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  • iCred lidera o mercado de FIDC FGTS com originação própria

    iCred lidera o mercado de FIDC FGTS com originação própria

    A iCred acaba de alcançar um marco relevante no setor financeiro brasileiro. Segundo dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), referentes a maio de 2025, o fundo ICRED FGTS FIDC RL atingiu a terceira posição entre os maiores Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) de crédito à pessoa física do país.

    Com patrimônio líquido superior a R$ 1,3 bilhão, a fintech se consolida como a maior operação com originação própria de FGTS na modalidade saque-aniversário, reforçando sua liderança em um mercado cada vez mais tecnológico e competitivo.

    FIDC FGTS: uma nova referência em crédito estruturado

    O destaque conquistado pela iCred reforça o avanço dos FIDCs como instrumentos de crédito estruturado e de acesso democrático ao mercado financeiro. A operação de FIDC FGTS permite que investidores participem de fundos lastreados em recebíveis de trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário, transformando o crédito pessoal em uma alternativa de investimento segura e rentável.

    Com isso, a fintech não apenas amplia o acesso a recursos para o público de baixa renda, mas também fortalece a integração entre tecnologia, crédito e mercado de capitais.

    Uma fintech feita por e para Corbans

    Muito além de uma plataforma digital de crédito, a iCred nasceu da realidade dos Correspondentes Bancários (Corbans). Fundada por profissionais que conhecem o dia a dia do setor, a empresa surgiu com o propósito de oferecer soluções sob medida e suporte técnico para quem atua na ponta da operação.

    “Sentíamos a necessidade de uma instituição que realmente entendesse as dores e os desafios do nosso segmento. Assim nasceu a iCred: feita por e para Corbans”, relata a equipe da fintech.

    Essa conexão direta com o mercado gerou uma operação baseada em proximidade, linguagem acessível e autonomia, pilares que a diferenciam no setor financeiro.

    Tecnologia e autonomia: os motores do FIDC FGTS da iCred

    O modelo de negócio da iCred é 100% digital, com sistemas integrados às plataformas dos parceiros. Essa estrutura tecnológica garante transparência, compliance e escalabilidade, permitindo que cada operação seja acompanhada em tempo real.

    Principais diferenciais do FIDC FGTS da iCred:

    • Originação própria com base em tecnologia de crédito;
    • Segurança operacional com monitoramento de dados e auditoria;
    • Integração digital com parceiros e plataformas;
    • Eficiência e agilidade no processamento das operações.

    A combinação entre inovação e controle de risco tem sido um dos fatores que impulsionam o crescimento sustentável da fintech, gerando confiança para investidores e correspondentes.

    Reconhecimento e consolidação no mercado

    O resultado alcançado pela iCred no ranking da CVM é reflexo de um trabalho estratégico e contínuo. Mais do que números, o reconhecimento da operação FIDC FGTS confirma a solidez do modelo de negócio e a consistência dos resultados entregues.

    Com mais de R$ 1,3 bilhão em patrimônio líquido, a fintech figura ao lado dos principais nomes do crédito consignado e estudantil no Brasil, um feito expressivo para uma empresa que nasceu dentro da comunidade Corban.

    O impacto do FIDC FGTS na transformação do crédito

    O avanço da iCred reflete uma tendência mais ampla: a transformação do crédito no Brasil. Por meio do FIDC FGTS, a fintech conecta tecnologia, dados e investimento de forma sustentável, criando oportunidades para trabalhadores, investidores e parceiros.

    O modelo de originação própria fortalece o ecossistema financeiro e demonstra como inovação e governança podem caminhar juntas na expansão do crédito estruturado.

    A liderança da iCred no mercado de FIDC FGTS é resultado de um modelo de negócio sólido, inovador e centrado em tecnologia. Com um olhar voltado aos Corbans, aos investidores e à inclusão financeira, a fintech reafirma seu papel como protagonista na modernização do crédito no Brasil.

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  • Descentralização do crédito estruturado impulsiona FIDCs no interior

    Descentralização do crédito estruturado impulsiona FIDCs no interior

    A descentralização do crédito estruturado vem transformando o mapa do mercado financeiro brasileiro. Gestoras de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) estão levando tecnologia e capital para além da Faria Lima, conectando o sistema financeiro à economia real e fortalecendo o interior do país.

