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  • Crédito consignado CLT: concessões disparam e juros se aproximam de 60% ao ano

    Crédito consignado CLT: concessões disparam e juros se aproximam de 60% ao ano

    O Crédito consignado CLT vive a maior alta desde a criação do programa. Desde março, quando entrou em vigor pelo governo, a modalidade triplicou em volume de concessões e passou a movimentar milhares de contratações por mês. Ao mesmo tempo, os juros médios subiram rapidamente e já se aproximam de 58,4% ao ano, segundo dados do Banco Central.

    Neste artigo, você vai entender o que está por trás desse crescimento, por que os juros aumentaram e quais são os riscos para os trabalhadores, principalmente aqueles que contratam crédito sem avaliar o impacto no holerite.

    Explosão das concessões de crédito consignado CLT

    O programa Crédito ao Trabalhador simplificou totalmente a forma de contratar empréstimos com desconto em folha. Antes, as empresas precisavam ter convênio com um banco; agora, o trabalhador solicita tudo pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, e a empresa só é notificada quando a parcela chega para desconto.

    Essa facilidade levou a um salto histórico:

    • Março/2025: 2.250 concessões
    • Setembro/2025: 6.399 concessões

    Alta de 184% em apenas 7 meses.

    A base de concessões, que girava em torno de 1.500 contratos mensais em 2023 e 2024, praticamente quadruplicou em 2025.

    Especialistas avaliam que o governo apenas “destravou” uma demanda que já existia, tornando o acesso mais rápido e menos burocrático. Isso aumentou significativamente o número de tomadores e, por consequência, reduziu artificialmente a inadimplência, já que há mais novos contratos entrando na base.

    Juros sobem mesmo com maior demanda

    Apesar da garantia de pagamento em folha, os juros do Crédito consignado CLT subiram de forma expressiva:

    • Março: 44% ao ano
    • Setembro: 58,4% ao ano

    Aumento de 14,4 pontos percentuais em pouco tempo.

    O BC também mostra que as taxas variam muito entre as instituições:

    • Menores taxas: 19,10% ao ano
    • Maiores taxas: até 185% ao ano

    Comparativo com outras modalidades:

    • Consignado INSS: 24% ao ano
    • Consignado servidores públicos: 24,4%
    • Crédito pessoal não consignado: 101,2%
    • Cheque especial: 141%

    Ou seja: o consignado CLT é mais barato que o crédito comum, mas muito mais caro que outras categorias de consignado.

    Por que os juros são tão altos no consignado CLT?

    Mesmo com garantia de desconto em folha, os bancos consideram o trabalhador do setor privado mais arriscado que servidores e aposentados, que possuem estabilidade ou renda fixa garantida.

    Além disso, o FGTS entra automaticamente como garantia. Em caso de demissão:

    • O fundo é usado para quitar parte da dívida;
    • Se não cobrir tudo, a dívida segue para a próxima contratação CLT, com juros e correção.

    Isso coloca o trabalhador em situação frágil: perde sua reserva de segurança e continua devendo.

    Riscos do crédito fácil

    Pesquisas mostram que grande parte dos tomadores não tem clareza sobre o que está contratando:

    • 69% não calcularam o impacto da parcela no orçamento
    • 83% não sabiam quanto pagariam de juros
    • 47% desconheciam o uso do FGTS como garantia

    Com o limite de até 35% do salário para desconto, muitos trabalhadores podem receber bem menos no fim do mês, somando IR, Previdência e outras retenções. Trabalhadores com renda variável, como MEIs e motoristas de aplicativo, ficam ainda mais expostos.

    Para que os trabalhadores usam o consignado CLT?

    Os principais motivos de contratação são:

    • 36% — pagar dívidas caras (como rotativo do cartão)
    • 29% — despesas de saúde
    • 26% — reformas
    • 19% — compras de eletrodomésticos ou veículos

    Embora pareça vantajoso trocar dívidas caras por juros menores, especialistas alertam: o consignado não entra na Lei do Superendividamento, ou seja, não pode ser renegociado como cartão ou cheque especial.

