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  • Suspensão do consignado INSS pelo TCU: entenda

    Suspensão do consignado INSS pelo TCU: entenda

    A suspensão do consignado INSS pelo TCU acendeu um alerta para instituições financeiras, correspondentes bancários, aposentados e pensionistas.

    A decisão determina a interrupção imediata de novas concessões de crédito consignado em algumas modalidades até que sejam implementados mecanismos de controle mais seguros no sistema e-Consignado.

    A medida tem como objetivo reduzir riscos de fraudes, vazamento de dados e práticas abusivas envolvendo benefícios do INSS.

    O que motivou a suspensão do consignado INSS pelo TCU?

    O Tribunal de Contas da União identificou indícios de falhas graves nos controles das operações de crédito consignado vinculadas a benefícios do INSS.

    Entre os principais pontos de atenção estão:

    • Suspeita de vazamento de dados de aposentados e pensionistas;
    • Uso indevido de informações pessoais;
    • Indícios de fraudes em operações consignadas;
    • Falhas na validação das contratações;
    • Riscos de prejuízo contínuo aos beneficiários.

    A decisão busca impedir que novas operações sejam realizadas sem mecanismos mínimos de segurança e comprovação.

    Quais operações foram afetadas?

    A suspensão do consignado INSS pelo TCU atinge novas concessões em modalidades específicas.

    Entre elas estão:

    • Cartão de crédito consignado;
    • Cartão consignado de benefício;
    • Novos empréstimos pessoais consignados, até reforço dos controles.

    A suspensão vale até que o TCU volte a analisar o caso e delibere novamente sobre o tema.

    Por que os cartões consignados preocupam o TCU?

    As modalidades de cartão consignado apresentam características que dificultam a fiscalização e o acompanhamento das operações.

    Isso acontece porque podem envolver:

    • Crédito rotativo;
    • Cobrança de encargos;
    • Faturas mensais;
    • Saldo devedor variável;
    • Dificuldade de comprovar a liberação dos recursos;
    • Restrições relacionadas ao sigilo bancário.

    Esses fatores tornam mais difícil verificar se o beneficiário realmente autorizou a operação e se recebeu os valores contratados.

    O papel do e-Consignado na decisão

    O sistema e-Consignado é utilizado para registrar e controlar operações de crédito consignado vinculadas a benefícios previdenciários.

    Com a decisão, o TCU determinou que a Dataprev priorize a implementação de novas travas e mecanismos de segurança no sistema.

    Entre as medidas indicadas estão:

    • Bloqueio de averbações sem documentação mínima;
    • Impedimento de operações em nome de pessoas falecidas;
    • Reforço da validação biométrica;
    • Proibição de depósitos em conta diferente da vinculada ao benefício;
    • Restrições à venda casada de produtos, como seguros.

    Essas mudanças têm o objetivo de tornar o processo mais seguro e rastreável.

    Quais prazos foram definidos?

    O INSS e a Dataprev terão prazo de 45 dias, contados da notificação, para apresentar relatório técnico comprovando a eficácia das travas implementadas.

    Além disso, INSS, Dataprev e Banco Central terão 30 dias para apresentar alternativas que permitam uma fiscalização mais efetiva das operações via cartões consignados.

    Essas alternativas podem incluir mudanças normativas, operacionais ou institucionais.

    Como a decisão impacta aposentados e pensionistas?

    Para aposentados e pensionistas, a medida pode representar uma proteção adicional contra contratações indevidas.

    A decisão busca evitar situações como:

    • Empréstimos não autorizados;
    • Descontos indevidos no benefício;
    • Uso indevido de dados pessoais;
    • Contratação de cartão consignado sem clareza;
    • Venda casada de produtos financeiros.

    Por outro lado, enquanto a suspensão estiver em vigor, novas contratações podem ficar temporariamente limitadas nas modalidades afetadas.

    Como a decisão impacta instituições e correspondentes bancários?

    Para instituições financeiras e correspondentes bancários, a decisão reforça a importância de controles rígidos de conformidade.

    A partir desse cenário, torna-se ainda mais importante manter atenção a pontos como:

    • Comprovação da autorização do beneficiário;
    • Validação biométrica;
    • Documentação da operação;
    • Transparência na oferta;
    • Prevenção à venda casada;
    • Proteção de dados pessoais;
    • Registro adequado das etapas da contratação.

    A tendência é que operações de consignado passem por um nível maior de fiscalização e exigência operacional.