    Um exemplo marcante dessa nova fase é a Audax Capital, que instalou em Goiás um laboratório de Inteligência Artificial (IA) para aprimorar processos de crédito e formação de talentos locais, uma iniciativa inédita entre gestoras de FIDC no Brasil.

    A nova geografia do crédito estruturado

    O eixo financeiro da Faria Lima, tradicional centro das inovações do mercado de capitais, começa a dividir protagonismo com novas praças financeiras regionais. Essa descentralização do crédito estruturado está aproximando o capital de setores produtivos e impulsionando investimentos sustentáveis fora dos grandes centros urbanos.

    Segundo dados de mercado, o estoque de FIDCs ultrapassou R$ 500 bilhões em 2024, crescimento de 26% sobre o ano anterior. O número de fundos ativos também aumentou, atingindo 2.200 veículos, resultado da busca por alternativas mais rentáveis e da expansão do crédito privado no interior.

    Audax Capital e a inovação no coração do país

    Fundada em 2015, a Audax Capital soma R$ 410 milhões em ativos sob gestão, possui rating A pela Liberium Ratings e já originou mais de R$ 6 bilhões em operações de crédito. Com sede em Goiás e foco nos setores industrial e agroindustrial, a gestora mantém PDD de apenas 0,6%, um dos menores índices do mercado.

    Laboratório de IA e o modelo de fundo sustentável

    O Laboratório Audax de Inovação, inaugurado em Goiás, simboliza a integração entre tecnologia, crédito estruturado e desenvolvimento regional. No local, são desenvolvidas soluções baseadas em Inteligência Artificial para aprimorar a originação e a análise de crédito, elevando a eficiência operacional e a precisão nas decisões de investimento.

    “O Laboratório Audax é o nosso coração de inovação. Aqui, ideias crescem rápido e viram soluções que elevam a eficiência do nosso negócio e do mercado ao nosso redor”, destacou Pedro Da Matta, CEO da gestora.

    Por que descentralizar o crédito estruturado é estratégico

    A descentralização do crédito estruturado não é apenas uma tendência, mas uma estratégia de fortalecimento do ecossistema financeiro nacional. Entre os benefícios desse movimento estão:

    • Geração de empregos qualificados fora dos grandes centros.
    • Desenvolvimento tecnológico regional, com foco em IA e automação.
    • Aproximação entre capital e economia real, facilitando o acesso ao crédito produtivo.
    • Sustentabilidade e governança, integrando critérios ESG à estrutura dos fundos.

    Essa visão conecta o mercado financeiro às vocações regionais do país, como o agronegócio, promovendo eficiência e inclusão.

    Governança e maturidade no crédito estruturado

    Os FIDCs evoluíram muito desde sua criação. Hoje, o foco não está apenas no volume de captação, mas também na gestão técnica, controle de risco e diversificação de lastros. A digitalização e o uso de IA têm modernizado a análise de crédito e ampliado o acesso de pequenas e médias empresas a novas formas de financiamento.

    Esse avanço coloca o Brasil em linha com as tendências internacionais de fundos sustentáveis e veículos analíticos, que combinam rentabilidade e previsibilidade com responsabilidade social.

    O futuro dos FIDCs regionais

    A integração entre tecnologia, sustentabilidade e crédito estruturado inaugura uma nova fase para o mercado. O modelo proposto pela Audax demonstra que é possível gerar retorno consistente, promover inovação financeira e desenvolver economias locais simultaneamente.

    “O interior do Brasil tem potencial para ser protagonista em inovação e sustentabilidade”, afirmou Pedro Da Matta, CEO da Audax Capital.

    A descentralização do crédito estruturado está redefinindo o papel dos FIDCs no Brasil. Com gestoras inovadoras, tecnologia de ponta e um olhar voltado à sustentabilidade, o interior se consolida como novo eixo de desenvolvimento financeiro.