    Como avaliar se o crédito consignado CLT vale a pena

    Antes de contratar, o trabalhador deve:

    1. Mapear suas despesas fixas e variáveis

    Some aluguel, alimentação, transporte, saúde, escola e demais custos. Isso dá clareza do quanto cabe no orçamento.

    2. Calcular o impacto da parcela no salário líquido

    Se comprometer mais que 20% da renda, o risco de aperto financeiro aumenta muito.

    3. Considerar o prazo médio das operações

    O prazo médio do consignado CLT no setor privado é de 34,4 meses. Ou seja, quase 3 anos de salário reduzido.

    4. Avaliar alternativas mais seguras

    Muitas vezes, renegociar dívidas caras pode gerar descontos expressivos e ser mais saudável do que trocar uma dívida por outra não renegociável.

    Conclusão: crédito consignado CLT exige planejamento e orientação

    O Crédito consignado CLT pode ser útil, especialmente para quem precisa substituir dívidas muito caras. Porém, o crescimento acelerado das concessões, somado ao aumento constante dos juros, mostra que muitos trabalhadores estão contratando crédito sem entender o impacto no orçamento.

    Como o desconto é automático e o FGTS entra como garantia, a falta de planejamento pode levar ao superendividamento, e o trabalhador perde não apenas renda, mas proteção financeira.

    Se você é correspondente bancário ou atua no mercado de crédito, é fundamental orientar clientes e estruturar sua operação com clareza, compliance e organização contábil.

    Fale com a Corbanzaí e organize sua atuação como Correspondente Bancário. Uma empresa do Grupo Contabilizaí.

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  • Split payment 2027: como será a implementação faseada do novo modelo

    Split payment 2027: como será a implementação faseada do novo modelo

    O split payment 2027 marcará o início do novo sistema de recolhimento automático de tributos previsto na reforma tributária. A implementação será opcional no começo e ocorrerá por etapas, começando pelas operações entre empresas (B2B) antes de avançar para outros tipos de transações.

    Como funcionará o split payment a partir de 2027

    O governo definiu que o split payment será introduzido de forma gradual. Em 2027, o sistema estará disponível apenas de maneira facultativa para vendas B2B, permitindo que empresas e instituições financeiras tenham tempo para adaptar seus sistemas e processos.

    Etapas previstas

    • Fase 1 (2027): split payment opcional em transações B2B.
    • Fase 2: sistema se torna obrigatório no B2B quando o mercado demonstrar maturidade tecnológica.
    • Fase 3: expansão para vendas ao consumidor final (B2C).

    Segundo a Receita Federal, não há datas definidas para as fases 2 e 3. A obrigatoriedade dependerá do nível de adoção e estabilidade observados no mercado após o início da operação opcional.

    Por que a implantação será gradual

    A principal razão para a adoção faseada do sistema é a complexidade tecnológica envolvida. O split payment exigirá que instituições financeiras e provedores de pagamento adaptem suas plataformas para recolher automaticamente os novos tributos CBS e IBS no momento da liquidação financeira.

    A Receita Federal reforça que cada instituição avança em velocidades diferentes, por isso o mecanismo entrará em operação apenas quando a maioria dos prestadores estiver preparada para suportar o novo modelo.

    Desafios esperados na transição

    • Integração com meios de pagamento como boleto, Pix, TED e cartões;
    • Adequação de sistemas fiscais e contábeis ao novo fluxo;
    • Necessidade de testes operacionais extensivos ao longo de 2026;
    • Avaliação de riscos e ajustes regulatórios contínuos.

    Percepção do mercado sobre o split payment 2027

    Especialistas veem a estratégia de implementação gradual como prudente. O faseamento permite testar o sistema com segurança, corrigir falhas e aumentar a confiança do mercado antes da obrigatoriedade.

