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  • CPC 51 da CVM: o que muda nas demonstrações financeiras a partir de 2027

    CPC 51 da CVM: o que muda nas demonstrações financeiras a partir de 2027

    A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu uma consulta pública para discutir a adoção obrigatória do CPC 51 da CVM, prevista para 2027. A norma promete modernizar a apresentação das demonstrações financeiras e aumentar a transparência das companhias abertas brasileiras.

    Neste artigo, você entende o que muda, por que essa atualização é importante e como ela afeta o mercado.

    O que é o CPC 51 da CVM?

    O CPC 51 da CVM é o Pronunciamento Técnico que revisa a forma como empresas classificam e divulgam suas informações financeiras. A norma é resultado do processo de revisão conduzido pelo International Accounting Standards Board (IASB), alinhando o Brasil às práticas internacionais.

    Ele substituirá a Resolução 106/22, baseada no CPC 26 (R1), trazendo uma estrutura mais clara, atual e padronizada.

    Principais mudanças trazidas pelo CPC 51 da CVM

    1. Nova classificação de receitas e despesas

    • Operacional
    • Investimento
    • Financiamento
    • Tributos sobre lucro
    • Operações descontinuadas

    Essa segmentação facilita a análise de desempenho para investidores e órgãos reguladores.

    2. Divulgação obrigatória de métricas de desempenho

    As métricas utilizadas na análise financeira devem aparecer de forma transparente nas notas explicativas, permitindo maior comparabilidade entre empresas.

    3. Novos critérios de agregação e desagregação

    A norma fortalece a clareza das demonstrações, exigindo que itens relevantes sejam destacados e que agrupamentos não escondam informações importantes.

    4. Novos subtotais na DRE

    • Lucro ou prejuízo operacional
    • Lucro ou prejuízo antes de financiamento e tributos sobre lucro

    Esses subtotais ajudam o investidor a compreender melhor a performance do negócio, isolando efeitos financeiros e tributários.

    Consulta pública e cronograma

    A minuta da norma está aberta para contribuições até 12 de setembro, dentro da Consulta Pública SNC 01/25. A adoção se tornará obrigatória para companhias abertas a partir de 2027.

    Por que o CPC 51 da CVM importa para o mercado?

    A atualização impacta diretamente:

    • Companhias abertas
    • Investidores
    • Analistas
    • Auditorias
    • Empresas com estruturas financeiras sofisticadas

    Com demonstrações mais claras, a tomada de decisão se torna mais segura e alinhada às melhores práticas internacionais.

    Impacto nas empresas com estruturas financeiras complexas

    Negócios que lidam com crédito estruturado, antecipação, securitização ou operações reguladas ganham ainda mais com a padronização contábil:

    • Melhora a compreensão da real performance operacional
    • Aumenta a comparabilidade com concorrentes
    • Favorece auditorias e due diligences
    • Reforça a governança

    Como se preparar para o CPC 51 da CVM?

    Passos recomendados:

    • Revisar o plano de contas e classificações contábeis
    • Ajustar o sistema de registro de despesas e receitas
    • Adequar notas explicativas
    • Alinhar métricas de desempenho com o novo modelo
    • Avaliar impactos no fluxo de informações internas
    • Contar com apoio contábil especializado

    Conclusão: modernização que aumenta clareza e competitividade

    A chegada do CPC 51 da CVM representa uma evolução importante na qualidade das demonstrações financeiras no Brasil. Com informações mais claras e alinhadas ao padrão internacional, empresas ganham credibilidade e investidores tomam decisões mais embasadas.

    Se sua empresa precisa se preparar para essa mudança, especialmente se atua com estruturas financeiras complexas, conte com a Contabilizaí Bank.

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    ContabilizaíBank é uma empresa de contabilidade especializada em atividades financeiras, como SecuritizadorasFactorings ESC.

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  • Atuação do Correspondente Bancário: Guia Atual e Completo

    Atuação do Correspondente Bancário: Guia Atual e Completo

    A atuação do correspondente bancário ganhou força nos últimos anos, acompanhando a digitalização do mercado financeiro e a expansão do crédito no Brasil. O papel desse profissional é essencial para ampliar o acesso da população a serviços bancários, principalmente em regiões onde não há agências físicas. Neste artigo, você vai entender o que é a atuação do correspondente bancário, quais serviços podem ser oferecidos, como funciona a regulamentação e quais modelos operacionais existem hoje no mercado.

