring.

    Boas práticas para o cedente em factoring

    Adotar boas práticas fortalece a relação com a factoring e melhora o desempenho das operações. Além de reduzir erros, essas medidas ajudam a transmitir profissionalismo e credibilidade.

    Mantenha a organização financeira e documental

    Deixar notas fiscais, contratos, comprovantes e registros contábeis sempre organizados facilita a análise da factoring e reduz atrasos no processo.

    Cuide da imagem da empresa

    A reputação da empresa influencia a percepção de risco. Um histórico comercial positivo, aliado à ausência de pendências relevantes, contribui para condições mais favoráveis nas negociações.

    Use sistemas integrados de gestão

    Soluções de ERP ajudam a integrar informações fiscais, comerciais e financeiras, reduzindo erros manuais e tornando a operação mais ágil e confiável.

    Respeite prazos e compromissos

    Cumprir os prazos combinados e atender corretamente às exigências contratuais demonstra comprometimento e fortalece a parceria com a factoring.

    Mantenha uma comunicação clara e proativa

    Atualizar a factoring sobre mudanças relevantes, esclarecer dúvidas rapidamente e manter o diálogo aberto ajuda a evitar problemas e acelera a resolução de questões operacionais.

    Como fortalecer a parceria com a factoring?

    Uma relação sólida entre cedente e factoring depende de confiança, organização e previsibilidade. O cedente que atua de forma transparente e estruturada não apenas facilita a antecipação dos recebíveis, como também cria espaço para futuras operações com mais eficiência e melhores condições.

    Para conhecer mais informações sobre o setor, vale acompanhar conteúdos institucionais da ANFAC, entidade representativa do fomento comercial no Brasil.

    Leia também: Antecipação de recebíveis de boleto: guia completo

    Conclusão

    O papel do cedente na factoring é estratégico para o sucesso da antecipação de recebíveis. Quando ele atua com responsabilidade, organização e transparência, toda a operação se torna mais segura, ágil e vantajosa para ambas as partes.

    Quer melhorar sua gestão financeira e aproveitar melhor as oportunidades da antecipação de recebíveis? Continue acompanhando nosso blog e descubra mais conteúdos práticos para fortalecer sua empresa.

    ContabilizaíBank é uma empresa de contabilidade especializada em atividades financeiras, como SecuritizadorasFactorings ESC.

    Continue lendo >>: Papel do cedente na factoring: entenda
  • Como funciona uma administradora de cartões?

    Como funciona uma administradora de cartões?

    Entender como funciona uma administradora de cartões é essencial para empresas que desejam estruturar operações de crédito com mais eficiência, especialmente no varejo. Essa estrutura exerce um papel central na jornada do cartão e pode contribuir diretamente para a bancarização do negócio, a fidelização de clientes e o aumento da rentabilidade.

    Neste artigo, você vai entender o que é uma administradora de cartões, quais funções ela desempenha, como atua no cartão private label e o que considerar na hora de escolher a melhor estrutura para a sua operação.

    O que é uma administradora de cartões?

    A administradora de cartões é a empresa responsável por gerenciar uma operação de cartão de crédito, débito ou private label. Na prática, ela coordena a rotina operacional, financeira e tecnológica do cartão, conectando diferentes agentes do ecossistema de pagamentos.

    Dependendo do modelo adotado, a administradora pode atuar ao lado do emissor, do varejista, da bandeira e de outros parceiros envolvidos na operação.

    • emissão e entrega do cartão;
    • definição de limite de crédito;
    • análise de crédito do cliente;
    • processamento das transações;
    • envio de faturas;
    • cobrança e controle de inadimplência;
    • atendimento ao consumidor.

    Por isso, a administradora não atua apenas como intermediária. Ela participa ativamente da operação e influencia a experiência do cliente e o desempenho financeiro do negócio.

    Como funciona uma administradora de cartões na prática

    Para entender como funciona uma administradora de cartões, vale observar sua atuação no dia a dia. Essa empresa assume a gestão da operação do cartão e garante que todas as etapas ocorram com segurança, conformidade e eficiência.

