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  • Regulamentação do BaaS pelo Banco Central: o que muda no setor

    Regulamentação do BaaS pelo Banco Central: o que muda no setor

    A regulamentação do BaaS pelo Banco Central marca um novo capítulo para empresas que oferecem serviços financeiros por meio de parcerias com instituições autorizadas. A norma recém-publicada estabelece regras claras para governança, segurança, riscos e transparência, trazendo mais previsibilidade ao modelo de Banking as a Service.

    Neste artigo, você entenderá o que muda com a nova regulamentação, quais são as responsabilidades das partes envolvidas e como o mercado deve se adaptar até 2026.

    O que é BaaS e por que o BC decidiu regulamentar?

    O Banking as a Service (BaaS) permite que empresas, inclusive não financeiras, ofereçam produtos como contas de pagamento, cartões e serviços bancários digitais por meio de uma instituição regulada pelo BC.

    A expansão acelerada do modelo e o aumento do número de parcerias criaram a necessidade de padronizar regras, mitigar riscos e garantir maior proteção ao consumidor.

    Segundo o BC, o objetivo da norma é:

    • Reduzir riscos operacionais e jurídicos;
    • Proteger clientes e instituições envolvidas;
    • Promover eficiência e competitividade no sistema financeiro;
    • Ampliar o acesso a serviços bancários estruturados com segurança.

    Principais pontos da regulamentação

    A norma publicada define responsabilidades, limitações e requisitos mínimos para as instituições que ofertam ou contratam serviços de BaaS.

    1. Governança corporativa e controles internos

    As prestadoras de BaaS devem implementar estruturas robustas de:

    • Governança;
    • Gerenciamento de riscos;
    • Controles internos;
    • Procedimentos de conduta e segurança operacional.

    2. Responsabilidade e transparência

    A regulamentação exige que:

    • A prestadora de BaaS seja claramente identificada ao cliente;
    • Informações estejam visíveis em canais digitais, documentos e instrumentos de pagamento;
    • Dados e relatórios fiquem à disposição do Banco Central.

    3. Regras para contratação de múltiplas prestadoras

    O texto final flexibilizou uma preocupação inicial: a proibição de contratar mais de uma prestadora de BaaS.

    Não é permitido que uma tomadora tenha duas prestadoras diferentes para oferecer:

    • Abertura, manutenção e encerramento de contas (depósitos, poupança, pré e pós-pagas);
    • Serviços de pagamento vinculados às contas.

    Exceção: quando tomadora e prestadora pertencem ao mesmo conglomerado prudencial.

    4. Prazos de adaptação

    A regra vale imediatamente, mas os contratos vigentes podem ser ajustados até:

    31 de dezembro de 2026.

    Impactos esperados no mercado de BaaS

    A regulamentação tende a gerar efeitos significativos no setor:

    • Mais segurança jurídica para empresas que desejam operar com BaaS;
    • Ambiente competitivo mais equilibrado com regras claras;
    • Proteção ao usuário final com identificação obrigatória da instituição responsável;
    • Expansão sustentável da inovação financeira.

    Conclusão

    A regulamentação do BaaS pelo Banco Central representa um avanço importante para o ecossistema financeiro digital no Brasil. Ao definir limites, responsabilidades e exigências de transparência, a norma cria um ambiente mais seguro, competitivo e preparado para novas soluções financeiras.

    Com prazo de adaptação até 2026, empresas terão tempo para ajustar seus modelos e reforçar a governança de seus serviços.

    Continue acompanhando o blog da Contabilizaí Bank e fique por dentro das principais evoluções do mercado financeiro e contábil.

    A ContabilizaíBank é uma contabilidade especializada em atividades financeiras, como Securitizadoras, Factorings e ESC.

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  • Pequenos negócios lucrativos: por que a ESC se tornou uma grande oportunidade

    Pequenos negócios lucrativos: por que a ESC se tornou uma grande oportunidade

    A busca por pequenos negócios lucrativos tem crescido no Brasil, especialmente entre quem deseja complementar a renda ou iniciar um empreendimento próprio com baixo risco. Dentro desse cenário, a Empresa Simples de Crédito (ESC) se destaca como uma das alternativas mais acessíveis, seguras e rentáveis, e tem ganhado força desde sua criação pela Lei Complementar nº 167/2019.