    Quer entender como o crédito estruturado pode impulsionar seus investimentos?ContabilizaíBank é uma empresa de contabilidade especializada em atividades financeiras, como SecuritizadorasFactorings ESC.

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  • Múltiplas cessões, e de quem é a propriedade do título FIDC?

    Múltiplas cessões, e de quem é a propriedade do título FIDC?

    O registro do título está relacionado à Resolução CVM 175, que é a norma que estabelece o novo marco regulatório para os fundos de investimento no Brasil, substituindo a antiga Instrução CVM 555. Essa resolução não trata do registro de um título específico, mas sim do registro e funcionamento dos próprios fundos.

    Como funciona o registro de fundos de investimento?

    O “registro do título 175 CVM” não é um processo para um único ativo, mas sim para o funcionamento de um fundo que passará a operar sob as regras da Resolução 175.

    O papel do administrador

    É o administrador do fundo quem faz o registro na CVM. Para isso, ele utiliza o sistema SGF (Sistema de Gestão de Fundos).

    Processo de registro

    O administrador faz o upload dos documentos obrigatórios (como o regulamento do fundo), preenche as informações necessárias e, em seguida, efetua o registro de funcionamento do fundo em tempo real.

    O registro é feito em conformidade com as exigências do Artigo 10 da Resolução CVM 175, que especifica a documentação e os procedimentos necessários (fonte: AI).

    Mas, na prática, quando recebemos o título e já o remetemos ao registro, pagando a operação, ainda mais se ela contar com o carimbo do tempo, já somos proprietários do mesmo.

    Se, porventura, ele já estiver registrado por outro cessionário, o registro não é aceito, fato do qual já tomamos conhecimento.

    Mas, se nossa estrutura for a primeira a registrar e, por óbvio, a receber o título, então vale a regra do Código de Processo Civil:

    Art. 291. Ocorrendo várias cessões do mesmo crédito, prevalece a que se completar com a tradição do título do crédito cedido. (grifo nosso)

    Por “tradição”, temos o sinônimo de entrega da coisa, no caso em concreto, do título, e seria impossível mandar a registro um título que não nos tenha sido entregue.

    Então, salvo caso em concreto, é dono do título aquele que primeiro registrou!

    Artigo publicado originalmente por Alexandre Fuchs das Nevesalexandre@na.adv.br. Créditos mantidos conforme autoria original.

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  • Mercado de FIDC ultrapassa R$ 810 bi no Brasil

    Mercado de FIDC ultrapassa R$ 810 bi no Brasil

    O mercado de FIDC (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) segue em forte expansão no Brasil, alcançando cerca de R$ 814 bilhões em patrimônio líquido. A diretora da CVM, Marina Copola, destacou que novas regulamentações podem abrir espaço para maior participação de investidores, inclusive pessoas físicas, e ampliar o acesso de empresas em recuperação judicial a esse tipo de captação.

    O crescimento do mercado de FIDC no Brasil

    De 2021 para 2025, o número de FIDCs ativos saltou de aproximadamente 1.300 para mais de 3.500, com 255 mil cotistas envolvidos. O avanço reflete a busca por alternativas lastreadas em recebíveis, combinando diversificação e disciplina regulatória.

    • Patrimônio líquido aproximado: R$ 814 bilhões.
    • Base de fundos: acima de 3.500 estruturas.
    • Base de investidores: 255 mil cotistas.

    Resolução 175 da CVM: segurança e previsibilidade

    A Resolução CVM 175 consolidou regras para os fundos de investimento e trouxe maior clareza ao enquadramento dos FIDCs, ajudando a padronizar práticas e a elevar a transparência.

    Principais avanços

    • Critérios objetivos para caracterizar um fundo como FIDC.
    • Regras de divulgação e governança para proteger o investidor.
    • Definição das classes de direitos creditórios passíveis de antecipação.

    “As normas anteriores eram verdadeiros ‘Frankenstein’. O novo anexo criou um marco de segurança para o setor.” — Marina Copola

    Antecipação de recebíveis e empresas em recuperação judicial

    Tramita na CVM proposta para permitir que fundos destinados a investidores pessoa física qualificados possam antecipar direitos creditórios de empresas em recuperação judicial. Atualmente, tal operação é restrita a fundos para investidores profissionais e somente após a homologação judicial.