    Na prática, ela organiza processos que vão desde a concessão do crédito até o relacionamento com o cliente final.

    Principais funções da administradora

    • cadastrar e analisar clientes;
    • emitir cartões físicos ou digitais;
    • definir e revisar limites de crédito;
    • registrar, validar e autorizar compras;
    • emitir faturas e acompanhar pagamentos;
    • renegociar débitos e controlar inadimplência;
    • oferecer suporte e canais de atendimento.

    Essas funções tornam a administradora uma peça estratégica para empresas que querem operar crédito com mais controle.

    O papel da administradora no cartão private label

    No varejo, a administradora de cartões ganha ainda mais relevância quando entra em cena o cartão private label, também conhecido como cartão de loja. Nesse modelo, o cartão funciona dentro do ecossistema do próprio varejista e permite oferecer condições exclusivas de pagamento ao consumidor.

    A administradora do cartão private label gerencia toda a operação financeira e tecnológica vinculada a esse produto.

    • personalização e emissão dos cartões;
    • processamento das compras realizadas na rede;
    • controle de limite e vencimento de faturas;
    • relacionamento com os clientes;
    • gestão de cobrança e recuperação;
    • oferta de benefícios, parcelamentos e programas promocionais.

    Esse modelo permite ao varejo ampliar o relacionamento com sua base de clientes e utilizar o crédito como alavanca de crescimento.

    Quais operações de crédito a administradora pode realizar?

    A administradora de cartões pode apoiar ou gerenciar diferentes modalidades de crédito ligadas ao uso do cartão. Isso amplia o potencial de receitas financeiras do varejista e fortalece sua estratégia de bancarização.

    Crédito rotativo

    Quando o cliente não paga o valor total da fatura, a administradora pode financiar o saldo restante por meio do crédito rotativo, cobrando juros na fatura seguinte.

    Parcelamento de fatura

    A administradora também pode renegociar a fatura e oferecer parcelamento com condições definidas conforme o perfil do cliente e as regras da operação.

    Parcelamento de compras

    Em operações ligadas ao cartão private label, a administradora viabiliza compras parceladas e pode estruturar o fluxo financeiro dessas vendas dentro do ecossistema do varejo.

    Empréstimo pessoal

    Algumas operações permitem que a administradora ofereça crédito adicional ao cliente, com liberação direta de recursos e cobrança futura na fatura ou em modelo específico de financiamento.

    Buy Now Pay Later (BNPL)

    A administradora pode apoiar soluções de pagamento futuro, como crediário digital, Pix parcelado, boleto parcelado e modelos alinhados ao conceito de Buy Now Pay Later.

    Qual a diferença entre administradora, bandeira e processadora?

    Esses três agentes fazem parte do ecossistema de cartões, mas desempenham funções diferentes. Entender essa divisão ajuda o varejista a estruturar melhor sua operação.

    Administradora de cartões

    A administradora gerencia a operação, mantém contato com o cliente, cuida da cobrança, controla limites e acompanha a jornada do cartão.

    Bandeira de cartões

    A bandeira padroniza regras, conecta emissores e adquirentes e viabiliza a aceitação do cartão em diferentes estabelecimentos, quando esse modelo existe.

    Processadora de pagamentos

    A processadora opera nos bastidores da transação. Ela cuida da autorização, liquidação e comunicação tecnológica entre os agentes da operação.

    Enquanto a administradora se relaciona diretamente com o cliente e o varejo, a processadora e a bandeira exercem papéis mais voltados à infraestrutura e à rede de aceitação.

    Como escolher uma administradora de cartões para o seu negócio

    Escolher a administradora certa exige uma análise que vai além de taxas e prazos. O varejista precisa avaliar fatores operacionais, estratégicos, tecnológicos e financeiros para garantir que a estrutura acompanhe o crescimento do negócio.