    Neste artigo, você vai entender por que a ESC está entre os modelos mais promissores do país, como ela funciona na prática e o que é necessário para abrir uma.

    O que é uma Empresa Simples de Crédito (ESC)?

    A ESC é um modelo criado para permitir que pessoas físicas emprestem capital próprio para Microempreendedores Individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte. Diferente de bancos, ela não utiliza recursos de terceiros: toda operação vem do capital social integralizado pelo próprio empreendedor.

    Ou seja, a ESC funciona como um pequeno negócio de crédito local, mas dentro de regras claras, legais e com forte potencial de retorno financeiro, tornando-se uma das principais referências quando falamos em pequenos negócios lucrativos ESC.

    Por que a ESC está entre os pequenos negócios lucrativos no Brasil?

    1. Rentabilidade muito acima da média

    A receita da ESC vem dos juros cobrados em operações de:

    • empréstimos;
    • financiamentos;
    • antecipação de recebíveis;
    • desconto de títulos.

    Em mercados locais com escassez de crédito, as taxas são competitivas e podem trazer ganhos previsíveis e constantes, o que posiciona a ESC entre os pequenos negócios lucrativos ESC mais atrativos.

    2. Mercado gigante e pouco explorado

    Desde a criação da lei, mais de mil ESCs foram abertas no Brasil. Pode parecer muito, mas esse número representa menos de 0,5% da demanda total de crédito das micro e pequenas empresas.

    Em muitas cidades, não há sequer uma ESC operando, um cenário ideal para quem deseja se posicionar com vantagem em um negócio local, recorrente e de alta demanda.

    3. Baixo custo de operação

    A ESC:

    • pode funcionar totalmente de forma digital;
    • exige equipe mínima ou nenhuma;
    • não precisa de estrutura física robusta;
    • permite operar do próprio home office.

    Isso a coloca entre os pequenos negócios lucrativos mais acessíveis para quem quer começar no mercado financeiro sem montar um banco ou uma instituição complexa.

    4. Autonomia total nas operações

    Quem abre uma ESC tem autonomia para:

    • definir taxas de juros conforme o risco e o mercado;
    • estabelecer prazos e condições de pagamento;
    • estruturar diferentes tipos de contratos;
    • exigir garantias reais, como imóveis e veículos;
    • incluir avalistas para aumentar a segurança jurídica.

    Essa flexibilidade permite controlar o risco, rentabilidade e perfil da carteira de clientes com bastante precisão.

    Requisitos para abrir uma ESC

    Para que sua empresa se enquadre como Empresa Simples de Crédito, é preciso seguir alguns pontos previstos em lei:

    • oferecer empréstimos, financiamentos e desconto de títulos apenas para MEIs, micro e pequenas empresas;
    • atuar exclusivamente com capital próprio;
    • não usar a palavra “banco” ou termos que remetam a instituições financeiras no nome empresarial;
    • operar somente no município de origem e municípios limítrofes;
    • ter receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões;
    • não contrair empréstimos para emprestar mais;
    • ter sócios apenas pessoas físicas, que não participem de outra ESC;
    • integralizar o capital social em moeda corrente nacional;
    • atuar como empresário individual ou sociedade limitada (podendo ser ME ou EPP);
    • não optar pelo Simples Nacional.

    Essas regras garantem que a ESC atue de forma transparente, organizada e em conformidade com o marco legal.

    Por que investir no setor de crédito rende tanto?

    O setor financeiro é historicamente um dos mais lucrativos do mundo. Não à toa, bancos e instituições financeiras lucram bilhões todos os anos com operações de crédito.

    Ao abrir uma Empresa Simples de Crédito, o empreendedor replica, em pequena escala e com capital próprio, um modelo que há décadas gera resultados consistentes, com a vantagem de atuar de forma mais próxima, regional e personalizada.

    Dentro do universo dos pequenos negócios lucrativos ESC, a ESC se destaca justamente por unir:

    • alta demanda por crédito;
    • modelo regulado em lei;
    • operações locais com relacionamento direto;
    • potencial de retorno bem acima de aplicações tradicionais.

    Como começar com segurança

    Para abrir e operar uma ESC com segurança, é fundamental:

    • formalizar corretamente o CNPJ e o contrato social;
    • seguir os requisitos da Lei Complementar nº 167/2019;
    • contar com assessoria contábil especializada em ESC;
    • adotar boas práticas de análise de crédito e cobrança.

