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  • Portabilidade de consignado INSS: como a iCred amplia crédito e acelera a modernização do setor

    Portabilidade de consignado INSS: como a iCred amplia crédito e acelera a modernização do setor

    A portabilidade de consignado INSS ganhou novo impulso com o movimento recente da fintech iCred, que anunciou a ampliação de sua oferta de crédito para aposentados e pensionistas. A empresa, que já se destaca no mercado de consignado, prevê alcançar R$ 5 bilhões em carteira até 2026 e vem registrando cerca de R$ 30 milhões em concessões por semana.

    Com taxas menores, prazos estendidos e análise digital baseada em inteligência artificial, a iCred fortalece a competitividade do setor e amplia as oportunidades para beneficiários do INSS e Correspondentes Bancários.

    iCred amplia crédito e aposta na portabilidade digital

    A nova estratégia da iCred abre espaço para que mais de 40 milhões de beneficiários do INSS possam migrar seus contratos para a fintech com condições mais vantajosas de crédito. Entre as melhorias implementadas estão:

    • Taxa mínima reduzida de 1,76% para 1,53% ao mês;
    • Prazos ampliados para até 96 meses;
    • Processo 100% digital para análise e liberação;
    • Portabilidade orientada por inteligência artificial.

    Segundo Túlio Matos, CEO da fintech, o objetivo é crescer de forma sustentável: “A portabilidade boa é a que melhora a vida do cliente e sustenta o ecossistema”.

    Como funciona a portabilidade de consignado INSS na iCred

    A portabilidade de consignado INSS permite que o aposentado transfira seu contrato atual para outra instituição com condições melhores, sem nenhum custo adicional. A iCred digitalizou esse processo com uma plataforma própria que analisa automaticamente o extrato de consignação para verificar se existe ganho real para o cliente.

    Principais vantagens da portabilidade via iCred

    • Comparação automática entre propostas de crédito;
    • Liberação em poucos minutos;
    • Evita operações que não oferecem benefício financeiro ao cliente;
    • Atendimento com suporte especializado.

    Esse modelo reduz erros, melhora a experiência do beneficiário e aumenta a transparência no mercado.

    Inteligência artificial como aliada da segurança e da economia

    Um dos diferenciais da iCred é o uso de inteligência artificial para avaliar se a portabilidade realmente traz vantagem. O sistema só aprova operações em que há redução de juros ou diminuição da parcela.

    Isso protege o consumidor, fortalece o setor e cria uma relação mais confiável entre fintechs, correspondentes e beneficiários do INSS.

    Expansão e inclusão financeira: impacto para o mercado

    Com uma rede de 50 mil agentes distribuídos em mais de 5.400 municípios, a iCred se posiciona entre as principais fintechs de crédito consignado do país. Além do INSS, já atua com produtos como FGTS antecipado e consignado privado.

    Esse crescimento impulsiona a inclusão financeira ao:

    • Levar crédito a regiões sem acesso bancário;
    • Aumentar a competitividade entre instituições financeiras;
    • Oferecer alternativas mais baratas para aposentados;
    • Fortalecer o mercado de portabilidade digital.

    Oportunidades para Correspondentes Bancários

    Para quem atua no mercado de crédito, a expansão da iCred abre novas oportunidades de originação, especialmente em operações de portabilidade de consignado INSS. Com taxas menores e processos digitais, o Correspondente pode:

    • Aumentar volume de operações;
    • Reduzir etapas burocráticas;
    • Oferecer propostas mais competitivas aos clientes;
    • Atender um público amplo com demanda crescente;
    • Construir relacionamentos de longo prazo.

    Leia também: Desbloqueio de Benefício INSS: veja como liberar o consignado

    Conclusão

    A estratégia da iCred reforça a importância da portabilidade de consignado INSS como ferramenta de economia e reorganização financeira para aposentados. Com tecnologia avançada, análise via IA e processos digitais, o setor ganha velocidade e mais segurança.

    Para Correspondentes Bancários, esse movimento representa uma oportunidade valiosa de crescimento, desde que a operação seja estruturada com organização, compliance e apoio contábil especializado.