    Na hora de avaliar uma administradora, vale considerar:

    • modelo de atuação, como full service ou white label;
    • capacidade de integrar soluções de crédito;
    • condições comerciais e participação nas receitas;
    • qualidade da tecnologia e das APIs;
    • capacidade de customização da operação;
    • experiência do cliente e qualidade do suporte;
    • estrutura para escalar a operação no longo prazo.

    Esses pontos afetam diretamente a rentabilidade, a experiência do consumidor e a eficiência da estratégia de crédito.

    Qual é o principal desafio do modelo tradicional?

    No cartão private label, um dos desafios mais relevantes está no enquadramento tributário da operação quando a administradora concentra a receita de juros em um modelo menos eficiente para fins fiscais. Isso pode reduzir margens e limitar o potencial financeiro do projeto.

    Por esse motivo, muitas empresas avaliam estruturas mais sofisticadas para operar crédito com mais eficiência, especialmente quando desejam bancarizar sua operação.

    Como a bancarização pode gerar mais eficiência

    Com o avanço do embedded finance e do Banking as a Service, o varejo passou a buscar formas mais inteligentes de operar crédito. Nesse cenário, entender como funciona uma administradora de cartões se tornou ainda mais importante.

    Ao combinar tecnologia, operação de crédito e estruturas como FIDC ou securitização, o varejista pode ganhar eficiência, melhorar fluxo de caixa e ampliar sua capacidade de monetização.

    Para acompanhar dados e informações oficiais sobre o sistema de pagamentos no Brasil, vale consultar o portal do Banco Central do Brasil.

    Leia também: CCB tokenizada: ABBC e Núclea avançam no crédito

    Conclusão

    Agora que você entende como funciona uma administradora de cartões, fica mais fácil perceber como essa estrutura influencia a operação de crédito, a experiência do cliente e o crescimento financeiro do varejo. Mais do que intermediar pagamentos, a administradora pode se tornar um elemento estratégico dentro da bancarização do negócio.

    Se a sua empresa quer estruturar uma operação de crédito mais eficiente, escalável e alinhada ao seu momento de crescimento, vale aprofundar essa análise. Continue acompanhando o blog para explorar mais conteúdos sobre crédito, varejo e estruturação financeira.

    Fale com a Corbanzaí, contabilidade especializada em correspondentes bancários. Temos também a ContabilizaíBank no grupo, contabilidade especializada em Securitizadora, Factoring e ESC.

    Continue lendo >>: Como funciona uma administradora de cartões?
  • FIDC e crédito estruturado: estratégia em alta

    FIDC e crédito estruturado: estratégia em alta

    O FIDC crédito estruturado tem ganhado espaço no mercado financeiro como uma alternativa relevante para empresas que buscam captação de recursos e para investidores que desejam diversificar a carteira. Com operações mais personalizadas e foco em ativos de crédito, esse modelo se destaca pela flexibilidade e pela sofisticação da estrutura.

    Neste artigo, você vai entender o que é FIDC crédito estruturado, como esse tipo de operação funciona, quais são suas principais vantagens e por que ele vem se consolidando como uma tendência importante no mercado brasileiro.

    O que é FIDC crédito estruturado?

    O FIDC, ou Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, é um veículo de investimento que aplica recursos em recebíveis, como duplicatas, contratos, parcelas a prazo e outros créditos originados por empresas.

    Quando falamos em FIDC crédito estruturado, nos referimos a operações mais elaboradas, que envolvem análise detalhada dos ativos, modelagem financeira personalizada e estruturação de soluções sob medida para atender necessidades específicas de captação.

    Esse modelo costuma unir empresas que precisam de funding com investidores interessados em ativos alternativos dentro do mercado de crédito.

    Como funciona o FIDC crédito estruturado

    Na prática, esse tipo de estrutura segue uma lógica de organização financeira voltada à transformação de recebíveis em uma operação de investimento.

    • a empresa apresenta seus direitos creditórios ou necessidade de estruturação;
    • a operação passa por análise jurídica, financeira e de risco;
    • o fundo é estruturado com regras específicas;
    • investidores aportam recursos na operação;
    • os créditos passam a compor a carteira do FIDC;
    • o retorno depende do desempenho dos ativos e da estrutura do fundo.