    Leia também: Segunda fonte de renda com ESC: como começar com segurança

    Conclusão

    A Empresa Simples de Crédito reúne tudo o que caracteriza pequenos negócios lucrativos ESC: baixa complexidade operacional, alta rentabilidade, autonomia e um mercado enorme ainda pouco explorado. Para quem deseja transformar capital próprio em uma fonte de renda constante e segura, a ESC é uma das melhores oportunidades dos últimos anos.

    Se você quer começar nesse mercado com orientação profissional e segurança jurídica, a ContabilizaíBank está preparada para ajudar a tirar esse projeto do papel.

    Contabilizaí Bank é uma empresa de contabilidade especilizada em atividades financeiras, como SecuritizadorasFactorings ESC.

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    Continue lendo >>: Pequenos negócios lucrativos: por que a ESC se tornou uma grande oportunidade
  • Segunda fonte de renda com ESC: como começar com segurança

    Segunda fonte de renda com ESC: como começar com segurança

    A busca por uma segunda fonte de renda com ESC tem crescido no Brasil, especialmente entre pessoas que desejam aumentar os ganhos mensais sem depender apenas de salário ou aposentadoria. A Empresa Simples de Crédito surgiu como uma alternativa legal, flexível e acessível para gerar retorno financeiro com autonomia e baixo custo.

    Se você deseja entender como funciona esse modelo e por que ele pode ser uma ótima oportunidade, este artigo é para você.

    O que é uma Empresa Simples de Crédito (ESC)?

    Criada pela Lei Complementar nº 167/2019, a Empresa Simples de Crédito (ESC) permite que pessoas físicas emprestem o próprio capital para microempreendedores, microempresas e empresas de pequeno porte.

    Diferente de bancos e financeiras, a ESC opera de forma regional, com regras claras e menos burocracia. Isso possibilita oferecer crédito direto a quem realmente precisa, com juros competitivos e contratos transparentes.

    Por que a ESC é ideal para gerar segunda renda?

    1. Flexibilidade total de operação

    Com uma ESC, você pode decidir:

    • quanto emprestar;
    • para quem emprestar;
    • quais taxas de juros cobrar;
    • quando operar.

    Não é necessário ter ponto comercial nem equipe. O modelo permite trabalhar de casa, usando apenas computador e celular.

    2. Rentabilidade acima de investimentos tradicionais

    Enquanto produtos financeiros comuns oferecem rendimentos limitados, a ESC possibilita juros mensais que podem variar entre 4% e 6%, dependendo do risco e das garantias.

    Isso torna o modelo uma excelente opção de segunda fonte de renda com ESC, principalmente para quem busca retorno consistente e escalável.

    3. Baixo custo para começar

    Não é preciso comprar franquias ou investir em estrutura física. A ESC é simples, acessível e pode ser aberta com capital próprio e documentação básica.

    4. Nicho real e pouco atendido

    Muitas pequenas empresas têm dificuldade para obter crédito em bancos. Oferecendo atendimento humanizado e juros justos, você conquista clientes com facilidade e cria uma operação sustentável.

    Quais são os riscos e como reduzi-los?

    Emprestar dinheiro sempre envolve riscos, principalmente de inadimplência. Para operar com segurança, é essencial:

    • realizar análise de crédito detalhada;
    • exigir garantias reais, como imóveis ou veículos;
    • utilizar contratos jurídicos bem estruturados;
    • contar com sistema de gestão para acompanhar operações;
    • evitar concentração de crédito em poucos tomadores.

    Com esses cuidados, a ESC se torna um negócio seguro e previsível.

    Como começar sua ESC com apoio profissional

    Para abrir e operar uma Empresa Simples de Crédito, você precisará:

    • formalizar a empresa com CNAE correto;
    • seguir obrigações contábeis e fiscais específicas;
    • conhecer técnicas básicas de análise de crédito;
    • utilizar um sistema de gestão para contratos e garantias.

    Contar com uma contabilidade especializada em ESC, como a Contabilizaí Bank, garante segurança jurídica, conformidade e suporte estratégico desde a abertura até a operação diária.

    Conheça também nosso conteúdo sobre Empresa Simples de Crédito ou Franquia de Crédito: Qual Modelo Vale Mais a Pena?