    Fale com a Corbanzaí e organize sua atuação no mercado de crédito com quem entende o dia a dia do Corban.
    Uma empresa do Grupo Contabilizaí.

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  • As principais mudanças no imposto de renda 2026: o que muda com a nova Lei 15.270/2025

    As principais mudanças no imposto de renda 2026: o que muda com a nova Lei 15.270/2025

    A nova Lei 15.270/2025, sancionada sem vetos e publicada no Diário Oficial da União em 27/11/2025, altera profundamente o sistema do Imposto de Renda no Brasil. A partir de janeiro de 2026, entram em vigor novas faixas do IRPF, regras de tributação para lucros e dividendos e a criação da tributação mínima para altas rendas. Neste artigo, você entenderá todas as mudanças no imposto de renda 2026 e como elas afetam pessoas físicas, empresários e investidores.

    1. Nova redução no imposto mensal a partir de janeiro de 2026

    O artigo 3º-A da Lei 9.250/1995 recebeu nova redação e passa a conceder redução no IR mensal para contribuintes com rendimentos de até R$ 7.350,00. A regra cria uma espécie de “desconto automático” que diminui o imposto retido na fonte.

    Como funciona a redução?

    • Até R$ 5.000,00: redução de até R$ 312,89, zerando o imposto devido.
    • Entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350,00: redução decrescente, calculada pela fórmula da lei.
    • Acima de R$ 7.350,00: não há redução no IR mensal.

    A redução também vale para o décimo terceiro salário.

    2. Lucros e dividendos acima de R$ 50 mil por mês terão retenção de 10%

    Uma das mudanças mais impactantes da nova legislação é a criação da tributação mensal de altas rendas.

    O que muda para quem recebe lucros e dividendos?

    • Pagamentos mensais acima de R$ 50.000,00 feitos por uma mesma pessoa jurídica a uma mesma pessoa física sofrerão retenção de 10% de IR na fonte.
    • Se houver mais de um pagamento no mês, o imposto deve ser recalculado somando todos os valores.

    O que permanece isento?

    Os seguintes lucros e dividendos permanecem fora da tributação:

    • Resultados apurados até 2025;
    • Distribuições aprovadas até 31/12/2025;
    • Pagamentos realizados conforme os termos originais de aprovação.

    3. Tributação anual mínima para altas rendas

    O novo Capítulo III-A cria a tributação mínima anual para pessoas físicas com renda anual superior a R$ 600.000,00.

    Como funciona a regra?

    • Entre R$ 600 mil e R$ 1,2 milhão: alíquota cresce progressivamente de 0% a 10%.
    • Acima de R$ 1,2 milhão: alíquota fixa de 10%.

    O que entra na conta da tributação mínima?

    Entram:

    • renda tributável, exclusiva e definitiva;
    • rendimentos isentos;
    • rendimento rural;
    • lucros e dividendos (com exceções).

    São excluídos vários rendimentos específicos, como FIIs, Fiagro, LCI, LCA, poupança, CPR financeira, entre outros descritos na lei.

    4. Regras para distribuição de lucros acumulados em 2025

    Este é um ponto essencial para empresários e contadores. A lei garante que lucros apurados até o ano-calendário de 2025 podem permanecer isentos, desde que cumpram certos requisitos.

    Para manter a isenção:

    • A distribuição deve ser aprovada até 31/12/2025 pelo órgão societário competente.
    • O pagamento, crédito, emprego ou entrega deve acontecer em 2026, 2027 ou 2028.
    • A operação deve seguir exatamente os termos aprovados até o fim de 2025.

    Essa regra se aplica tanto ao IRPF quanto à tributação mínima de altas rendas.

    5. Remessas ao exterior também terão retenção de 10%

    A lei altera o artigo 10 da Lei 9.249/1995 e estabelece que lucros e dividendos remetidos ao exterior serão tributados com IRRF de 10%.

    Algumas exceções permanecem, como:

    • governos estrangeiros com reciprocidade;
    • fundos soberanos;
    • entidades administradoras de previdência no exterior.