    O que observar daqui para frente?

    A suspensão do consignado INSS pelo TCU ainda depende de nova deliberação da Corte.

    Por isso, os próximos pontos de atenção são:

    • Implementação das travas no e-Consignado;
    • Relatório técnico do INSS e da Dataprev;
    • Alternativas apresentadas ao TCU;
    • Possível atuação do Banco Central;
    • Inspeções no Ministério da Previdência, INSS e Dataprev;
    • Novas regras para cartões consignados.

    Para acompanhar informações oficiais, consulte o portal do Tribunal de Contas da União: TCU.

    leia também nosso conteúdo sobre crédito consignado e correspondentes bancários.

    Conclusão

    A suspensão do consignado INSS pelo TCU mostra que o mercado de crédito consignado passa por um momento de maior fiscalização e exigência de segurança.

    A decisão busca proteger aposentados e pensionistas contra fraudes, vazamento de dados e contratações sem comprovação adequada.

    Para quem atua nesse mercado, o recado é claro: controles internos, validação de identidade, documentação e transparência devem ser prioridades.

    Continue acompanhando o blog para entender as principais mudanças no mercado de crédito, consignado e regulação financeira.

    Fale com a Corbanzaí e veja como podemos ajudar seu correspondente bancário a crescer com mais organização e segurança. Temos também a ContabilizaíBank no grupo contabilizaí, contabilidade especializada em Securitizadora, Factoring e ESC.

    Continue lendo >>: Suspensão do consignado INSS pelo TCU: entenda
  • LGPD para correspondente bancário: guia prático

    LGPD para correspondente bancário: guia prático

    A LGPD para correspondente bancário é um tema essencial para quem atua no mercado de crédito. Afinal, o corban lida diariamente com dados pessoais, documentos, informações bancárias, comprovantes de renda e, em alguns casos, registros biométricos.

    Mais do que uma obrigação legal, a proteção de dados deve fazer parte da rotina operacional do correspondente. Ela reduz riscos, fortalece a confiança do cliente e ajuda a prevenir fraudes.

    Neste artigo, você vai entender como a LGPD se aplica ao correspondente bancário, quais cuidados adotar no dia a dia e quais riscos surgem quando a proteção de dados é negligenciada.

    O que é LGPD?

    A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, conhecida como LGPD, regula o tratamento de dados pessoais no Brasil. Seu objetivo é proteger direitos fundamentais como privacidade, liberdade e segurança das informações.

    Na prática, a lei define regras para coleta, uso, armazenamento, compartilhamento e descarte de dados pessoais por empresas, profissionais e organizações.

    No mercado financeiro, essa responsabilidade se torna ainda mais relevante, pois as operações envolvem dados sensíveis e informações que podem ser usadas em fraudes.

    Por que a LGPD para correspondente bancário é importante?

    A LGPD para correspondente bancário é importante porque o corban participa diretamente do processo de coleta e envio de dados para instituições financeiras.

    Mesmo atuando como prestador de serviço ou parceiro comercial, o correspondente manipula informações essenciais para a análise e contratação de crédito.

    Entre os dados mais comuns estão:

    • CPF e RG;
    • comprovante de residência;
    • comprovante de renda;
    • dados bancários;
    • telefone e e-mail;
    • informações sobre benefício ou margem consignável;
    • documentos digitalizados;
    • biometria ou selfie de validação.

    Qualquer falha no tratamento dessas informações pode gerar vazamento, fraude e responsabilização.

    Qual é o papel do correspondente no tratamento de dados?

    O correspondente bancário não deve tratar dados de forma informal. Ele precisa seguir processos seguros, autorizados e compatíveis com as regras da instituição financeira contratante.

    Na rotina, o corban participa de etapas como:

    • coleta de documentos;
    • cadastro de clientes;
    • envio de propostas;
    • consulta de informações;
    • armazenamento temporário;
    • acompanhamento de contratos.

    Por isso, ele deve adotar uma postura responsável em todas as fases da operação.

    Cuidados práticos com dados no dia a dia

    A LGPD para correspondente bancário precisa sair do papel e entrar na rotina. Algumas medidas simples reduzem bastante o risco de incidentes.

    1. Colete apenas os dados necessários

    O correspondente deve solicitar somente as informações indispensáveis para a operação. Coletar dados em excesso aumenta o risco e pode violar princípios da LGPD.