    Para empresas que operam no B2B, o split tende a ser atrativo, já que o creditamento do CBS e IBS estará garantido tão logo o pagamento seja efetuado pelo adquirente, aumentando previsibilidade e segurança jurídica.

    No entanto, o setor privado alerta que ainda existem muitas variáveis em aberto, incluindo definições regulatórias, parâmetros técnicos e a maturidade tecnológica das empresas. A previsão é que o modelo leve alguns anos para atingir pleno funcionamento.

    O que esperar até 2027

    O ano de 2026 será marcado por testes, ajustes e homologações, mas sem cobrança de CBS e IBS. A partir de 2027, empresas poderão escolher aderir ao split payment, iniciando um ciclo de adaptação que deverá orientar a migração do sistema tributário brasileiro para uma lógica de recolhimento automático.

    Leia também: Securitização e Reforma Tributária: entenda os impactos no mercado

    Conclusão

    O split payment 2027 representa uma mudança estrutural no modelo de arrecadação tributária do país. A implementação faseada permitirá que empresas, instituições financeiras e o próprio Fisco ajustem seus sistemas aos poucos, reduzindo riscos e garantindo maior estabilidade.

    ContabilizaíBank é uma empresa de contabilidade especializada em atividades financeiras, como SecuritizadorasFactorings ESC.

    Para acompanhar essas mudanças e se preparar para o novo cenário tributário, continue acompanhando nossos conteúdos no blog.

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  • Atuação do Correspondente Bancário: Guia Atual e Completo

    Atuação do Correspondente Bancário: Guia Atual e Completo

    A atuação do correspondente bancário ganhou força nos últimos anos, acompanhando a digitalização do mercado financeiro e a expansão do crédito no Brasil. O papel desse profissional é essencial para ampliar o acesso da população a serviços bancários, principalmente em regiões onde não há agências físicas. Neste artigo, você vai entender o que é a atuação do correspondente bancário, quais serviços podem ser oferecidos, como funciona a regulamentação e quais modelos operacionais existem hoje no mercado.

    O que é a atuação do correspondente bancário?

    A atuação do correspondente bancário consiste na prestação de serviços financeiros em nome de instituições autorizadas pelo Banco Central. Embora não seja um banco, o correspondente funciona como uma ponte entre o cliente e a instituição financeira, ampliando o acesso a crédito, pagamentos, recebimentos e outros serviços essenciais.

    Essa atividade é regulamentada principalmente pelas resoluções CMN nº 3.954/2011 e CMN nº 4.935/2021, que definem responsabilidades, limites de atuação e requisitos técnicos, incluindo certificações e controles de compliance.

    Serviços permitidos ao correspondente bancário

    A atuação do correspondente bancário é ampla, mas sempre depende dos contratos firmados com cada banco parceiro. Entre os principais serviços autorizados pelo Banco Central, destacam-se:

    Serviços transacionais

    • Recebimento de boletos e contas;
    • Pagamentos diversos;
    • Abertura de contas de depósito e contas de pagamento;
    • Transferências eletrônicas;
    • Recebimento de benefícios sociais.

    Serviços negociais

    • Intermediação de propostas de crédito;
    • Simulação, coleta de documentos e acompanhamento da operação;
    • Financiamento de veículos;
    • Crédito imobiliário;
    • Consórcios;
    • Seguros vinculados;
    • Operações de câmbio dentro das normas do Bacen (até US$ 3.000,00 por operação).

    Esses serviços tornam a atuação do correspondente bancário uma atividade acessível e de grande impacto social.

    Principais áreas de atuação do correspondente bancário

    O correspondente bancário pode atuar em diversos formatos e nichos de mercado. Entre os mais comuns:

    • Lotéricas e estabelecimentos comerciais;
    • Escritórios multibancos;
    • Escritórios exclusivos de bancos públicos ou privados;
    • Correspondentes digitais (100% online);
    • Franquias de crédito;
    • Call centers especializados (modelo em declínio);
    • Promotoras de crédito;
    • Nichos específicos: consignado, crédito rural, CDC, imobiliário, entre outros.