    6. Outras mudanças relevantes do imposto de renda 2026

    • Nova faixa de dedução no IR anual, com redução para rendimentos de até R$ 88.200,00.
    • Regras atualizadas para cálculo do saldo a pagar ou restituir.
    • Poder Executivo terá um ano para propor atualização dos valores do IRPF.
    • Compensações entre União, Estados e Municípios devido à alteração das bases de cálculo.

    Para visualizar a publicação oficial, consulte o texto integral no Diário Oficial da União.

    Conclusão: prepare-se para as mudanças no imposto de renda 2026

    A Lei 15.270/2025 inaugura uma nova fase na tributação brasileira. As mudanças no imposto de renda 2026 afetam desde trabalhadores com salário mensal até investidores que recebem altos volumes de lucros e dividendos.

    Quem se antecipa reduz riscos, evita autuações e aproveita oportunidades de estruturação tributária ainda válidas em 2025, especialmente no tema dos lucros acumulados.

    Fique atento às regras, faça um bom planejamento e busque orientação especializada para não ser pego de surpresa.

    Quer receber mais análises sobre as mudanças tributárias? A Contabilizaí Bank é uma empresa de contabilidade especilizada em atividades financeiras, como Securitizadoras, Factorings e ESC.

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  • Copom mantém Selic em 15%: entenda impacto para o mercado de crédito

    Copom mantém Selic em 15%: entenda impacto para o mercado de crédito

    O Copom mantém a Selic em 15% ao ano, o maior patamar em quase duas décadas. A decisão reforça a preocupação do Banco Central com a inflação, as incertezas fiscais e o cenário internacional, fatores que exigem cautela e justificam uma taxa de juros elevada por mais tempo.

    Neste artigo, você entende por que a Selic foi mantida, como isso afeta o crédito no Brasil e quais são os impactos diretos para correspondentes bancários e empresas que atuam no mercado financeiro.

    Por que o Copom manteve a Selic em 15% ao ano

    A decisão foi anunciada após a reunião de 17 de janeiro e está alinhada ao que o BC já havia sinalizado: manter a taxa em um nível alto por um “período bastante prolongado”.

    Os principais motivos foram:

    1. Inflação ainda acima da meta

    • serviços com preços rígidos;
    • mercado de trabalho aquecido;
    • repasses de custos;
    • incertezas fiscais.

    2. Cenário internacional turbulento

    A instabilidade global influencia o câmbio e aumenta a necessidade de cautela da autoridade monetária.

    3. Risco fiscal no Brasil

    Dúvidas sobre metas, gastos públicos e arrecadação ampliam a percepção de risco, prejudicando a confiança dos investidores.

    4. Economia desacelerando, mas não o suficiente

    O Copom reconhece perda de ritmo na atividade econômica, porém considera que o processo ainda não garante ambiente seguro para iniciar cortes de juros.

    Contexto histórico: maior patamar em quase 20 anos

    A Selic não atingia um valor tão alto desde 2006, quando alcançou 15,25%.

    A taxa atual foi alcançada em junho de 2025, após:

    • um ciclo de altas iniciado em setembro de 2024;
    • elevação de 14,75% para 15% em junho;
    • interrupção do ciclo em julho.

    Analistas projetam que os primeiros cortes só devem ocorrer no fim de janeiro de 2026, caso o cenário inflacionário permita.

    Impacto da decisão no mercado de crédito

    Na prática, quando o Copom mantém a Selic, o custo do crédito permanece elevado, afetando consumidores e empresas.

    1. Pessoas físicas

    • Empréstimos mais caros;
    • Acesso mais limitado ao crédito;
    • Endividamento mais sensível à renda.

    2. Empresas

    • Redução de investimentos;
    • Custo mais alto para capital de giro;
    • Pressão sobre o fluxo de caixa.

    3. Correspondentes bancários (Corban)

    • Maior desafio para aprovar crédito;
    • Operações mais rígidas e conservadoras;
    • Redução da demanda em algumas linhas;
    • Necessidade de orientação técnica mais forte ao cliente.