    O que é a atuação do correspondente bancário?

    A atuação do correspondente bancário consiste na prestação de serviços financeiros em nome de instituições autorizadas pelo Banco Central. Embora não seja um banco, o correspondente funciona como uma ponte entre o cliente e a instituição financeira, ampliando o acesso a crédito, pagamentos, recebimentos e outros serviços essenciais.

    Essa atividade é regulamentada principalmente pelas resoluções CMN nº 3.954/2011 e CMN nº 4.935/2021, que definem responsabilidades, limites de atuação e requisitos técnicos, incluindo certificações e controles de compliance.

    Serviços permitidos ao correspondente bancário

    A atuação do correspondente bancário é ampla, mas sempre depende dos contratos firmados com cada banco parceiro. Entre os principais serviços autorizados pelo Banco Central, destacam-se:

    Serviços transacionais

    • Recebimento de boletos e contas;
    • Pagamentos diversos;
    • Abertura de contas de depósito e contas de pagamento;
    • Transferências eletrônicas;
    • Recebimento de benefícios sociais.

    Serviços negociais

    • Intermediação de propostas de crédito;
    • Simulação, coleta de documentos e acompanhamento da operação;
    • Financiamento de veículos;
    • Crédito imobiliário;
    • Consórcios;
    • Seguros vinculados;
    • Operações de câmbio dentro das normas do Bacen (até US$ 3.000,00 por operação).

    Esses serviços tornam a atuação do correspondente bancário uma atividade acessível e de grande impacto social.

    Principais áreas de atuação do correspondente bancário

    O correspondente bancário pode atuar em diversos formatos e nichos de mercado. Entre os mais comuns:

    • Lotéricas e estabelecimentos comerciais;
    • Escritórios multibancos;
    • Escritórios exclusivos de bancos públicos ou privados;
    • Correspondentes digitais (100% online);
    • Franquias de crédito;
    • Call centers especializados (modelo em declínio);
    • Promotoras de crédito;
    • Nichos específicos: consignado, crédito rural, CDC, imobiliário, entre outros.

    Essa variedade permite ao profissional escolher o modelo que melhor se adapta ao seu perfil, estrutura e objetivos de crescimento.

    Tipos de correspondentes bancários

    A atuação do correspondente bancário costuma ser classificada em dois grandes grupos:

    Correspondente transacional

    O correspondente transacional realiza serviços básicos e automatizados, sem envolvimento direto na negociação com o cliente. O foco está na execução de operações simples, como recebimento de contas, pagamentos e serviços de atendimento inicial.

    Correspondente negocial

    No modelo negocial, o profissional tem maior autonomia e atua diretamente na oferta e na intermediação de produtos financeiros, como crédito pessoal, consignado, crédito imobiliário, seguros e financiamentos. Além da parte transacional, ele orienta o cliente, coleta documentos, simula propostas e conduz o processo até a formalização junto ao banco parceiro.

    Por isso, a atuação do correspondente bancário no modelo negocial é a mais buscada por quem deseja empreender no mercado de crédito.

    Quanto ganha um correspondente bancário?

    A remuneração do correspondente bancário varia conforme o volume de operações, tipo de produto e região de atuação. De forma geral, correspondentes focados em produtos negociais, como consignado, imobiliário ou financiamento de veículos, conseguem ganhar:

    • R$ 3.000,00 a R$ 7.000,00 mensais como agentes de crédito;
    • Valores superiores quando estruturados como escritório ou promotora de crédito.

    Como a remuneração é composta principalmente por comissões, o potencial de crescimento é escalável para quem estrutura bem a atuação do correspondente bancário.

    Desafios e responsabilidades da profissão

    Embora seja um mercado promissor, a atuação do correspondente bancário exige preparo e responsabilidade. Entre os principais pontos de atenção estão:

    • Certificação obrigatória (como ANEPS);
    • Conhecimento sobre produtos financeiros;
    • Ética e transparência no atendimento;
    • Adequação às normas do Banco Central;
    • Estrutura mínima de atendimento;
    • Gestão financeira organizada.

    É exatamente nessa parte que muitos profissionais têm dificuldade, e onde uma contabilidade especializada faz diferença.

    Como se tornar um correspondente bancário

    Para atuar de forma regularizada, o profissional deve seguir alguns passos básicos:

    1. Ter CNPJ ativo com CNAE compatível;
    2. Firmar contrato com uma instituição financeira autorizada;
    3. Passar por credenciamento e análise documental;
    4. Obter a certificação exigida pelo mercado;
    5. Manter conformidade com as normas do Bacen e com a LGPD.