    Conclusão

    Se você busca uma forma inteligente, lucrativa e segura de aumentar seus ganhos, a segunda fonte de renda com ESC é uma das melhores alternativas do mercado. Com autonomia, baixa burocracia e alta rentabilidade, esse modelo permite empreender ajudando empresas da sua região a crescer.

    Quer abrir sua ESC ou operar com segurança?
    ContabilizaíBank é uma empresa de contabilidade especializada em atividades financeiras, como SecuritizadorasFactorings ESC.

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    Continue lendo >>: Segunda fonte de renda com ESC: como começar com segurança
  • Empresa Simples de Crédito ou Franquia de Crédito: Qual Modelo Vale Mais a Pena?

    Empresa Simples de Crédito ou Franquia de Crédito: Qual Modelo Vale Mais a Pena?

    Muita gente que deseja empreender no setor financeiro começa pesquisando sobre franquias de crédito ou sobre como virar correspondente bancário. Mas existe uma alternativa mais simples, lucrativa e independente: a empresa simples de crédito (ESC).

    Se você está avaliando qual é o melhor modelo para ganhar dinheiro no mercado financeiro, este artigo explica de forma objetiva as diferenças, e por que a empresa simples de crédito pode ser a opção mais vantajosa.

    Franquia de Crédito x Empresa Simples de Crédito: O que realmente muda?

    Franquias e ESC são modelos completamente diferentes, principalmente no que diz respeito a autonomia, lucratividade e regras operacionais.

    A seguir, você verá uma comparação clara entre eles.

    1. Lucratividade: comissão x lucro dos juros

    Franquia de crédito

    O franqueado recebe comissões pelas operações feitas para bancos e financeiras parceiras. Seu ganho depende do volume de contratos, regras da franqueadora e aprovação das instituições.

    Empresa simples de crédito

    Na ESC, você empresta seu próprio capital e recebe 100% do lucro dos juros, após impostos. Você é dono do resultado financeiro, algo impossível em franquias.

    ✔ Vantagem para a ESC

    2. Autonomia e liberdade para operar

    Franquia de crédito

    Regras comuns incluem:

    • pagamento de royalties;
    • padrões de identidade visual;
    • processos obrigatórios;
    • limitações de atuação;
    • uso da marca mediante contrato.

    Ou seja: você trabalha sob o modelo de outra empresa.

    Empresa simples de crédito

    A ESC é totalmente sua:

    • sem royalties;
    • sem regras de franquia;
    • sem padrões visuais obrigatórios;
    • total liberdade para decidir taxas, atendimento e formato de operação.

    Hoje, a maior parte das operações acontece online, não é preciso uma loja física.

    ✔ Vantagem para a ESC

    3. Controle sobre a carteira de clientes

    Franquia de crédito

    O cliente pertence à rede, não ao franqueado. Em muitos casos, você está limitado ao portfólio da franqueadora.

    Empresa simples de crédito

    A carteira é inteiramente sua. Você decide:

    • quem pode receber crédito;
    • qual taxa aplicar;
    • como expandir sua operação.

    Esse é um dos maiores diferenciais competitivos do modelo.

    ✔ Vantagem para a ESC

    4. Já atua como correspondente bancário? A ESC amplia sua rentabilidade

    Correspondentes bancários dependem de:

    • regras de bancos;
    • aprovações externas;
    • comissões fixas.

    Para quem já trabalha com crédito, abrir uma ESC é um avanço natural, pois permite:

    • atender clientes que o banco não aprova;
    • diversificar produtos;
    • aumentar margens;
    • conquistar autonomia.

    A ESC não substitui o correspondente, ela potencializa.

    ✔ Vantagem para a ESC

    5. Custos para começar

    Franquia de crédito

    Custos típicos incluem:

    • taxa de franquia;
    • royalties mensais;
    • investimento em estrutura;
    • treinamentos pagos ou obrigatórios.

    Empresa simples de crédito

    A ESC tem baixo custo de entrada, pois não envolve compra de marca nem pagamento recorrente de taxas.

    ✔ Vantagem para a ESC

    Quando uma franquia pode fazer sentido?

    Franquias podem interessar quem:

    • prefere seguir um modelo pronto;
    • busca suporte inicial de marca;
    • deseja usar um nome já reconhecido.

    Mas ainda assim, os ganhos continuam limitados às comissões.

    Por que tantas pessoas migram para a Empresa Simples de Crédito?