    2. Use apenas sistemas autorizados

    Dados de clientes devem circular por plataformas oficiais, seguras e autorizadas pela instituição financeira. Evite ferramentas informais para envio de documentos.

    3. Não compartilhe logins e senhas

    Cada colaborador deve ter acesso individual aos sistemas. Compartilhar senhas dificulta o controle e aumenta o risco de uso indevido.

    4. Proteja dispositivos

    Computadores, celulares e tablets usados na operação devem ter senha, bloqueio automático e, sempre que possível, autenticação em dois fatores.

    5. Evite armazenar documentos em celulares pessoais

    Fotos de documentos, prints de contratos e comprovantes não devem ficar salvos em aparelhos pessoais. Esse hábito é um dos maiores riscos operacionais.

    6. Descarte dados quando não forem mais necessários

    Cópias físicas e digitais devem ser eliminadas com segurança quando não tiverem mais finalidade legítima para uso.

    LGPD e prevenção a fraudes no crédito

    A proteção de dados também funciona como uma barreira antifraude.

    Muitos golpes no mercado de crédito começam com o acesso indevido a dados pessoais. Com documentos, dados bancários ou informações de benefício, criminosos podem tentar:

    • abrir contratos falsos;
    • realizar simulações indevidas;
    • solicitar portabilidades irregulares;
    • contratar crédito sem autorização;
    • aplicar golpes em clientes vulneráveis.

    Quando o correspondente bancário protege corretamente os dados, ele reduz o risco de fraudes e preserva a credibilidade da operação.

    Transparência com o cliente

    A LGPD para correspondente bancário também exige clareza. O cliente precisa entender por que seus dados estão sendo coletados e como serão usados.

    O correspondente deve informar, de forma simples:

    • quais dados serão solicitados;
    • para qual finalidade serão usados;
    • com qual instituição financeira serão compartilhados;
    • por quais canais o cliente pode tirar dúvidas;
    • como a operação será conduzida.

    Essa transparência aumenta a confiança e melhora a experiência do cliente.

    O que acontece se o correspondente descumprir a LGPD?

    O descumprimento da LGPD pode gerar consequências sérias para o correspondente bancário e para a instituição envolvida.

    Entre os principais riscos estão:

    • sanções administrativas;
    • multas;
    • bloqueio de operações;
    • perda de parcerias comerciais;
    • responsabilização civil;
    • danos reputacionais;
    • aumento de fraudes.

    Em muitos casos, o maior prejuízo não está apenas na multa, mas na perda de confiança do mercado.

    Como criar uma rotina segura de proteção de dados?

    Para aplicar a LGPD na prática, o correspondente bancário deve transformar segurança da informação em processo.

    Algumas boas práticas incluem:

    • treinar a equipe periodicamente;
    • revisar permissões de acesso;
    • padronizar canais de envio de documentos;
    • manter controle sobre arquivos recebidos;
    • documentar procedimentos internos;
    • acompanhar orientações das instituições parceiras;
    • criar uma rotina de descarte seguro.

    A conformidade depende menos de ações isoladas e mais de cultura operacional.

    LGPD, compliance e reputação no mercado de crédito

    Atuar em conformidade com a LGPD fortalece a imagem do correspondente bancário.

    No mercado de crédito, confiança é um ativo estratégico. Instituições financeiras tendem a valorizar parceiros que demonstram organização, segurança e respeito às normas.

    Por isso, a proteção de dados deve ser vista como parte do compliance do corban, junto com regras de atendimento, prevenção a fraudes e boas práticas comerciais.

    Leia também: O que um correspondente bancário pode e não pode fazer

    Conclusão

    A LGPD para correspondente bancário é uma exigência indispensável para quem atua no mercado de crédito. Mais do que cumprir a lei, proteger dados significa proteger clientes, evitar fraudes e preservar a reputação profissional.

    Com processos seguros, canais autorizados, transparência e treinamento, o corban consegue reduzir riscos e atuar com mais confiança.

    Quer continuar evoluindo sua operação com segurança e conformidade? Acompanhe nosso blog e veja como fortalecer sua atuação no mercado de crédito.

    Fale com a Corbanzaí e veja como podemos ajudar seu correspondente bancário a crescer com mais organização e segurança. Temos também a ContabilizaíBank no grupo contabilizaí, contabilidade especializada em Securitizadora, Factoring e ESC.