    Reação dos mercados

    A decisão coincidiu com o corte dos juros pelo Federal Reserve (Fed), que reduziu a taxa dos EUA para 4% a 4,25%.

    • Ibovespa: alta de 0,93%, renovando recorde de fechamento;
    • Dólar: fechou em leve alta de 0,06%, a R$ 5,30;
    • Mercado financeiro: sinal positivo para ações, mas câmbio pressionado.

    O que esperar para os próximos meses

    O Copom não descarta cortes no futuro, mas indica que a Selic deve permanecer estável por mais tempo.

    • Inflação mais próxima da meta;
    • Melhora do cenário fiscal;
    • Desaceleração mais clara da economia;
    • Maior previsibilidade internacional.

    Conclusão: Selic estável exige atenção no mercado de crédito

    Com o Copom mantendo a Selic em 15%, o mercado de crédito permanece pressionado. Correspondentes bancários e empresas precisam ajustar suas estratégias, orientar clientes com precisão e atuar com estrutura financeira sólida.

    A Corbanzaí oferece contabilidade especializada para Corban, garantindo segurança, organização e suporte para atuar de forma profissional no mercado de crédito.

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  • Crédito consignado CLT: concessões disparam e juros se aproximam de 60% ao ano

    Crédito consignado CLT: concessões disparam e juros se aproximam de 60% ao ano

    O Crédito consignado CLT vive a maior alta desde a criação do programa. Desde março, quando entrou em vigor pelo governo, a modalidade triplicou em volume de concessões e passou a movimentar milhares de contratações por mês. Ao mesmo tempo, os juros médios subiram rapidamente e já se aproximam de 58,4% ao ano, segundo dados do Banco Central.

    Neste artigo, você vai entender o que está por trás desse crescimento, por que os juros aumentaram e quais são os riscos para os trabalhadores, principalmente aqueles que contratam crédito sem avaliar o impacto no holerite.

    Explosão das concessões de crédito consignado CLT

    O programa Crédito ao Trabalhador simplificou totalmente a forma de contratar empréstimos com desconto em folha. Antes, as empresas precisavam ter convênio com um banco; agora, o trabalhador solicita tudo pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, e a empresa só é notificada quando a parcela chega para desconto.

    Essa facilidade levou a um salto histórico:

    • Março/2025: 2.250 concessões
    • Setembro/2025: 6.399 concessões

    Alta de 184% em apenas 7 meses.

    A base de concessões, que girava em torno de 1.500 contratos mensais em 2023 e 2024, praticamente quadruplicou em 2025.

    Especialistas avaliam que o governo apenas “destravou” uma demanda que já existia, tornando o acesso mais rápido e menos burocrático. Isso aumentou significativamente o número de tomadores e, por consequência, reduziu artificialmente a inadimplência, já que há mais novos contratos entrando na base.

    Juros sobem mesmo com maior demanda

    Apesar da garantia de pagamento em folha, os juros do Crédito consignado CLT subiram de forma expressiva:

    • Março: 44% ao ano
    • Setembro: 58,4% ao ano

    Aumento de 14,4 pontos percentuais em pouco tempo.

    O BC também mostra que as taxas variam muito entre as instituições:

    • Menores taxas: 19,10% ao ano
    • Maiores taxas: até 185% ao ano

    Comparativo com outras modalidades:

    • Consignado INSS: 24% ao ano
    • Consignado servidores públicos: 24,4%
    • Crédito pessoal não consignado: 101,2%
    • Cheque especial: 141%

    Ou seja: o consignado CLT é mais barato que o crédito comum, mas muito mais caro que outras categorias de consignado.

    Por que os juros são tão altos no consignado CLT?

    Mesmo com garantia de desconto em folha, os bancos consideram o trabalhador do setor privado mais arriscado que servidores e aposentados, que possuem estabilidade ou renda fixa garantida.

    Além disso, o FGTS entra automaticamente como garantia. Em caso de demissão:

    • O fundo é usado para quitar parte da dívida;
    • Se não cobrir tudo, a dívida segue para a próxima contratação CLT, com juros e correção.

    Isso coloca o trabalhador em situação frágil: perde sua reserva de segurança e continua devendo.