    Porque é o único modelo que oferece simultaneamente:

    • autonomia total;
    • operação digital;
    • baixo custo de entrada;
    • retorno direto sobre o capital investido;
    • liberdade para escalar o negócio;
    • flexibilidade para atender diferentes perfis de clientes.

    Como estruturar sua Empresa Simples de Crédito com segurança

    Apesar da simplicidade, a ESC exige:

    • constituição societária específica;
    • cuidados contábeis;
    • registros formais de operações;
    • compliance financeiro.

    É por isso que uma contabilidade especializada em ESC, como a Contabilizaí Bank, é essencial para garantir uma operação segura e dentro da lei desde o primeiro dia.

    Conclusão: ESC ou franquia de crédito? Qual vale mais?

    Se o seu objetivo é construir um negócio próprio, com liberdade, alta rentabilidade e poder de decisão, a empresa simples de crédito se destaca como o modelo mais vantajoso.

    Franquias e correspondentes podem ser caminhos válidos, mas nenhum oferece o nível de autonomia, margem de lucro e expansão que a ESC proporciona.

    Quer estruturar sua ESC com segurança contábil e começar do jeito certo?ContabilizaíBank é uma empresa de contabilidade especializada em atividades financeiras, como SecuritizadorasFactorings ESC.

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    Continue lendo >>: Empresa Simples de Crédito ou Franquia de Crédito: Qual Modelo Vale Mais a Pena?
  • Empresa Simples de Crédito (ESC): rentabilidade com segurança

    Empresa Simples de Crédito (ESC): rentabilidade com segurança

    A Empresa Simples de Crédito (ESC) tem ganhado destaque no cenário financeiro brasileiro por oferecer uma forma simples, legal e segura de investir. Ideal para quem deseja fazer o dinheiro render de forma inteligente, a ESC permite que pessoas físicas emprestem capital próprio a micro e pequenas empresas da sua região, estimulando o crescimento econômico local.

    O que é e como funciona uma Empresa Simples de Crédito (ESC)?

    A ESC foi criada pela legislação brasileira para aproximar investidores e empresários locais. Na prática, funciona como uma espécie de “mini instituição financeira”, onde o investidor pode emprestar o próprio capital diretamente a pequenas empresas, com contratos formalizados e juridicamente seguros.

    Com isso, o investidor recebe juros sobre o valor emprestado, enquanto o empreendedor tem acesso facilitado ao crédito, tudo de forma legal e desburocratizada.

    Por que abrir uma ESC é uma boa oportunidade?

    Entre os principais motivos que tornam a empresa simples de crédito uma opção atrativa estão a rentabilidade e o baixo custo de operação. Veja alguns destaques:

    1. Rentabilidade acima da média

    Enquanto aplicações tradicionais, como poupança e CDBs, oferecem rendimentos modestos, uma ESC pode gerar juros de 2% a 5% ao mês, dependendo do perfil de risco e das garantias dos contratos.

    2. Baixa burocracia e investimento inicial acessível

    Para abrir uma ESC, não é necessário obter autorização do Banco Central. A operação é simples e pode ser feita até de casa, utilizando sistemas digitais de controle e gestão.

    3. Controle total sobre o crédito

    O investidor define todas as condições: taxa de juros, prazos e garantias. Isso permite um controle total sobre o nível de risco e a lucratividade das operações.

    4. Estímulo à economia local

    Ao emprestar para micro e pequenas empresas, a ESC ajuda a movimentar o comércio e o setor produtivo local, contribuindo para o desenvolvimento econômico da região.

    Como abrir e operar uma Empresa Simples de Crédito

    A abertura de uma ESC é relativamente simples, mas requer atenção às obrigações contábeis e jurídicas. É importante contar com um suporte especializado em contabilidade para ESC para garantir que todas as operações sejam seguras e transparentes.

    Confira alguns passos básicos:

    • Formalizar a constituição da empresa;
    • Registrar o CNPJ e enquadramento correto;
    • Manter escrituração contábil regular;
    • Elaborar contratos de crédito claros e juridicamente válidos;
    • Fazer análise de crédito e exigir garantias reais sempre que possível.