    Continue lendo >>: LGPD para correspondente bancário: guia prático
  • Como organizar o fluxo de caixa de um correspondente bancário em 5 passos

    Como organizar o fluxo de caixa de um correspondente bancário em 5 passos

    Organizar o fluxo de caixa para correspondente bancário é essencial para manter o controle das finanças, acompanhar comissões, prever recebimentos e evitar problemas com capital de giro.

    Como o correspondente bancário lida com repasses de instituições financeiras, prazos variados e receitas por comissão, ter uma visão clara das entradas e saídas ajuda a tomar decisões mais seguras.

    Neste artigo, você vai aprender como estruturar o fluxo de caixa do seu negócio em 5 passos simples e práticos.

    Por que o fluxo de caixa para correspondente bancário é importante?

    O fluxo de caixa é a ferramenta que registra todas as movimentações financeiras da empresa. Ele mostra quanto dinheiro entrou, quanto saiu e qual saldo está disponível.

    No caso do correspondente bancário, esse controle é ainda mais importante porque as receitas podem variar conforme:

    • Volume de contratos fechados;
    • Comissões recebidas;
    • Prazos de repasse dos bancos;
    • Antecipação de recebíveis;
    • Custos fixos e variáveis da operação.

    Sem esse acompanhamento, o negócio pode ter dificuldade para pagar despesas, investir em crescimento ou entender se está realmente lucrando.

    Como organizar o fluxo de caixa de um correspondente bancário

    Para organizar o controle financeiro da sua operação, é importante criar uma rotina simples, clara e fácil de atualizar. Veja o passo a passo.

    1. Monte uma planilha ou sistema de controle

    O primeiro passo é escolher onde as informações financeiras serão registradas. Você pode usar uma planilha ou um sistema de gestão financeira.

    O mais importante é que o controle seja atualizado com frequência e reúna todas as entradas e saídas em um único lugar.

    Na prática, esse controle deve incluir:

    • Data da movimentação;
    • Descrição da receita ou despesa;
    • Categoria;
    • Valor;
    • Forma de pagamento;
    • Status do recebimento ou pagamento.

    2. Separe entradas e saídas por categorias

    Depois de criar o controle, organize as movimentações por categorias. Isso facilita a visualização dos principais ganhos e gastos da empresa.

    Algumas entradas comuns para correspondentes bancários são:

    • Comissões por contratos aprovados;
    • Comissões de crédito consignado;
    • Receitas por financiamento;
    • Antecipação de recebíveis;
    • Bonificações ou campanhas comerciais.

    Já as saídas podem incluir:

    • Aluguel;
    • Folha de pagamento;
    • Marketing e tráfego pago;
    • Sistemas e plataformas;
    • Telefone, internet e energia;
    • Honorários contábeis;
    • Impostos e taxas.

    Essa separação ajuda a entender onde o dinheiro está concentrado e quais custos podem ser ajustados.

    3. Levante o saldo inicial do caixa

    Antes de projetar entradas e saídas, registre o saldo inicial da empresa. Esse valor representa os recursos disponíveis no início do controle.

    Considere:

    • Saldo em contas bancárias;
    • Dinheiro em caixa;
    • Valores já disponíveis para uso;
    • Recebíveis confirmados, quando aplicável.

    Com esse ponto de partida, fica mais fácil acompanhar se o fluxo de caixa está evoluindo de forma positiva ou se a operação precisa de ajustes.

    4. Registre previsões de entradas e saídas

    O fluxo de caixa para correspondente bancário não deve mostrar apenas o que já aconteceu. Ele também precisa ajudar a prever o futuro financeiro do negócio.

    Por isso, registre as previsões de recebimentos e pagamentos. Inclua, por exemplo:

    • Comissões que ainda serão repassadas;
    • Datas previstas de pagamento dos bancos parceiros;
    • Contas fixas do mês;
    • Parcelamentos;
    • Investimentos planejados;
    • Despesas com campanhas comerciais.

    Esse acompanhamento ajuda a identificar se haverá saldo suficiente para cumprir os compromissos de curto, médio e longo prazo.

    5. Avalie os saldos com frequência

    Após registrar entradas, saídas e previsões, acompanhe os saldos com frequência. O ideal é revisar o fluxo de caixa diariamente ou, no mínimo, algumas vezes por semana.

    Ao fazer essa análise, observe:

    • Saldo do dia;
    • Saldo acumulado;
    • Saldo futuro;
    • Despesas acima do previsto;
    • Receitas atrasadas;
    • Necessidade de capital de giro.