    Essa variedade permite ao profissional escolher o modelo que melhor se adapta ao seu perfil, estrutura e objetivos de crescimento.

    Tipos de correspondentes bancários

    A atuação do correspondente bancário costuma ser classificada em dois grandes grupos:

    Correspondente transacional

    O correspondente transacional realiza serviços básicos e automatizados, sem envolvimento direto na negociação com o cliente. O foco está na execução de operações simples, como recebimento de contas, pagamentos e serviços de atendimento inicial.

    Correspondente negocial

    No modelo negocial, o profissional tem maior autonomia e atua diretamente na oferta e na intermediação de produtos financeiros, como crédito pessoal, consignado, crédito imobiliário, seguros e financiamentos. Além da parte transacional, ele orienta o cliente, coleta documentos, simula propostas e conduz o processo até a formalização junto ao banco parceiro.

    Por isso, a atuação do correspondente bancário no modelo negocial é a mais buscada por quem deseja empreender no mercado de crédito.

    Quanto ganha um correspondente bancário?

    A remuneração do correspondente bancário varia conforme o volume de operações, tipo de produto e região de atuação. De forma geral, correspondentes focados em produtos negociais, como consignado, imobiliário ou financiamento de veículos, conseguem ganhar:

    • R$ 3.000,00 a R$ 7.000,00 mensais como agentes de crédito;
    • Valores superiores quando estruturados como escritório ou promotora de crédito.

    Como a remuneração é composta principalmente por comissões, o potencial de crescimento é escalável para quem estrutura bem a atuação do correspondente bancário.

    Desafios e responsabilidades da profissão

    Embora seja um mercado promissor, a atuação do correspondente bancário exige preparo e responsabilidade. Entre os principais pontos de atenção estão:

    • Certificação obrigatória (como ANEPS);
    • Conhecimento sobre produtos financeiros;
    • Ética e transparência no atendimento;
    • Adequação às normas do Banco Central;
    • Estrutura mínima de atendimento;
    • Gestão financeira organizada.

    É exatamente nessa parte que muitos profissionais têm dificuldade, e onde uma contabilidade especializada faz diferença.

    Como se tornar um correspondente bancário

    Para atuar de forma regularizada, o profissional deve seguir alguns passos básicos:

    1. Ter CNPJ ativo com CNAE compatível;
    2. Firmar contrato com uma instituição financeira autorizada;
    3. Passar por credenciamento e análise documental;
    4. Obter a certificação exigida pelo mercado;
    5. Manter conformidade com as normas do Bacen e com a LGPD.

    Leia também: Como se tornar um Correspondente Bancário e lucrar no mercado financeiro

    Conclusão

    A atuação do correspondente bancário evoluiu muito e hoje oferece oportunidades sólidas para quem deseja trabalhar no mercado de crédito. Com regulamentação clara, serviços diversificados e possibilidade de atuar tanto no ambiente físico quanto no digital, essa é uma das profissões mais promissoras do setor financeiro.

    Se você deseja iniciar na área com segurança e organização, ou já atua e quer alcançar resultados melhores, conte com uma contabilidade especializada para estruturar seu negócio.

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  • Desbloqueio de Benefício INSS: veja como liberar o consignado

    Desbloqueio de Benefício INSS: veja como liberar o consignado

    Imagine o cliente pronto para contratar um empréstimo consignado. Tudo certo, até surgir o aviso: benefício bloqueado. Quando isso acontece, o desbloqueio de benefício INSS se torna essencial para liberar o crédito e evitar atrasos na contratação.

    O bloqueio ocorre por diferentes motivos, geralmente ligados à segurança do sistema ou à falta de atualização de dados. A boa notícia é que o desbloqueio pode ser feito de forma simples, online e em poucos minutos pelo Meu INSS.

    Por que o benefício do INSS é bloqueado

    O INSS aplica bloqueios para garantir a proteção do beneficiário e do próprio sistema previdenciário. Os bloqueios se dividem em duas categorias principais: temporários e permanentes. Conhecer a diferença ajuda o Correspondente a orientar melhor o cliente.