    Riscos do crédito fácil

    Pesquisas mostram que grande parte dos tomadores não tem clareza sobre o que está contratando:

    • 69% não calcularam o impacto da parcela no orçamento
    • 83% não sabiam quanto pagariam de juros
    • 47% desconheciam o uso do FGTS como garantia

    Com o limite de até 35% do salário para desconto, muitos trabalhadores podem receber bem menos no fim do mês, somando IR, Previdência e outras retenções. Trabalhadores com renda variável, como MEIs e motoristas de aplicativo, ficam ainda mais expostos.

    Para que os trabalhadores usam o consignado CLT?

    Os principais motivos de contratação são:

    • 36% — pagar dívidas caras (como rotativo do cartão)
    • 29% — despesas de saúde
    • 26% — reformas
    • 19% — compras de eletrodomésticos ou veículos

    Embora pareça vantajoso trocar dívidas caras por juros menores, especialistas alertam: o consignado não entra na Lei do Superendividamento, ou seja, não pode ser renegociado como cartão ou cheque especial.

    Como avaliar se o crédito consignado CLT vale a pena

    Antes de contratar, o trabalhador deve:

    1. Mapear suas despesas fixas e variáveis

    Some aluguel, alimentação, transporte, saúde, escola e demais custos. Isso dá clareza do quanto cabe no orçamento.

    2. Calcular o impacto da parcela no salário líquido

    Se comprometer mais que 20% da renda, o risco de aperto financeiro aumenta muito.

    3. Considerar o prazo médio das operações

    O prazo médio do consignado CLT no setor privado é de 34,4 meses. Ou seja, quase 3 anos de salário reduzido.

    4. Avaliar alternativas mais seguras

    Muitas vezes, renegociar dívidas caras pode gerar descontos expressivos e ser mais saudável do que trocar uma dívida por outra não renegociável.

    Conclusão: crédito consignado CLT exige planejamento e orientação

    O Crédito consignado CLT pode ser útil, especialmente para quem precisa substituir dívidas muito caras. Porém, o crescimento acelerado das concessões, somado ao aumento constante dos juros, mostra que muitos trabalhadores estão contratando crédito sem entender o impacto no orçamento.

    Como o desconto é automático e o FGTS entra como garantia, a falta de planejamento pode levar ao superendividamento, e o trabalhador perde não apenas renda, mas proteção financeira.

    Se você é correspondente bancário ou atua no mercado de crédito, é fundamental orientar clientes e estruturar sua operação com clareza, compliance e organização contábil.

    Fale com a Corbanzaí e organize sua atuação como Correspondente Bancário. Uma empresa do Grupo Contabilizaí.

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  • Split payment 2027: como será a implementação faseada do novo modelo

    Split payment 2027: como será a implementação faseada do novo modelo

    O split payment 2027 marcará o início do novo sistema de recolhimento automático de tributos previsto na reforma tributária. A implementação será opcional no começo e ocorrerá por etapas, começando pelas operações entre empresas (B2B) antes de avançar para outros tipos de transações.

    Como funcionará o split payment a partir de 2027

    O governo definiu que o split payment será introduzido de forma gradual. Em 2027, o sistema estará disponível apenas de maneira facultativa para vendas B2B, permitindo que empresas e instituições financeiras tenham tempo para adaptar seus sistemas e processos.

    Etapas previstas

    • Fase 1 (2027): split payment opcional em transações B2B.
    • Fase 2: sistema se torna obrigatório no B2B quando o mercado demonstrar maturidade tecnológica.
    • Fase 3: expansão para vendas ao consumidor final (B2C).

    Segundo a Receita Federal, não há datas definidas para as fases 2 e 3. A obrigatoriedade dependerá do nível de adoção e estabilidade observados no mercado após o início da operação opcional.

    Por que a implantação será gradual

    A principal razão para a adoção faseada do sistema é a complexidade tecnológica envolvida. O split payment exigirá que instituições financeiras e provedores de pagamento adaptem suas plataformas para recolher automaticamente os novos tributos CBS e IBS no momento da liquidação financeira.