    O saldo futuro merece atenção especial. Ele mostra se a empresa terá recursos para pagar seus compromissos nos próximos dias ou meses.

    Erros comuns no fluxo de caixa de correspondentes bancários

    Alguns erros podem comprometer a saúde financeira do correspondente bancário. Entre os mais comuns estão:

    • Misturar contas pessoais com contas da empresa;
    • Não registrar pequenas despesas;
    • Ignorar prazos de repasse das instituições financeiras;
    • Contar com comissões antes da confirmação do pagamento;
    • Não separar custos fixos e variáveis;
    • Deixar de acompanhar o saldo futuro.

    Evitar esses erros ajuda a manter uma gestão mais organizada e reduz o risco de problemas financeiros.

    Quando automatizar o fluxo de caixa?

    Quando a operação começa a crescer, o controle manual pode se tornar limitado. Nesse momento, automatizar o fluxo de caixa pode trazer mais segurança e agilidade.

    Um sistema financeiro pode ajudar a:

    • Reduzir erros de preenchimento;
    • Centralizar informações;
    • Gerar relatórios;
    • Acompanhar receitas e despesas em tempo real;
    • Melhorar a tomada de decisão.

    Para aprofundar o tema, você pode consultar este conteúdo externo sobre fluxo de caixa no Sebrae.

    Como a contabilidade ajuda no controle financeiro do corban?

    Além de manter o fluxo de caixa atualizado, contar com uma contabilidade especializada em correspondentes bancários ajuda a organizar melhor a operação.

    A Corbanzaí entende as particularidades do setor e pode apoiar o seu negócio em pontos como:

    • Organização financeira;
    • Controle de receitas por comissão;
    • Planejamento tributário;
    • Separação entre pessoa física e pessoa jurídica;
    • Acompanhamento contábil da operação.

    Leia também: O que um correspondente bancário pode fazer?

    Conclusão

    Organizar o fluxo de caixa para correspondente bancário é uma prática essencial para quem deseja crescer com segurança, evitar surpresas financeiras e tomar decisões com base em dados reais.

    Com um controle bem estruturado, você consegue acompanhar comissões, prever recebimentos, planejar despesas e manter o capital de giro saudável.

    Se você quer melhorar a gestão financeira do seu negócio, conte com o apoio de uma contabilidade especializada.

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    Continue acompanhando o blog para explorar mais conteúdos sobre crédito e estruturação financeira.

    Continue lendo >>: Como organizar o fluxo de caixa de um correspondente bancário em 5 passos
  • Como lucrar mais como correspondente bancário

    Como lucrar mais como correspondente bancário

    O mercado de crédito oferece grandes oportunidades, mas nem todo correspondente bancário consegue atingir alta lucratividade. A diferença está na estratégia.

    Mais do que vender crédito, é preciso estruturar uma operação eficiente, aumentar o ticket médio e melhorar a conversão de clientes. Neste artigo, você vai entender como lucrar mais e escalar seus resultados.

    O que define a lucratividade do correspondente bancário?

    A lucratividade de um correspondente bancário está diretamente ligada a três fatores principais:

    • volume de contratos fechados;
    • valor médio das operações;
    • comissões recebidas por produto.

    Quem domina esses três pontos consegue aumentar o faturamento sem necessariamente aumentar os custos.

    6 estratégias para lucrar mais como correspondente bancário

    1. Foque em produtos mais rentáveis

    Nem todos os produtos financeiros geram o mesmo retorno. Crédito consignado, financiamento imobiliário e antecipação de FGTS costumam ter maior demanda e boas comissões.

    Ao focar nesses produtos, você aumenta seu potencial de ganho por operação.

    2. Aumente o ticket médio das operações

    Uma forma direta de aumentar a lucratividade é trabalhar com operações de maior valor.

    Isso pode ser feito ao:

    • oferecer crédito com garantia;
    • atuar com financiamento imobiliário;
    • orientar o cliente para melhores condições de crédito.

    3. Invista em captação de clientes qualificados

    Não basta atrair volume, é preciso atrair o cliente certo.

    O uso de marketing digital permite segmentar melhor o público e aumentar a taxa de conversão.

    • anúncios direcionados;
    • conteúdo educativo;
    • presença ativa nas redes sociais.

    4. Trabalhe com múltiplas instituições financeiras

    Ter acesso a diferentes bancos e fintechs aumenta suas chances de aprovação e permite oferecer melhores condições ao cliente.