    Leia também: Como se tornar um Correspondente Bancário e lucrar no mercado financeiro

    Conclusão

    A atuação do correspondente bancário evoluiu muito e hoje oferece oportunidades sólidas para quem deseja trabalhar no mercado de crédito. Com regulamentação clara, serviços diversificados e possibilidade de atuar tanto no ambiente físico quanto no digital, essa é uma das profissões mais promissoras do setor financeiro.

    Se você deseja iniciar na área com segurança e organização, ou já atua e quer alcançar resultados melhores, conte com uma contabilidade especializada para estruturar seu negócio.

    Fale com a Corbanzaí e organize sua atuação como Correspondente Bancário. Uma empresa do Grupo Contabilizaí.

    Continue acompanhando o blog da Corbanzaí para saber mais.

    Continue lendo >>: Atuação do Correspondente Bancário: Guia Atual e Completo
  • CVM aplica multas por oferta pública irregular e fraudes

    CVM aplica multas por oferta pública irregular e fraudes

    A oferta pública irregular na CVM voltou ao centro das atenções após o julgamento de dois processos sancionadores que resultaram em multas milionárias e proibições temporárias de atuação no mercado de capitais. As decisões reforçam o papel da Comissão de Valores Mobiliários na proteção de investidores e na disciplina das ofertas de valores mobiliários no Brasil.

    Casos recentes julgados pela CVM

    Os julgamentos envolveram empresas e pessoas físicas acusadas de realizar ofertas públicas sem registro, praticar operações fraudulentas e atuar em atividades reguladas sem a devida autorização.

    Investplan e DDBank: oferta pública irregular e fraude

    No primeiro processo, a CVM analisou a conduta da Investplan Securitizadora S.A. e da DDBank Donard Digital Bank Serviços de Pagamento Ltda., além de seus administradores. As acusações incluíram a realização de oferta pública de valores mobiliários sem registro e a prática de operação fraudulenta.

    Principais infrações identificadas

    • Oferta pública sem registro na CVM e sem dispensa válida.
    • Descumprimento de dispositivos da Lei 6.385 e da Instrução CVM 400.
    • Prática de operações consideradas fraudulentas pela Instrução CVM 08.

    Multas e penalidades aplicadas

    • Investplan Securitizadora S.A.:
      • Multa de R$ 700.000,00 por oferta pública sem registro.
      • Multa de R$ 3.000.000,00 por operação fraudulenta.
    • DDBank Donard Digital Bank Serviços de Pagamento Ltda.:
      • Multa de R$ 700.000,00 por oferta pública sem registro.
      • Multa de R$ 3.000.000,00 por operação fraudulenta.
    • Salomão Silveira Soares:
      • Multa de R$ 350.000,00 por oferta pública irregular.
      • Proibição temporária de 60 meses de atuar no mercado de valores mobiliários.
    • Pâmela Cristine de Souza:
      • Multa de R$ 350.000,00 por oferta pública irregular.
      • Proibição temporária de 60 meses de atuar no mercado de valores mobiliários.

    Os condenados ainda podem recorrer das decisões com efeito suspensivo ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.

    Operação fraudulenta e atuação irregular de intermediários

    O segundo processo analisado pela CVM envolveu Gleiverson Almeida Morete e Thatiana Schaffer de Souza Morete, acusados de práticas fraudulentas e exercício irregular de atividades reguladas.

    Infrações apuradas

    • Operações fraudulentas no mercado de valores mobiliários.
    • Administração de carteiras de valores mobiliários sem autorização da CVM.
    • Atuação como agente autônomo de investimento sem registro.

    Sanções definidas pela CVM

    • Gleiverson Almeida Morete:
      • Multa de R$ 2.877.927,94 por operações fraudulentas.
      • Proibição de 69 meses para atuar em qualquer modalidade no mercado de valores mobiliários.
    • Thatiana Schaffer de Souza Morete:
      • Multa de R$ 170.000,00 por atuação irregular como agente autônomo de investimento.

    Também neste caso, os acusados podem recorrer ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.

    O que esses casos mostram sobre a oferta pública irregular na CVM

    Os dois processos reforçam que a oferta pública irregular na CVM e a atuação sem registro em atividades reguladas são tratadas com rigor pelo regulador. Alguns pontos se destacam:

    • A necessidade de registro ou dispensa formal para qualquer oferta pública de valores mobiliários.
    • A importância de transparência e adequação às normas para proteger investidores.
    • O risco real de multas elevadas e proibições de atuação para quem desrespeita a regulação.