    Bloqueio temporário

    Esse bloqueio ocorre quando o sistema identifica:

    • Falta de atualização cadastral;
    • Alteração recente nos dados pessoais;
    • Solicitação feita pelo beneficiário;
    • Ativação automática de segurança para novos benefícios.

    Solução: basta atualizar as informações no site ou aplicativo Meu INSS. Em muitos casos, o desbloqueio acontece quase de forma imediata.

    Bloqueio permanente

    O bloqueio permanente surge quando o INSS reavalia a necessidade do benefício. Um exemplo comum ocorre no auxílio-doença, quando a instituição entende que o beneficiário pode retornar ao trabalho.

    Solução: o beneficiário precisa solicitar nova perícia ou reanálise para restabelecer o benefício e liberar o crédito.

    Como realizar o desbloqueio de benefício INSS

    O processo é prático e pode ser feito pelo computador ou celular. Veja o passo a passo completo:

    1. Acesse o site ou aplicativo Meu INSS e entre com sua conta gov.br;
    2. Na barra de pesquisa, digite “Desbloqueio de benefício para Empréstimo Consignado” e selecione a opção;
    3. Confira o status do benefício e avance;
    4. Valide os dados e envie documentos, caso o sistema solicite;
    5. Faça o reconhecimento facial seguindo as instruções;
    6. Finalize a solicitação e acompanhe o resultado no extrato consignado.

    Dica: se o cliente possuir mais de um benefício, repita o processo para cada um deles.

    Prazo para liberação

    O INSS estabelece um prazo máximo de 30 dias corridos para o desbloqueio de benefício. Porém, na prática, a liberação ocorre em poucas horas. Assim que o sistema atualiza, o cliente já pode contratar o crédito com desconto direto no benefício.

    Como o Correspondente pode ajudar

    O Corban exerce papel fundamental nesse processo. Ao identificar o bloqueio e orientar o cliente sobre o procedimento correto, o profissional acelera a contratação e melhora a experiência do usuário.

    • Verifique o tipo de bloqueio e oriente sobre o passo certo;
    • Auxilie no uso do app e na verificação de status;
    • Explique prazos e documentos necessários;
    • Garanta que o cliente entenda cada etapa do processo.

    Fontes e conteúdos recomendados

    Quer saber mais sobre o assunto? Leia nosso conteúdo sobre Novo consignado CLT: como funciona o Crédito do Trabalhador.

    Para informações oficiais, consulte o portal do INSS.

    Conclusão

    O desbloqueio de benefício INSS é rápido e garante acesso ao crédito consignado com segurança. Quando o Corban domina o processo, o cliente recebe suporte ágil, ganha confiança e tem acesso às melhores condições de crédito do mercado.

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  • Saque-aniversário FGTS: 9 milhões podem ficar sem crédito

    Saque-aniversário FGTS: 9 milhões podem ficar sem crédito

    As novas regras do saque-aniversário FGTS, que entram em vigor em 1º de novembro, devem restringir o acesso ao crédito para milhões de trabalhadores brasileiros. Segundo estimativa da Associação Brasileira dos Bancos (ABBC), cerca de 9 milhões de pessoas com saldo no FGTS, mas desempregadas, podem perder a possibilidade de contratar empréstimos com garantia do fundo.

    Essas mudanças fazem parte de um pacote de medidas que busca limitar o número de operações e o valor disponível para antecipação, alterando significativamente o cenário do crédito pessoal com garantia do FGTS, um dos produtos mais acessíveis do mercado.

    O que muda nas novas regras

    De acordo com as novas diretrizes, o governo implementará limites no valor e no número de antecipações possíveis pelo saque-aniversário, além de prazos mais rígidos entre as operações. A medida, segundo a ABBC, pode afetar diretamente cerca de 20 milhões de trabalhadores que atualmente utilizam essa modalidade de crédito.