    Isso impacta diretamente na conversão e no número de contratos fechados.

    5. Automatize para ganhar escala

    Automatizar processos reduz o tempo operacional e permite atender mais clientes sem aumentar a equipe.

    • uso de CRM;
    • assinatura digital;
    • automação de atendimento.

    6. Adote uma abordagem consultiva

    Correspondentes que atuam como consultores financeiros vendem mais.

    Ao entender a real necessidade do cliente, você aumenta a confiança, melhora a experiência e eleva a taxa de fechamento.

    Como escalar seus resultados no longo prazo

    Para crescer de forma consistente, o correspondente bancário precisa pensar como negócio.

    • acompanhar indicadores de desempenho;
    • investir em tecnologia;
    • fortalecer parcerias;
    • construir uma base recorrente de clientes.

    Esses fatores garantem previsibilidade e crescimento sustentável.

    Leia também: O que um correspondente bancário pode fazer?

    Conclusão

    Lucrar mais como correspondente bancário não depende apenas do volume de clientes, mas da forma como a operação é estruturada.

    Ao focar em produtos rentáveis, melhorar a conversão e ganhar eficiência operacional, é possível aumentar significativamente os resultados.

    Continue acompanhando nosso blog e descubra novas estratégias para crescer no mercado de crédito.

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    Continue lendo >>: Como lucrar mais como correspondente bancário
  • Margem de lucro: o que é e como calcular

    Margem de lucro: o que é e como calcular

    A margem de lucro é um dos principais indicadores para avaliar a saúde financeira de um negócio. Ela mostra quanto a empresa realmente ganha em relação ao que fatura, sendo essencial para decisões estratégicas, precificação e crescimento sustentável.

    Entender esse conceito permite identificar oportunidades de melhoria, reduzir custos e aumentar a eficiência da operação. Neste guia, você vai aprender o que é margem de lucro, como calcular e como otimizar esse indicador no seu negócio.

    O que é margem de lucro?

    Ela representa o percentual do faturamento que sobra após o pagamento dos custos e despesas. Em outras palavras, indica quanto da receita se transforma em lucro.

    Por exemplo, se uma empresa vende um produto por R$ 100 e tem custos totais de R$ 70, o lucro é de R$ 30. A margem de lucro mostra quanto esse valor representa em relação à receita.

    Esse indicador é fundamental porque revela se o negócio está realmente gerando retorno financeiro.

    Por que ela é importante?

    Acompanhar a ajuda a entender se a empresa está operando de forma eficiente e sustentável.

    • avaliar a rentabilidade do negócio;
    • definir preços de forma estratégica;
    • identificar desperdícios e custos elevados;
    • tomar decisões financeiras mais seguras;
    • planejar crescimento com base em dados.

    Quando a margem está baixa, pode indicar problemas na operação, na precificação ou nos custos.

    Tipos de margem de lucro

    Existem diferentes tipos, cada um com uma finalidade específica na análise financeira.

    Margem de lucro bruta

    Mostra o lucro após descontar apenas os custos diretos de produção ou aquisição dos produtos.

    • matéria-prima;
    • produtos para revenda;
    • custos diretos de produção.

    Esse indicador ajuda a entender se o preço de venda cobre os custos básicos do produto.

    Margem de lucro líquida

    A margem líquida considera todas as despesas da empresa, incluindo custos operacionais, impostos e despesas administrativas.

    Ela mostra quanto sobra efetivamente no caixa ao final do período.

    Margem de lucro operacional

    Indica o resultado da atividade principal da empresa, sem considerar impostos e despesas financeiras.

    É muito utilizada para comparar eficiência entre empresas do mesmo setor.

    Como calcular a margem de lucro?

    O cálculo varia conforme o tipo analisado.

    Margem de lucro bruta

    (Receita – Custo dos produtos) ÷ Receita × 100

    Margem de lucro líquida

    Lucro líquido ÷ Receita total × 100

    Margem de lucro operacional

    Lucro operacional ÷ Receita líquida × 100

    Essas fórmulas ajudam a visualizar o desempenho financeiro e identificar pontos de melhoria.

    Existe uma ideal?

    Não existe uma margem de lucro padrão para todos os negócios. Esse indicador varia de acordo com o setor, modelo de operação e estrutura de custos.