    A Receita Federal reforça que cada instituição avança em velocidades diferentes, por isso o mecanismo entrará em operação apenas quando a maioria dos prestadores estiver preparada para suportar o novo modelo.

    Desafios esperados na transição

    • Integração com meios de pagamento como boleto, Pix, TED e cartões;
    • Adequação de sistemas fiscais e contábeis ao novo fluxo;
    • Necessidade de testes operacionais extensivos ao longo de 2026;
    • Avaliação de riscos e ajustes regulatórios contínuos.

    Percepção do mercado sobre o split payment 2027

    Especialistas veem a estratégia de implementação gradual como prudente. O faseamento permite testar o sistema com segurança, corrigir falhas e aumentar a confiança do mercado antes da obrigatoriedade.

    Para empresas que operam no B2B, o split tende a ser atrativo, já que o creditamento do CBS e IBS estará garantido tão logo o pagamento seja efetuado pelo adquirente, aumentando previsibilidade e segurança jurídica.

    No entanto, o setor privado alerta que ainda existem muitas variáveis em aberto, incluindo definições regulatórias, parâmetros técnicos e a maturidade tecnológica das empresas. A previsão é que o modelo leve alguns anos para atingir pleno funcionamento.

    O que esperar até 2027

    O ano de 2026 será marcado por testes, ajustes e homologações, mas sem cobrança de CBS e IBS. A partir de 2027, empresas poderão escolher aderir ao split payment, iniciando um ciclo de adaptação que deverá orientar a migração do sistema tributário brasileiro para uma lógica de recolhimento automático.

    Leia também: Securitização e Reforma Tributária: entenda os impactos no mercado

    Conclusão

    O split payment 2027 representa uma mudança estrutural no modelo de arrecadação tributária do país. A implementação faseada permitirá que empresas, instituições financeiras e o próprio Fisco ajustem seus sistemas aos poucos, reduzindo riscos e garantindo maior estabilidade.

    A ContabilizaíBank é uma empresa de contabilidade especializada em atividades financeiras, como Securitizadoras, Factorings e ESC.

    Para acompanhar essas mudanças e se preparar para o novo cenário tributário, continue acompanhando nossos conteúdos no blog.

    Continue lendo >>: Split payment 2027: como será a implementação faseada do novo modelo
  • Atuação do Correspondente Bancário: Guia Atual e Completo

    Atuação do Correspondente Bancário: Guia Atual e Completo

    A atuação do correspondente bancário ganhou força nos últimos anos, acompanhando a digitalização do mercado financeiro e a expansão do crédito no Brasil. O papel desse profissional é essencial para ampliar o acesso da população a serviços bancários, principalmente em regiões onde não há agências físicas. Neste artigo, você vai entender o que é a atuação do correspondente bancário, quais serviços podem ser oferecidos, como funciona a regulamentação e quais modelos operacionais existem hoje no mercado.

    O que é a atuação do correspondente bancário?

    A atuação do correspondente bancário consiste na prestação de serviços financeiros em nome de instituições autorizadas pelo Banco Central. Embora não seja um banco, o correspondente funciona como uma ponte entre o cliente e a instituição financeira, ampliando o acesso a crédito, pagamentos, recebimentos e outros serviços essenciais.

    Essa atividade é regulamentada principalmente pelas resoluções CMN nº 3.954/2011 e CMN nº 4.935/2021, que definem responsabilidades, limites de atuação e requisitos técnicos, incluindo certificações e controles de compliance.

    Serviços permitidos ao correspondente bancário

    A atuação do correspondente bancário é ampla, mas sempre depende dos contratos firmados com cada banco parceiro. Entre os principais serviços autorizados pelo Banco Central, destacam-se:

    Serviços transacionais

    • Recebimento de boletos e contas;
    • Pagamentos diversos;
    • Abertura de contas de depósito e contas de pagamento;
    • Transferências eletrônicas;
    • Recebimento de benefícios sociais.