    Por isso, o FIDC crédito estruturado exige governança, acompanhamento técnico e uma avaliação criteriosa da qualidade dos recebíveis.

    Por que o crédito estruturado está em alta?

    O crescimento do crédito estruturado está ligado à busca por alternativas ao crédito bancário tradicional e ao avanço da sofisticação do mercado de capitais no Brasil.

    Entre os principais fatores que impulsionam esse movimento, estão:

    • necessidade de novas fontes de captação para empresas;
    • interesse dos investidores por ativos alternativos;
    • busca por diversificação de carteira;
    • crescimento das operações personalizadas de crédito;
    • maior amadurecimento do mercado financeiro.

    Esse cenário abre espaço para gestoras, estruturadores e empresas especializadas ampliarem sua atuação nesse segmento.

    Quais são as vantagens do FIDC crédito estruturado?

    O modelo oferece benefícios para diferentes perfis dentro da operação, tanto do lado da empresa quanto do investidor.

    Para empresas

    • acesso a recursos fora do sistema bancário tradicional;
    • estruturação personalizada conforme a necessidade do negócio;
    • possibilidade de melhorar o fluxo de caixa;
    • maior flexibilidade na organização do passivo.

    Para investidores

    • diversificação em relação a ativos tradicionais;
    • acesso a operações estruturadas;
    • potencial de retorno compatível com o risco assumido;
    • exposição ao mercado de crédito privado.

    Quais riscos merecem atenção?

    Apesar das oportunidades, o FIDC crédito estruturado também exige cautela. Como se trata de uma operação mais técnica, a análise de risco precisa ser feita com profundidade.

    • risco de inadimplência dos créditos;
    • complexidade jurídica e operacional;
    • liquidez mais limitada em algumas estruturas;
    • dependência da qualidade dos ativos cedidos;
    • necessidade de acompanhamento profissional.

    Esses pontos mostram por que a governança da operação faz tanta diferença no desempenho e na segurança do investimento.

    O papel da regulação no mercado de FIDC

    O mercado de FIDCs segue regras definidas pela Comissão de Valores Mobiliários, responsável por supervisionar e regular o funcionamento desses fundos no Brasil. A regulação ajuda a trazer mais transparência, padronização e segurança para as operações.

    Para consultar informações oficiais, vale acompanhar o portal da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

    Quando o FIDC crédito estruturado faz sentido?

    Esse tipo de estrutura costuma fazer mais sentido quando a operação exige personalização, análise específica de recebíveis e uma modelagem financeira alinhada ao perfil da empresa e dos investidores.

    Ele pode ser especialmente relevante em cenários como:

    • empresas que precisam levantar recursos de forma estruturada;
    • negócios com carteira relevante de recebíveis;
    • investidores em busca de ativos menos correlacionados;
    • operações que pedem engenharia financeira mais sofisticada.

    Leia também: Diferença entre cedente e sacado

    Conclusão

    O FIDC crédito estruturado vem se consolidando como uma alternativa cada vez mais relevante no mercado financeiro brasileiro. Ao combinar captação, recebíveis e estruturação personalizada, esse modelo amplia as possibilidades tanto para empresas quanto para investidores.

    Quer acompanhar mais conteúdos sobre FIDCs, mercado de crédito e soluções financeiras estruturadas? Continue acompanhando nosso blog para conteúdos atualizados

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    Continue lendo >>: FIDC e crédito estruturado: estratégia em alta
  • FIDC de precatórios capta R$ 100 milhões

    FIDC de precatórios capta R$ 100 milhões

    O FIDC de precatórios tem ganhado destaque no mercado financeiro como uma alternativa de investimento ligada a direitos creditórios com potencial de retorno e baixa correlação com ativos tradicionais. A recente captação de R$ 100 milhões pela fintech Precato reforça o avanço desse segmento e o interesse crescente de investidores institucionais.

    Neste artigo, você vai entender o que é um FIDC de precatórios, como esse modelo funciona, por que ele tem atraído assets e family offices e quais fatores ajudam a explicar o crescimento desse mercado no Brasil.