    Boas práticas para evitar problemas com a CVM

    Empresas financeiras, securitizadoras, estruturas de crédito e profissionais do mercado devem observar alguns cuidados básicos:

    • Verificar se a operação configura oferta pública e se exige registro.
    • Consultar previamente a regulamentação aplicável (leis, instruções e resoluções da CVM).
    • Garantir que administradores, agentes autônomos e gestores estejam devidamente registrados.
    • Documentar de forma clara as condições das ofertas e os riscos envolvidos.

    Quer acompanhar a regulação de perto?

    Se a sua empresa atua com crédito estruturado, securitização, ESC ou outras operações financeiras, entender como a CVM aplica sanções em casos de oferta pública irregular é essencial para minimizar riscos e reforçar a governança.

    Leitura recomendada no blog: Regulação e boas práticas para operações de crédito estruturado

    Conclusão

    Os casos recentes mostram que a CVM está atenta à oferta pública irregular na CVM, a operações fraudulentas e à atuação de profissionais sem registro. Para participantes do mercado, o recado é claro: respeitar a regulação não é apenas uma obrigação legal, mas também um pilar de confiança e sustentabilidade dos negócios.

    Para continuar acompanhando análises sobre regulação, mercado de capitais e crédito estruturado, siga os conteúdos do blog da Contabilizaí Bank e mantenha sua empresa alinhada às exigências do regulador.

    ContabilizaíBank é uma empresa de contabilidade especializada em atividades financeiras, como SecuritizadorasFactorings ESC.

    Continue lendo >>: CVM aplica multas por oferta pública irregular e fraudes
  • Empresa Simples de Crédito (ESC): rentabilidade com segurança

    Empresa Simples de Crédito (ESC): rentabilidade com segurança

    A Empresa Simples de Crédito (ESC) tem ganhado destaque no cenário financeiro brasileiro por oferecer uma forma simples, legal e segura de investir. Ideal para quem deseja fazer o dinheiro render de forma inteligente, a ESC permite que pessoas físicas emprestem capital próprio a micro e pequenas empresas da sua região, estimulando o crescimento econômico local.

    O que é e como funciona uma Empresa Simples de Crédito (ESC)?

    A ESC foi criada pela legislação brasileira para aproximar investidores e empresários locais. Na prática, funciona como uma espécie de “mini instituição financeira”, onde o investidor pode emprestar o próprio capital diretamente a pequenas empresas, com contratos formalizados e juridicamente seguros.

    Com isso, o investidor recebe juros sobre o valor emprestado, enquanto o empreendedor tem acesso facilitado ao crédito, tudo de forma legal e desburocratizada.

    Por que abrir uma ESC é uma boa oportunidade?

    Entre os principais motivos que tornam a empresa simples de crédito uma opção atrativa estão a rentabilidade e o baixo custo de operação. Veja alguns destaques:

    1. Rentabilidade acima da média

    Enquanto aplicações tradicionais, como poupança e CDBs, oferecem rendimentos modestos, uma ESC pode gerar juros de 2% a 5% ao mês, dependendo do perfil de risco e das garantias dos contratos.

    2. Baixa burocracia e investimento inicial acessível

    Para abrir uma ESC, não é necessário obter autorização do Banco Central. A operação é simples e pode ser feita até de casa, utilizando sistemas digitais de controle e gestão.

    3. Controle total sobre o crédito

    O investidor define todas as condições: taxa de juros, prazos e garantias. Isso permite um controle total sobre o nível de risco e a lucratividade das operações.

    4. Estímulo à economia local

    Ao emprestar para micro e pequenas empresas, a ESC ajuda a movimentar o comércio e o setor produtivo local, contribuindo para o desenvolvimento econômico da região.

    Como abrir e operar uma Empresa Simples de Crédito

    A abertura de uma ESC é relativamente simples, mas requer atenção às obrigações contábeis e jurídicas. É importante contar com um suporte especializado em contabilidade para ESC para garantir que todas as operações sejam seguras e transparentes.

    Confira alguns passos básicos:

    • Formalizar a constituição da empresa;
    • Registrar o CNPJ e enquadramento correto;
    • Manter escrituração contábil regular;
    • Elaborar contratos de crédito claros e juridicamente válidos;
    • Fazer análise de crédito e exigir garantias reais sempre que possível.