    De forma geral, algumas médias de mercado podem servir como referência inicial:

    • indústria: 6% a 8%;
    • atacado: 4% a 6%;
    • varejo: 10% a 15%;
    • serviços: até 20%.

    O mais importante é comparar seus resultados com o histórico da própria empresa e com o setor em que atua.

    Como aumentar a margem de lucro?

    Existem diversas estratégias para melhorar sem necessariamente aumentar o volume de vendas.

    • revisar custos operacionais;
    • renegociar contratos com fornecedores;
    • ajustar preços com base no valor percebido;
    • automatizar processos;
    • reduzir desperdícios;
    • acompanhar indicadores financeiros regularmente.

    Pequenos ajustes podem gerar um impacto significativo no resultado final da empresa.

    Leia também: O que é Cédula de Crédito Bancário?

    Caso queria saber mais sobre indicadores financeiros acesso o Portal Contábeis.

    Conclusão

    A margem de lucro é um indicador essencial para qualquer empresa que busca crescimento sustentável e eficiência financeira.

    Ao entender como calcular e analisar esse indicador, você consegue tomar decisões mais estratégicas, melhorar sua operação e aumentar a rentabilidade do negócio.

    Quer continuar evoluindo a gestão financeira da sua empresa? Continue acompanhando nosso blog e descubra novas estratégias para otimizar seus resultados.

    A ContabilizaíBank é uma empresa de contabilidade especializada em atividades financeiras, como Securitizadoras, Factorings e ESC.

    Continue lendo >>: Margem de lucro: o que é e como calcular
  • O que um correspondente bancário pode fazer?

    O que um correspondente bancário pode fazer?

    Entender o que um correspondente bancário pode e não pode fazer é essencial para quem atua ou deseja atuar no mercado de crédito. As regras definidas pelo Banco Central estabelecem limites claros para a atuação desses profissionais e ajudam a garantir mais segurança para clientes, instituições financeiras e para a própria operação.

    Neste artigo, você vai entender quais serviços um correspondente bancário pode oferecer, quais práticas não são permitidas, como funciona a relação com as instituições financeiras e quais cuidados são indispensáveis para atuar dentro da regulamentação.

    O que é um correspondente bancário?

    O correspondente bancário é uma empresa, ou seja, uma pessoa jurídica, contratada por bancos e demais instituições autorizadas pelo Banco Central para prestar serviços de atendimento aos clientes e usuários dessas instituições.

    Na prática, ele atua como intermediário entre o cliente e a instituição financeira contratante. Isso significa que o correspondente não opera em nome próprio. Ele sempre representa uma instituição autorizada, seguindo os limites definidos em contrato.

    Também é importante destacar que o correspondente bancário não precisa de autorização direta do Banco Central para atuar nessa condição. A autorização é exigida das instituições financeiras que o contratam e que respondem pelos serviços oferecidos ao público.

    O que um correspondente bancário pode fazer?

    Para entender corretamente o que um correspondente bancário pode e não pode fazer, o primeiro passo é conhecer os serviços permitidos. O correspondente pode prestar atendimento e executar atividades em nome da instituição contratante, desde que essas atividades estejam previstas no contrato firmado entre as partes.

    Entre os principais serviços permitidos, estão:

    • receber e encaminhar propostas de abertura de contas;
    • receber e encaminhar propostas de empréstimos e financiamentos;
    • receber e encaminhar propostas de cartões de crédito e outros instrumentos de pagamento;
    • receber e encaminhar propostas de operações de câmbio;
    • receber e realizar pagamentos, inclusive de contas de consumo;
    • realizar transferências eletrônicas, incluindo operações via Pix;
    • executar ordens de pagamento;
    • coletar e atualizar informações cadastrais e documentação;
    • realizar operações de compra e venda de moeda estrangeira dentro dos limites regulatórios;
    • executar transferências unilaterais para o exterior dentro dos limites definidos pelo Banco Central.

    Correspondente bancário pode fazer portabilidade de crédito?

    Sim. O correspondente bancário pode atuar na contratação da portabilidade de crédito, desde que esteja vinculado à instituição financeira onde o cliente possui atualmente o empréstimo ou à instituição para a qual ele deseja transferir a operação.

    Correspondente bancário pode oferecer Pix?

    Sim. Os correspondentes podem ofertar serviços relacionados ao Pix aos clientes e usuários das instituições participantes do arranjo com as quais possuam contrato de correspondente.

    Correspondente pode trabalhar com mais de uma instituição?