    O que é um FIDC de precatórios?

    O FIDC, ou Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, é uma estrutura voltada à aquisição de créditos a receber. No caso do FIDC de precatórios, o fundo investe em títulos decorrentes de dívidas judiciais reconhecidas pela Justiça e devidas pelo poder público.

    Os precatórios representam valores que pessoas físicas ou empresas têm a receber após decisão judicial definitiva. Como esses pagamentos podem levar anos, surgem empresas especializadas na compra e antecipação desses créditos.

    Como funciona o FIDC de precatórios

    Na prática, esse tipo de fundo reúne recursos de investidores para adquirir precatórios com desconto. Depois, o retorno tende a vir da diferença entre o valor pago na compra e o valor recebido no momento da liquidação do crédito.

    • O fundo capta recursos com investidores;
    • Os recursos são usados para comprar precatórios;
    • O credor recebe liquidez antecipada;
    • O fundo aguarda o pagamento pelo ente público;
    • O ganho depende da estrutura da operação e do prazo de recebimento.

    Esse modelo chama atenção tanto pelo potencial de retorno quanto pela possibilidade de diversificação da carteira.

    Fintech de precatórios levanta R$ 100 milhões

    A fintech Precato anunciou a captação de R$ 100 milhões por meio de um novo FIDC de precatórios. Segundo a empresa, este é o sexto fundo estruturado nesse formato, com gestão da TAG Investimentos, que também é sócia da fintech.

    A primeira colocação do fundo atraiu investidores como assets e family offices, o que reforça o interesse do mercado por esse tipo de operação.

    • Captação inicial de R$ 100 milhões;
    • Sexto fundo da fintech nesse modelo;
    • Gestão da TAG Investimentos;
    • Participação de investidores institucionais na primeira rodada;
    • Meta de mobilizar até R$ 500 milhões ao longo de 2026.

    Histórico da empresa no mercado

    Fundada em 2019, a Precato informa já ter intermediado mais de R$ 1,5 bilhão em operações e manter um crescimento médio de 50% ao ano. De acordo com a empresa, os cinco fundos anteriores entregaram retornos acima do CDI em todos os períodos, sem atraso de pagamentos.

    Por que o FIDC de precatórios atrai investidores?

    O interesse por esse mercado está ligado a características específicas dos precatórios, especialmente quando comparados a outros ativos financeiros mais tradicionais.

    • Lastro em dívida pública reconhecida judicialmente;
    • Previsibilidade relativa no fluxo de recebimento;
    • Baixa correlação com ações, fundos imobiliários e crédito privado;
    • Mercado ainda pouco explorado institucionalmente;
    • Potencial de retorno em operações estruturadas.

    Para muitos investidores, essa combinação torna o FIDC de precatórios uma alternativa relevante dentro de uma estratégia de diversificação.

    O papel da CVM nesse mercado

    A evolução regulatória também contribui para o crescimento desse segmento. Com a Resolução CVM 175, parte dos precatórios federais pode ser classificada como direito creditório padronizado dentro de FIDCs, o que amplia o alcance desse tipo de estrutura no mercado de capitais.

    Na prática, isso abre espaço para um universo maior de fundos e investidores, além de fortalecer o ambiente regulatório dessas operações.

    Para consultar informações oficiais sobre o tema, vale acompanhar o portal da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

    O tamanho do mercado de precatórios

    O mercado de precatórios no Brasil movimenta cifras bilionárias. Segundo informações divulgadas pela própria empresa, a Lei Orçamentária Anual de 2026 prevê um passivo de R$ 69 bilhões, distribuído entre mais de 270 mil credores.

    Esse volume ajuda a explicar por que fintechs, gestoras e investidores vêm olhando com mais atenção para esse segmento.

    Quais são os diferenciais desse modelo?

    Ao contrário do modelo financeiro tradicional, em que a empresa oferece produtos ao cliente, a fintech de precatórios compra direitos que o cliente já possui. Assim, ela entrega liquidez antecipada para quem não quer esperar anos pelo pagamento do valor devido pelo poder público.