    Se aprovado, com expectativa mencionada para o 1º trimestre de 2026, o ajuste pode destravar novas fontes de financiamento para companhias em reestruturação, preservando limites e salvaguardas regulatórias.

    Perspectivas: o que observar nos próximos meses

    O mercado de FIDC entra em uma fase de maturidade com base regulatória mais sólida e maior adesão de investidores. Com as possíveis mudanças regulatórias previstas para 2026, os FIDCs tendem a se consolidar como protagonistas no ecossistema de crédito brasileiro.

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  • Securitização de dívida pública: nova era para governos e mercado

    Securitização de dívida pública: nova era para governos e mercado

    A securitização de dívida pública ganhou um novo impulso com a Lei Complementar nº 208/2024, que finalmente trouxe segurança jurídica a um modelo que pode transformar o caixa de Estados e Municípios. A medida permite que entes públicos antecipem receitas e se conectem ao mercado de capitais, sem que isso configure uma nova operação de crédito.

    O que muda com a LC 208/2024

    Antes da nova lei, a securitização era vista com cautela por órgãos de controle, como o TCU e a CVM, que a consideravam próxima de um endividamento. Agora, o texto legal define que essa operação é uma cessão onerosa de direitos creditórios, como a dívida ativa, e não um empréstimo.

    Na prática, a lei abre espaço para que governos transformem créditos tributários e não tributários em recursos imediatos, fortalecendo suas finanças sem violar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

    • O que pode ser securitizado: créditos tributários e não tributários, como a dívida ativa.
    • Quem pode realizar: União, Estados, Municípios e o Distrito Federal.
    • Forma: por meio de uma SPE (Sociedade de Propósito Específico) ou de um FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios).

    O Distrito Federal saiu na frente

    O Distrito Federal foi o primeiro ente público a implementar uma operação com base na LC 208/2024. Com apoio do BTG Pactual, do escritório Demarest e do Banco de Brasília (BRB), o chamado Projeto Securities estruturou uma emissão lastreada em dívidas do governo local. A iniciativa foi viabilizada por lei autorizativa própria, seguida de um decreto regulamentador.

    Esse modelo permite que o governo utilize os recursos da securitização para reforçar o caixa e impulsionar investimentos, ao mesmo tempo em que abre uma nova frente de atuação para o mercado de capitais.

    O potencial da securitização de dívida pública

    Segundo dados da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o valor da dívida ativa negociável entre 2014 e 2023 é de aproximadamente R$ 3,2 trilhões. Com a nova lei, parte desse montante pode ser transformado em instrumentos de captação junto ao mercado, ampliando o acesso a recursos e diversificando fontes de financiamento.

    Principais vantagens da securitização pública

    • Liquidez imediata: transforma créditos futuros em receitas presentes.
    • Segurança jurídica: a LC 208/2024 elimina dúvidas sobre enquadramento fiscal.
    • Atração de investidores: abre oportunidades em FIDCs de dívida pública.
    • Transparência contábil: exige governança e controle rigoroso dos créditos cedidos.

    O papel da contabilidade especializada

    Operações de securitização de dívida pública envolvem estruturas complexas, com necessidade de registros contábeis detalhados e conformidade com as normas da CVM e do Banco Central. Por isso, a atuação de uma contabilidade especializada é essencial para garantir rastreabilidade, compliance e clareza nas demonstrações financeiras.

    A Contabilizaí Bank é referência em contabilidade para securitizadoras, factoring e ESC. Nossa equipe técnica apoia instituições e entes públicos na estruturação, registro e acompanhamento de operações de securitização, oferecendo segurança e transparência em todas as etapas.

    O futuro da securitização pública

    A LC 208/2024 inaugura uma nova fase de integração entre governos e mercado de capitais. Além de reforçar o caixa público, essa medida cria oportunidades para investidores institucionais e para o fortalecimento das práticas de governança financeira. Com suporte contábil adequado, a securitização pública pode se consolidar como um importante instrumento de desenvolvimento econômico.

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