    Principais mudanças do saque-aniversário FGTS

    • Carência: será necessário aguardar 90 dias após aderir ao saque-aniversário para realizar a primeira antecipação. Antes, o crédito podia ser contratado imediatamente.
    • Limite de operações simultâneas: apenas uma antecipação ativa por ano será permitida.
    • Limite de antecipações: o trabalhador poderá antecipar até cinco parcelas de saques futuros em um período de 12 meses.
    • Valor mínimo e máximo: cada operação deve respeitar o piso de R$100 e o teto de R$500 por saque. Assim, o máximo que poderá ser contratado em um ano será de R$2.500.

    Com as novas restrições, o governo busca reduzir o uso do FGTS como garantia de crédito e reforçar programas como o Crédito do Trabalhador, voltado ao setor privado.

    Impacto no mercado e para o Correspondente Bancário

    A antecipação do saque-aniversário era considerada uma das linhas de crédito mais baratas disponíveis, com taxas médias de 1,79% ao mês, abaixo do teto de outras modalidades como o consignado do INSS (1,85%).

    Com as novas limitações, o acesso a essa linha será mais restrito, impactando principalmente os trabalhadores desempregados e negativados, que dependiam dessa alternativa de crédito. A ABBC alerta que cerca de 74% dos tomadores dessa linha possuem restrições no nome.

    Para o Correspondente Bancário (Corban), a mudança representa um novo desafio, e também uma oportunidade de adaptação. Será necessário compreender as novas normas, orientar clientes e buscar novas opções de produtos financeiros, como o Crédito do Trabalhador com garantia de FGTS.

    Oportunidades para o Corban

    • Explorar novas linhas de crédito com garantia do FGTS;
    • Ampliar a atuação com crédito consignado privado;
    • Orientar clientes sobre as novas regras e evitar riscos de endividamento;
    • Buscar suporte contábil e regulatório para se manter atualizado.

    O conhecimento sobre essas mudanças pode diferenciar o Corban no mercado e fortalecer sua credibilidade junto aos clientes.

    Por que o governo alterou as regras

    Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o objetivo é proteger o trabalhador de possíveis armadilhas financeiras. O ministro Luiz Marinho afirmou que o saque-aniversário pode prejudicar quem é demitido, já que impede o saque integral do saldo do FGTS em caso de desligamento.

    O governo também aposta na retomada do Crédito do Trabalhador, um novo modelo de consignado para o setor privado, com taxas livres e competitivas. A expectativa é que a regulamentação do uso do FGTS como garantia reduza os juros médios e amplie a competição entre instituições financeiras.

    Em contrapartida, a ABBC alerta que a medida pode reduzir o acesso ao crédito e comprometer o equilíbrio do sistema, especialmente entre os trabalhadores mais vulneráveis.

    Para mais detalhes sobre as medidas e justificativas oficiais, acesse o site do Ministério do Trabalho e Emprego.

    Como o Corbanzaí apoia o Correspondente diante dessas mudanças

    A Corbanzaí, empresa do Grupo Contabilizaí, é a primeira contabilidade 100% especializada em Correspondentes Bancários. Oferecemos suporte técnico, gestão contábil e orientação estratégica para que o Corban possa se adaptar às mudanças do mercado com segurança e inteligência financeira.

    Com as novas regras do saque-aniversário FGTS, contar com uma contabilidade especializada faz a diferença, garantindo que o Correspondente continue atuando com eficiência e dentro das normas do setor.

    Leitura sugerida: iCred lidera o mercado de FIDC FGTS com originação própria

    As novas regras do saque-aniversário FGTS trazem restrições importantes e podem reduzir o acesso ao crédito para milhões de trabalhadores. No entanto, elas também abrem espaço para inovação e novos produtos financeiros, especialmente para quem atua com inteligência e respaldo técnico.

    Para o Correspondente Bancário, este é o momento de se atualizar e buscar apoio especializado. Com a Corbanzaí, é possível entender as mudanças, ajustar estratégias e continuar crescendo com segurança contábil e visão de futuro.