    Dicas para uma ESC lucrativa e segura

    Antes de conceder crédito, é essencial avaliar o histórico e a capacidade de pagamento do cliente. Outras boas práticas incluem:

    • Exigir garantias reais (imóveis, veículos ou avalistas);
    • Evitar concentração de crédito em poucos tomadores;
    • Manter comunicação próxima com os clientes;
    • Usar sistemas de gestão digital para acompanhar os contratos.

    ESC e o futuro do crédito no Brasil

    Com o avanço da digitalização e o crescimento das fintechs, as empresas simples de crédito ocupam um papel importante no fortalecimento do crédito regional. Elas preenchem uma lacuna deixada pelos grandes bancos e democratizam o acesso a financiamentos.

    Modelos como as ESCs ajudam a descentralizar o crédito, beneficiando tanto investidores quanto pequenos empreendedores.

    Faça seu capital trabalhar com inteligência

    A empresa simples de crédito (ESC) representa uma oportunidade para quem deseja rentabilidade com propósito: lucrar e, ao mesmo tempo, impulsionar a economia local. Com o suporte contábil adequado, é possível operar com segurança e cumprir todas as exigências legais.

    Quer entender melhor como esse modelo pode se encaixar na sua estratégia financeira? Acompanhe os conteúdos do blog da Contabilizaí Bank e descubra como a contabilidade especializada pode transformar a gestão de negócios financeiros.

    Para saber mais sobre o funcionamento legal da ESC, acesse o site oficial do Governo Federal.

    A ContabilizaíBank é uma contabilidade especializada em atividades financeiras, como Securitizadoras, Factorings e ESC.

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  • Manchester reforça FIDCs proprietários após fusão

    Manchester reforça FIDCs proprietários após fusão

    A estratégia de Manchester Investimentos e FIDCs proprietários ganhou força após a integração da Ficus Capital. A casa, nascida em Joinville (SC), amplia presença no Sudeste e projeta alcançar R$ 100 bilhões em custódia nos próximos cinco anos, combinando crescimento orgânico e aquisições de escritórios regionais.

    Expansão geográfica e consolidação

    Com a Ficus, a Manchester adicionou escritórios em Ribeirão Preto (SP) e Belo Horizonte (MG), além da recente incorporação do escritório Phidias, em Florianópolis (SC). O foco são escritórios de porte intermediário, com R$ 300 milhões a R$ 1 bilhão sob custódia, preservando cultura e padrão de atendimento.

    Hoje, a casa soma R$ 23 bilhões de custódia, presença em 19 cidades e base relevante de clientes empresariais (mais de 3 mil CNPJs).

    Manchester Investimentos e FIDCs proprietários

    O braço de FIDCs proprietários tornou-se protagonista. Pela gestora do grupo, a Prinz Capital, a Manchester opera 17 FIDCs ativos e tem outros 6 em estruturação, criados para clientes corporativos que buscam financiamento com governança e compliance.

    A vertical de crédito inclui ainda fundos exclusivos, carteiras administradas e previdência privada, compondo soluções para empresas e famílias com alto patrimônio.

    Por que FIDCs proprietários ganharam espaço

    • Financiamento sob medida: estrutura adequada ao perfil de risco e fluxo do emissor.
    • Governança: compliance e transparência na originação e monitoramento de crédito.
    • Eficiência: captação orientada por dados e seleção rigorosa de lastros.

    Atendimento PJ e demanda por crédito estruturado

    O crescimento no público PJ reflete a busca por alongamento de dívida, acesso ao mercado de capitais e eficiência cambial. Em cidades médias do Sul e Sudeste, muitas empresas familiares começam a adotar estruturas de FIDC para financiar crescimento com previsibilidade.

    Modelo de remuneração e maturidade do mercado

    A Manchester avança no fee based, com cerca de R$ 3 bilhões já no modelo e perspectiva de atingir 30% a 40% até 2026. A tendência aponta para alinhamento de interesses e foco em relacionamento de longo prazo.

    O que esse movimento sinaliza

    • Verticalização: gestoras independentes criando veículos próprios de crédito.
    • Profissionalização: maior ênfase em governança, compliance e seleção de risco.
    • Escala: meta de custódia mais alta combinando crescimento orgânico e aquisições.

    A expansão da Manchester Investimentos reflete o avanço do mercado de crédito estruturado no Brasil, impulsionado por governança, tecnologia e novos modelos de captação.