    Sim. Um correspondente bancário pode ser contratado por mais de uma instituição financeira. Nesse caso, ele pode ofertar produtos e serviços de diferentes contratantes, desde que cumpra as condições previstas em cada contrato e informe corretamente ao público com quais instituições atua.

    O que um correspondente bancário não pode fazer?

    Além de conhecer as atividades permitidas, é fundamental entender o que um correspondente bancário pode e não pode fazer para evitar irregularidades, riscos jurídicos e problemas de imagem no mercado. O correspondente não pode ultrapassar os limites da função de intermediação e atendimento em nome da instituição contratante.

    Entre as principais limitações, estão:

    • não pode atuar como banco ou instituição financeira em nome próprio;
    • não pode conceder crédito com recursos próprios na condição de correspondente;
    • não pode cobrar tarifas próprias apenas por atuar como correspondente;
    • não pode oferecer serviços que não estejam previstos no contrato com a instituição;
    • não pode omitir para qual instituição presta serviço;
    • não pode induzir o cliente a acreditar que atua de forma independente da instituição contratante.

    Correspondente bancário pode cobrar taxa?

    O correspondente só pode cobrar as tarifas previstas na tabela da instituição contratante. Em outras palavras, ele não pode criar ou cobrar tarifas próprias pelo simples fato de atuar como correspondente bancário.

    Correspondente pode usar o termo “banco” no nome?

    Em regra, o correspondente não precisa de autorização do Banco Central para atuar. No entanto, quando a empresa utiliza em sua denominação ou nome fantasia termos característicos de instituições do Sistema Financeiro Nacional, como “Banco” ou “Bank”, a celebração do contrato de correspondente com entidade não integrante do sistema depende de autorização prévia do Banco Central.

    Quem responde pelos serviços prestados pelo correspondente?

    A responsabilidade pelos serviços contratados com correspondentes é da instituição financeira que os contratou. Isso significa que, embora o atendimento seja feito pelo correspondente, a instituição contratante continua sendo responsável perante o cliente e perante os órgãos reguladores.

    Por esse motivo, o correspondente deve informar claramente ao público:

    • para qual ou quais instituições presta serviço;
    • quais produtos e serviços estão disponíveis;
    • quais são os canais de atendimento e ouvidoria da instituição contratante.

    Se houver problema no atendimento, o cliente pode procurar primeiro os canais da instituição contratante e, caso a situação não seja resolvida, recorrer à ouvidoria ou aos canais do Banco Central.

    O correspondente bancário pode recusar atendimento?

    Sim. O correspondente realiza apenas os serviços previstos no contrato firmado com a instituição financeira. Por isso, ele pode se recusar a prestar determinados serviços que não estejam incluídos nesse contrato.

    Além disso, o contrato pode estabelecer condições específicas para o funcionamento da operação, como:

    • tipos de serviço prestados;
    • horário de funcionamento;
    • tipo de documentos aceitos;
    • limites de quantidade e valor das operações.

    Nessas situações, o cliente deve buscar esclarecimentos junto à instituição financeira responsável.

    Por que conhecer essas regras é tão importante?

    Conhecer o que um correspondente bancário pode e não pode fazer é essencial para atuar com segurança, evitar irregularidades e construir uma operação mais profissional. Como o mercado de crédito envolve regras específicas, transparência e responsabilidade com o consumidor, qualquer desvio pode gerar riscos operacionais, jurídicos e reputacionais.

    Quando o correspondente compreende bem seus limites e obrigações, ele consegue:

    • reduzir riscos de descumprimento regulatório;
    • melhorar a qualidade do atendimento;
    • fortalecer a relação com as instituições financeiras;
    • atuar com mais segurança e clareza no mercado.

    Leia também: Como abrir um correspondente bancário

    Conclusão

    Agora que você entendeu o que um correspondente bancário pode e não pode fazer, fica mais fácil perceber que essa atividade exige atenção às regras, clareza na atuação e alinhamento com as instituições contratantes. O correspondente exerce um papel importante no acesso a produtos e serviços financeiros, mas precisa operar dentro dos limites definidos pelo Banco Central e pelo contrato firmado com a instituição financeira.

    Se você quer atuar de forma mais segura, profissional e alinhada à regulamentação, vale continuar aprofundando esse tema. Continue acompanhando o blog para entender melhor as exigências do mercado de crédito, da operação de correspondentes e das estruturas financeiras que apoiam esse setor.

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