    Dicas para uma ESC lucrativa e segura

    Antes de conceder crédito, é essencial avaliar o histórico e a capacidade de pagamento do cliente. Outras boas práticas incluem:

    • Exigir garantias reais (imóveis, veículos ou avalistas);
    • Evitar concentração de crédito em poucos tomadores;
    • Manter comunicação próxima com os clientes;
    • Usar sistemas de gestão digital para acompanhar os contratos.

    ESC e o futuro do crédito no Brasil

    Com o avanço da digitalização e o crescimento das fintechs, as empresas simples de crédito ocupam um papel importante no fortalecimento do crédito regional. Elas preenchem uma lacuna deixada pelos grandes bancos e democratizam o acesso a financiamentos.

    Modelos como as ESCs ajudam a descentralizar o crédito, beneficiando tanto investidores quanto pequenos empreendedores.

    Faça seu capital trabalhar com inteligência

    A empresa simples de crédito (ESC) representa uma oportunidade para quem deseja rentabilidade com propósito: lucrar e, ao mesmo tempo, impulsionar a economia local. Com o suporte contábil adequado, é possível operar com segurança e cumprir todas as exigências legais.

    Quer entender melhor como esse modelo pode se encaixar na sua estratégia financeira? Acompanhe os conteúdos do blog da Contabilizaí Bank e descubra como a contabilidade especializada pode transformar a gestão de negócios financeiros.

    Para saber mais sobre o funcionamento legal da ESC, acesse o site oficial do Governo Federal.

    A ContabilizaíBank é uma contabilidade especializada em atividades financeiras, como Securitizadoras, Factorings e ESC.

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  • Factoring e ESCs ficam mais caras com o aumento do IOF

    Factoring e ESCs ficam mais caras com o aumento do IOF

    O recente aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) trouxe efeitos imediatos sobre o custo de operações de crédito, especialmente nas atividades de factoring e das Empresas Simples de Crédito (ESCs). Em contrapartida, as notas comerciais permanecem isentas da incidência do tributo, o que pode modificar a dinâmica do mercado financeiro.

    Aumento do IOF e seus impactos nas operações de factoring

    O IOF incide sobre operações de crédito, câmbio, seguro e títulos ou valores mobiliários. Com a elevação das alíquotas, as operações de factoring, que envolvem a aquisição de direitos creditórios, ficaram mais onerosas. Esse encarecimento impacta diretamente:

    • O custo de capital para pequenas e médias empresas;
    • A precificação dos serviços prestados pelas factorings;
    • A competitividade das empresas no mercado.

    Além disso, o aumento pode restringir o acesso de empresas que dependem dessas operações para financiar seu fluxo de caixa.

    ESCs também sofrem com o aumento do IOF

    As Empresas Simples de Crédito, criadas para fomentar o crédito local e regional, também são impactadas pelo aumento do IOF. Suas operações, essencialmente voltadas para micro e pequenas empresas, tornam-se mais caras, reduzindo o potencial de inclusão financeira.

    Esse cenário preocupa especialmente em regiões onde o acesso ao crédito bancário tradicional é mais restrito, fazendo das ESCs uma alternativa importante para o desenvolvimento econômico.

    Notas comerciais seguem livres do IOF

    Em contraste com as operações de factoring e das ESCs, as notas comerciais continuam fora do campo de incidência do IOF. Esse instrumento, que ganhou força após a Lei nº 14.195/2021, representa uma opção mais econômica para captação de recursos, pois:

    • Não está sujeita ao IOF;
    • Possui estrutura jurídica simplificada;
    • Pode ser utilizada por sociedades anônimas e limitadas.

    Diante do aumento do imposto sobre outras modalidades, a tendência é que as notas comerciais ganhem ainda mais espaço como alternativa de financiamento.

    Estratégias diante do novo cenário tributário

    Empresas e instituições financeiras precisam reavaliar suas estratégias de financiamento. Entre as principais medidas estão:

    • Análise comparativa entre operações tributadas e isentas;
    • Revisão de contratos e custos operacionais;
    • Adoção de instrumentos financeiros mais eficientes, como as notas comerciais.

    O planejamento tributário se torna essencial para mitigar os impactos do aumento do IOF e preservar a competitividade das operações.

    O aumento do IOF encarece significativamente as operações de factoring e das ESCs, exigindo cautela e revisão das estratégias financeiras. Por outro lado, as notas comerciais se consolidam como uma alternativa isenta e vantajosa, ampliando suas perspectivas no mercado brasileiro.

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