    Serviços negociais

    • Intermediação de propostas de crédito;
    • Simulação, coleta de documentos e acompanhamento da operação;
    • Financiamento de veículos;
    • Crédito imobiliário;
    • Consórcios;
    • Seguros vinculados;
    • Operações de câmbio dentro das normas do Bacen (até US$ 3.000,00 por operação).

    Esses serviços tornam a atuação do correspondente bancário uma atividade acessível e de grande impacto social.

    Principais áreas de atuação do correspondente bancário

    O correspondente bancário pode atuar em diversos formatos e nichos de mercado. Entre os mais comuns:

    • Lotéricas e estabelecimentos comerciais;
    • Escritórios multibancos;
    • Escritórios exclusivos de bancos públicos ou privados;
    • Correspondentes digitais (100% online);
    • Franquias de crédito;
    • Call centers especializados (modelo em declínio);
    • Promotoras de crédito;
    • Nichos específicos: consignado, crédito rural, CDC, imobiliário, entre outros.

    Essa variedade permite ao profissional escolher o modelo que melhor se adapta ao seu perfil, estrutura e objetivos de crescimento.

    Tipos de correspondentes bancários

    A atuação do correspondente bancário costuma ser classificada em dois grandes grupos:

    Correspondente transacional

    O correspondente transacional realiza serviços básicos e automatizados, sem envolvimento direto na negociação com o cliente. O foco está na execução de operações simples, como recebimento de contas, pagamentos e serviços de atendimento inicial.

    Correspondente negocial

    No modelo negocial, o profissional tem maior autonomia e atua diretamente na oferta e na intermediação de produtos financeiros, como crédito pessoal, consignado, crédito imobiliário, seguros e financiamentos. Além da parte transacional, ele orienta o cliente, coleta documentos, simula propostas e conduz o processo até a formalização junto ao banco parceiro.

    Por isso, a atuação do correspondente bancário no modelo negocial é a mais buscada por quem deseja empreender no mercado de crédito.

    Quanto ganha um correspondente bancário?

    A remuneração do correspondente bancário varia conforme o volume de operações, tipo de produto e região de atuação. De forma geral, correspondentes focados em produtos negociais, como consignado, imobiliário ou financiamento de veículos, conseguem ganhar:

    • R$ 3.000,00 a R$ 7.000,00 mensais como agentes de crédito;
    • Valores superiores quando estruturados como escritório ou promotora de crédito.

    Como a remuneração é composta principalmente por comissões, o potencial de crescimento é escalável para quem estrutura bem a atuação do correspondente bancário.

    Desafios e responsabilidades da profissão

    Embora seja um mercado promissor, a atuação do correspondente bancário exige preparo e responsabilidade. Entre os principais pontos de atenção estão:

    • Certificação obrigatória (como ANEPS);
    • Conhecimento sobre produtos financeiros;
    • Ética e transparência no atendimento;
    • Adequação às normas do Banco Central;
    • Estrutura mínima de atendimento;
    • Gestão financeira organizada.

    É exatamente nessa parte que muitos profissionais têm dificuldade, e onde uma contabilidade especializada faz diferença.

    Como se tornar um correspondente bancário

    Para atuar de forma regularizada, o profissional deve seguir alguns passos básicos:

    1. Ter CNPJ ativo com CNAE compatível;
    2. Firmar contrato com uma instituição financeira autorizada;
    3. Passar por credenciamento e análise documental;
    4. Obter a certificação exigida pelo mercado;
    5. Manter conformidade com as normas do Bacen e com a LGPD.

    Leia também: Como se tornar um Correspondente Bancário e lucrar no mercado financeiro

    Conclusão

    A atuação do correspondente bancário evoluiu muito e hoje oferece oportunidades sólidas para quem deseja trabalhar no mercado de crédito. Com regulamentação clara, serviços diversificados e possibilidade de atuar tanto no ambiente físico quanto no digital, essa é uma das profissões mais promissoras do setor financeiro.

    Se você deseja iniciar na área com segurança e organização, ou já atua e quer alcançar resultados melhores, conte com uma contabilidade especializada para estruturar seu negócio.

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    Continue lendo >>: Atuação do Correspondente Bancário: Guia Atual e Completo