    Esse formato cria benefícios em duas pontas:

    • Para o credor, há antecipação de recursos com mais liquidez;
    • Para o investidor, há acesso a uma classe de ativos diferenciada.

    Vale a pena acompanhar o FIDC de precatórios?

    O avanço desse mercado mostra que o FIDC de precatórios está se consolidando como uma alternativa relevante dentro do universo de investimentos estruturados. Ainda assim, cada operação tem características próprias e exige análise criteriosa sobre prazo, risco, liquidez e estrutura do fundo.

    Para quem acompanha tendências do mercado financeiro, vale observar como a regulação, o interesse institucional e o crescimento das fintechs especializadas podem ampliar o espaço desse segmento nos próximos anos.

    Leia também: FIDC eficiência tributária no lucro real

    Conclusão

    O FIDC de precatórios ganhou ainda mais visibilidade com a captação de R$ 100 milhões anunciada pela Precato. O movimento mostra como esse mercado vem amadurecendo e atraindo investidores em busca de diversificação, previsibilidade e acesso a ativos menos explorados.

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  • O que é ágio em operação de crédito?

    O que é ágio em operação de crédito?

    Entender o que é ágio em operação de crédito é fundamental para empresas que atuam com concessão, antecipação ou estruturação de crédito. Esse conceito se relaciona diretamente à valorização de ativos financeiros e pode impactar a rentabilidade de operações mais sofisticadas, como securitização de recebíveis e estruturas com FIDC.

    Neste artigo, a ContabilizaíBank explica como o ágio funciona, onde ele aparece nas operações de crédito e por que esse indicador é tão importante para empresas que desejam estruturar operações mais eficientes e atrativas.

    O que é ágio?

    O ágio é a diferença positiva entre o valor nominal ou de referência de um ativo e o valor efetivamente pago por ele em uma negociação. Na prática, ele funciona como um prêmio pago quando o comprador enxerga maior valor naquele ativo, seja pela qualidade, pelo potencial de retorno ou pelo nível de segurança da operação.

    No mercado de crédito, esse conceito aparece quando uma empresa negocia uma carteira de recebíveis, um título ou um direito creditório por um valor superior ao seu valor original.

    Como o ágio funciona na operação de crédito

    Ao compreender o que é ágio em operação de crédito, fica mais fácil visualizar sua aplicação prática. O ágio surge quando o mercado reconhece valor adicional em um ativo de crédito, levando em conta fatores como risco, prazo, previsibilidade de recebimento e qualidade da carteira.

    Operações estruturadas fora do sistema bancário tradicional apresentam esse cenário com frequência, especialmente quando a empresa origina crédito e depois negocia esses ativos com investidores ou veículos especializados.

    • venda de carteira de crédito;
    • antecipação de recebíveis;
    • cessão estruturada de crédito;
    • operações com FIDC;
    • operações com securitizadora.

    Exemplo prático de ágio

    Imagine uma empresa com uma carteira de crédito no valor nominal de R$ 1.500.000. Se essa carteira for negociada por R$ 1.600.000, a diferença positiva representa o ágio da operação.

    Nesse caso, o valor adicional mostra que o investidor atribuiu maior valor à carteira, considerando fatores como boa performance, baixa inadimplência e previsibilidade no fluxo de recebimento.

    Onde o ágio aparece nas operações estruturadas

    O ágio costuma ter papel estratégico em operações mais sofisticadas, especialmente quando há estruturação no mercado de capitais.

    Venda da carteira de crédito

    Quando uma empresa negocia sua carteira de crédito, ela pode receber um valor acima do montante nominal dos recebíveis. Nessa situação, o ágio representa a valorização daquele ativo diante do mercado.

    Essa valorização pode acontecer quando a carteira apresenta histórico consistente, risco controlado e boa capacidade de recuperação.

    Cessão de crédito estruturada

    Em operações mais estruturadas, como as realizadas com FIDC ou securitizadora, a carteira passa por uma análise mais profunda. São avaliados indicadores como inadimplência, concentração de risco, perfil dos tomadores e prazo médio de pagamento.