    O fortalecimento dos FIDCs proprietários e da gestão interna de ativos mostra como o setor caminha para maior transparência e maturidade, reforçando a importância de uma contabilidade sólida e alinhada às normas da CVM para sustentar esse crescimento.

    Quer entender como o crédito estruturado pode impulsionar o crescimento das empresas?
    Acompanhe os conteúdos do blog da Contabilizaí Bank e veja como a inovação financeira está abrindo espaço além dos grandes centros.

    A ContabilizaíBank é uma contabilidade especializada em atividades financeiras, como Securitizadoras, Factorings e ESC.

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  • Desbloqueio de Benefício INSS: veja como liberar o consignado

    Desbloqueio de Benefício INSS: veja como liberar o consignado

    Imagine o cliente pronto para contratar um empréstimo consignado. Tudo certo, até surgir o aviso: benefício bloqueado. Quando isso acontece, o desbloqueio de benefício INSS se torna essencial para liberar o crédito e evitar atrasos na contratação.

    O bloqueio ocorre por diferentes motivos, geralmente ligados à segurança do sistema ou à falta de atualização de dados. A boa notícia é que o desbloqueio pode ser feito de forma simples, online e em poucos minutos pelo Meu INSS.

    Por que o benefício do INSS é bloqueado

    O INSS aplica bloqueios para garantir a proteção do beneficiário e do próprio sistema previdenciário. Os bloqueios se dividem em duas categorias principais: temporários e permanentes. Conhecer a diferença ajuda o Correspondente a orientar melhor o cliente.

    Bloqueio temporário

    Esse bloqueio ocorre quando o sistema identifica:

    • Falta de atualização cadastral;
    • Alteração recente nos dados pessoais;
    • Solicitação feita pelo beneficiário;
    • Ativação automática de segurança para novos benefícios.

    Solução: basta atualizar as informações no site ou aplicativo Meu INSS. Em muitos casos, o desbloqueio acontece quase de forma imediata.

    Bloqueio permanente

    O bloqueio permanente surge quando o INSS reavalia a necessidade do benefício. Um exemplo comum ocorre no auxílio-doença, quando a instituição entende que o beneficiário pode retornar ao trabalho.

    Solução: o beneficiário precisa solicitar nova perícia ou reanálise para restabelecer o benefício e liberar o crédito.

    Como realizar o desbloqueio de benefício INSS

    O processo é prático e pode ser feito pelo computador ou celular. Veja o passo a passo completo:

    1. Acesse o site ou aplicativo Meu INSS e entre com sua conta gov.br;
    2. Na barra de pesquisa, digite “Desbloqueio de benefício para Empréstimo Consignado” e selecione a opção;
    3. Confira o status do benefício e avance;
    4. Valide os dados e envie documentos, caso o sistema solicite;
    5. Faça o reconhecimento facial seguindo as instruções;
    6. Finalize a solicitação e acompanhe o resultado no extrato consignado.

    Dica: se o cliente possuir mais de um benefício, repita o processo para cada um deles.

    Prazo para liberação

    O INSS estabelece um prazo máximo de 30 dias corridos para o desbloqueio de benefício. Porém, na prática, a liberação ocorre em poucas horas. Assim que o sistema atualiza, o cliente já pode contratar o crédito com desconto direto no benefício.

    Como o Correspondente pode ajudar

    O Corban exerce papel fundamental nesse processo. Ao identificar o bloqueio e orientar o cliente sobre o procedimento correto, o profissional acelera a contratação e melhora a experiência do usuário.

    • Verifique o tipo de bloqueio e oriente sobre o passo certo;
    • Auxilie no uso do app e na verificação de status;
    • Explique prazos e documentos necessários;
    • Garanta que o cliente entenda cada etapa do processo.

    Fontes e conteúdos recomendados

    Quer saber mais sobre o assunto? Leia nosso conteúdo sobre Novo consignado CLT: como funciona o Crédito do Trabalhador.

    Para informações oficiais, consulte o portal do INSS.

    Conclusão

    O desbloqueio de benefício INSS é rápido e garante acesso ao crédito consignado com segurança. Quando o Corban domina o processo, o cliente recebe suporte ágil, ganha confiança e tem acesso às melhores condições de crédito do mercado.

    Quer estruturar sua operação com mais segurança?
    Fale com a Corbanzaí, contabilidade especializada em correspondentes bancários.

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