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  • iCred lidera o mercado de FIDC FGTS com originação própria

    iCred lidera o mercado de FIDC FGTS com originação própria

    A iCred acaba de alcançar um marco relevante no setor financeiro brasileiro. Segundo dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), referentes a maio de 2025, o fundo ICRED FGTS FIDC RL atingiu a terceira posição entre os maiores Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) de crédito à pessoa física do país.

    Com patrimônio líquido superior a R$ 1,3 bilhão, a fintech se consolida como a maior operação com originação própria de FGTS na modalidade saque-aniversário, reforçando sua liderança em um mercado cada vez mais tecnológico e competitivo.

    FIDC FGTS: uma nova referência em crédito estruturado

    O destaque conquistado pela iCred reforça o avanço dos FIDCs como instrumentos de crédito estruturado e de acesso democrático ao mercado financeiro. A operação de FIDC FGTS permite que investidores participem de fundos lastreados em recebíveis de trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário, transformando o crédito pessoal em uma alternativa de investimento segura e rentável.

    Com isso, a fintech não apenas amplia o acesso a recursos para o público de baixa renda, mas também fortalece a integração entre tecnologia, crédito e mercado de capitais.

    Uma fintech feita por e para Corbans

    Muito além de uma plataforma digital de crédito, a iCred nasceu da realidade dos Correspondentes Bancários (Corbans). Fundada por profissionais que conhecem o dia a dia do setor, a empresa surgiu com o propósito de oferecer soluções sob medida e suporte técnico para quem atua na ponta da operação.

    “Sentíamos a necessidade de uma instituição que realmente entendesse as dores e os desafios do nosso segmento. Assim nasceu a iCred: feita por e para Corbans”, relata a equipe da fintech.

    Essa conexão direta com o mercado gerou uma operação baseada em proximidade, linguagem acessível e autonomia, pilares que a diferenciam no setor financeiro.

    Tecnologia e autonomia: os motores do FIDC FGTS da iCred

    O modelo de negócio da iCred é 100% digital, com sistemas integrados às plataformas dos parceiros. Essa estrutura tecnológica garante transparência, compliance e escalabilidade, permitindo que cada operação seja acompanhada em tempo real.

    Principais diferenciais do FIDC FGTS da iCred:

    • Originação própria com base em tecnologia de crédito;
    • Segurança operacional com monitoramento de dados e auditoria;
    • Integração digital com parceiros e plataformas;
    • Eficiência e agilidade no processamento das operações.

    A combinação entre inovação e controle de risco tem sido um dos fatores que impulsionam o crescimento sustentável da fintech, gerando confiança para investidores e correspondentes.

    Reconhecimento e consolidação no mercado

    O resultado alcançado pela iCred no ranking da CVM é reflexo de um trabalho estratégico e contínuo. Mais do que números, o reconhecimento da operação FIDC FGTS confirma a solidez do modelo de negócio e a consistência dos resultados entregues.

    Com mais de R$ 1,3 bilhão em patrimônio líquido, a fintech figura ao lado dos principais nomes do crédito consignado e estudantil no Brasil, um feito expressivo para uma empresa que nasceu dentro da comunidade Corban.

    O impacto do FIDC FGTS na transformação do crédito

    O avanço da iCred reflete uma tendência mais ampla: a transformação do crédito no Brasil. Por meio do FIDC FGTS, a fintech conecta tecnologia, dados e investimento de forma sustentável, criando oportunidades para trabalhadores, investidores e parceiros.

    O modelo de originação própria fortalece o ecossistema financeiro e demonstra como inovação e governança podem caminhar juntas na expansão do crédito estruturado.

    A liderança da iCred no mercado de FIDC FGTS é resultado de um modelo de negócio sólido, inovador e centrado em tecnologia. Com um olhar voltado aos Corbans, aos investidores e à inclusão financeira, a fintech reafirma seu papel como protagonista na modernização do crédito no Brasil.

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