    Se os números forem positivos, o ativo pode ser negociado com ágio, gerando rentabilidade adicional para quem origina o crédito.

    Quais são os tipos de ágio?

    O ágio pode se manifestar em diferentes contextos. No mercado financeiro e empresarial, alguns tipos merecem destaque.

    Ágio financeiro

    É o mais comum nas operações de crédito. Ele ocorre quando um crédito ou uma carteira é negociado por valor superior ao original, refletindo a atratividade do ativo.

    Ágio comercial

    Aparece em negociações de bens e serviços quando o vendedor comercializa uma mercadoria acima de seu valor de referência, geralmente por demanda, exclusividade ou percepção de valor.

    Ágio em aquisição de empresas

    Nesse caso, o ágio surge quando um comprador adquire uma empresa por um valor superior ao seu valor contábil, refletindo a expectativa de rentabilidade futura, a marca, a carteira de clientes e outros ativos intangíveis.

    Ágio e deságio: qual é a diferença?

    Embora os dois conceitos se relacionem ao valor negociado de um ativo, eles têm sentidos opostos.

    • Ágio: ocorre quando o ativo é negociado acima do valor nominal;
    • Deságio: ocorre quando o ativo é negociado abaixo do valor nominal.

    Em geral, o deságio aparece quando o mercado identifica maior risco, baixa liquidez ou menor previsibilidade de recebimento. Já o ágio funciona como sinal de qualidade e atratividade da operação.

    Por que o ágio é importante em operações de crédito?

    O ágio não representa apenas uma diferença positiva de valor. Ele também sinaliza maturidade operacional, eficiência na gestão da carteira e maior confiança do investidor na qualidade do crédito originado.

    Entre os principais efeitos do ágio nas operações de crédito, estão:

    • rentabilidade adicional para o originador;
    • melhor precificação da operação;
    • indicação de menor risco percebido;
    • maior atratividade para investidores;
    • melhores condições de captação.

    Por isso, empresas que atuam com estruturação de crédito podem usar o ágio como instrumento estratégico para ampliar competitividade e eficiência financeira.

    Como calcular o ágio de uma operação de crédito

    O cálculo do ágio pode ser feito de forma simples a partir da comparação entre o valor nominal do ativo e o valor de venda da operação.

    Fórmula: Ágio = (Valor de venda – Valor nominal) / Valor nominal × 100

    Retomando o exemplo anterior:

    • valor nominal: R$ 1.500.000;
    • valor de venda: R$ 1.600.000;
    • ágio: 6,67%.

    Esse percentual mostra quanto a operação gerou acima do valor original da carteira. Em operações mais complexas, também vale considerar encargos, custos e eventuais ajustes sobre valor presente líquido.

    O papel do ágio na securitização

    Em estruturas como FIDCs e securitizadoras, o ágio pode influenciar diretamente a precificação da operação e o interesse dos investidores. Quando a empresa negocia uma carteira com valorização, ela sinaliza a boa qualidade do ativo e a maturidade do originador.

    Além disso, o ágio pode impactar a modelagem da operação, a expectativa de retorno e até a atratividade das cotas dentro de estruturas mais sofisticadas.

    Para consultar informações oficiais sobre o mercado de capitais e estruturas reguladas, vale acompanhar o portal da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

    Leia também: Duplicata escritural no risco sacado

    Conclusão

    Agora que você entendeu o que é ágio em operação de crédito, fica mais fácil perceber como esse conceito pode influenciar a rentabilidade, a precificação e a atratividade de ativos financeiros dentro de operações estruturadas.

    Para empresas que atuam com concessão, antecipação ou securitização de crédito, dominar esse conceito é um passo importante para tomar decisões mais estratégicas e construir operações mais eficientes. Somos uma empresa de contabilidade especializada em atividades financeiras, como SecuritizadorasFactorings ESC. E temos a Corbanzaí no grupo, especialista em Contabilidade para Correspondentes Bancários.

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